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8ª confissão – O Clube das Mulheres contra o Crime entra novamente em... (Cód: 4897760)

Patterson, James; Paetro, Maxine

Arqueiro

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Descrição

As aparências enganam



Na ópera de São Francisco, os milionários mais glamourosos da cidade assistem à grandiosa apresentação de Don Giovanni. Divertindo-se com os amigos, Isa e Ethan Bailey não imaginam que um assassino está em sua mansão e os aguarda para executar uma terrível vingança. No momento propício, ele vai cometer o crime perfeito.



Uma conspiração engenhosa

Encarregada de investigar as mortes na alta sociedade, a tenente Lindsay Boxer também precisa ajudar sua amiga Cindy Thomas no caso de um morador de rua que foi brutalmente executado. Ao conhecer mais a história daquele homem, Cindy percebe que tem uma preciosidade nas mãos e faz de tudo para levá-la a público, descobrindo, sem querer, a conexão com uma rede criminosa.


A verdade pode ser mortal



O Clube das Mulheres contra o Crime precisa desvendar esses dois mistérios e tem ainda o desafio de se manter unido. Lindsay nota que seu parceiro, Richard Conklin, e Cindy estão cada vez mais próximos e o ciúme estremece a relação dos três, podendo comprometer as investigações. No fim, o Clube pagará um alto preço por se envolver nessas duas caçadas.

Características

Peso 0.23 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
I.S.B.N. 9788580411676
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 192
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Gouveia, Carla
Cód. Barras 9788580411676
Número da edição 1
AutorPatterson, James; Paetro, Maxine

Leia um trecho

Parte1
Batman Jesus
Capítulo 1

Numa manhã no início de maio, Cindy Thomas abotoou seu trench coate falou “Bom dia, Pinky” enquanto o porteiro mantinha abertas as portas da frente do condomínio Blakely Arms. Ele tocou a pala do quepe e retribuiu o cumprimento, encarando-a: – Tenha um bom dia, Srta. Thomas. Tome cuidado. Ela não podia dizer que nunca ia atrás de encrenca. Trabalhava na editoria policial do San Francisco Chronicle e gostava de afirmar “Notícia ruim é notícia boa para mim”. No entanto, havia um ano e meio, um psicopata com uma sublocação ilegal e acessos de fúria constantes, morando dois andares acima dela, entrara de modo sorrateiro nos apartamentos e iniciara uma matança brutal. O assassino havia sido capturado e condenado. Agora, estava isolado no corredor da morte do presídio estadual de San Quentin, conhecido como “Q”. Mesmo assim, ocorreram mudanças no Blakely Arms. Os moradores fechavam as portas com trancas triplas todas as noites, encolhiam-se diante de ruídos repentinos, não se sentiam mais seguros. Cindy estava determinada a não viver com esse tipo de medo. Sorriu para o porteiro. – Sou agressiva, Pinky. Os criminosos é que deveriam tomar cuidado comigo. Em seguida, saiu rapidamente. Andando a passos largos pela Townsend Street, indo da Rua 3 até a Rua 5 – dois quarteirões bem compridos –, Cindy percorria a velha e a nova São Francisco. Passou pela loja de bebidas alcoólicas próxima ao seu edifício, por um drive-thrudo outro lado da rua, por um café e por uma livraria no andar térreo de um novo arranha-céu residencial, usando o tempo para retornar telefonemas, agendar compromissos, organizar o dia. Depois, parou perto da estação de Caltrain, que costumava ser um inferno por causa dos moradores de rua drogados e havia pouco tempo fora reformada, no rastro da revitalização do bairro. Porém, atrás da estação, havia um trecho irregular de calçada sem cerca que se estendia ao longo do pátio dos trens. Latas-velhas enferrujadas, da época de Jimi Hendrix, encontravam-se estacionadas na rua, servindo de abrigo para os sem-teto. Enquanto Cindy se preparava para caminhar por aquela terra de ninguém, notou um grupo de mendigos adiante; alguns pareciam chorar. Hesitou. Então, retirou do casaco a carteira de identidade, segurou-a a frente como se fosse um distintivo, abriu caminho entre o aglomerado de pessoas, que deram passagem para ela. As raízes dos ailantos haviam rompido a calçada e suas copas sombreavam uma pilha de trapos, jornais velhos e sobras de fast-food ao pé de uma cerca de arame. Cindy sentiu uma ânsia de vômito e prendeu a respiração. O amontoado de trapos era, na verdade, um homem morto. As roupas estavam encharcadas de sangue e o rosto, totalmente deformado. Perto dele, havia uma mulher corpulenta, desdentada, usando muitas camadas de roupas. O nariz estava avermelhado e as pernas, enfaixadas até os joelhos. – O que aconteceu? Quem é este homem? – perguntou Cindy. A mulher a olhou de esguelha. – É B-B-Bagman Jesus. Alguém matouele! Cindy ligou para o 911, relatou o que, sem dúvida, havia sido um assassinato e esperou a polícia chegar. Os moradores de rua se reuniram ao seu redor. Esses eram os sujos, os incontáveis, os marginalizados que escapavam por entre as brechas da sociedade, viviam onde os recenseadores tinham medo de pisar. Cheiravam mal e se encolhiam, gaguejavam e se coçavam, e faziam de tudo para se aproximar dela. Esticavam a mão para tocá-la, discutiam e se repreendiam. Queriam ser ouvidos. Meia hora atrás, Cindy teria evitado qualquer tipo de contato com aquela gente, mas agora queria muito escutar todo mundo. À medida que o tempo passava e a polícia não chegava, ela sentia que uma matéria ia brotando, preparando-se para florescer. Telefonou para a casa de Lindsay. Houve seis toques antes de uma voz masculina atender com rispidez: – Alô? Ela teve a impressão de que interrompera a amiga e Joe em um momento inoportuno. – Bela hora, Cindy – reclamou ele, ofegante. – Desculpe, Joe, de verdade. Mas tenho que falar com Lindsay.