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A Arte de Entrevistar Bem (Cód: 2525369)

Oyama,Thaís

Contexto

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A Arte de Entrevistar Bem

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Descrição

Este livro descreve os encantos e conta os segredos para escapar das ciladas daquilo que é a base da reportagem e, na opinião de muitos, seu momento mais prazeroso: a entrevista. Estudantes e até mesmo experientes profissionais do ramo muitas vezes deparam-se com situações complicadas. Como quebrar o gelo? Gravar ou não gravar? Como lidar com entrevistados difíceis? Guia abrangente, a obra aponta os erros mais comuns e indica truques infalíveis sobre o que fazer para não transformar a entrevista em um desastre, mesmo em situações imprevisíveis. Além disso, Thaís Oyama relata a experiência de 11 talentosos jornalistas para mostrar que, mais do que aprendizado teórico, a arte de entrevistar se aperfeiçoa com o exercício permanente da profissão.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Contexto
Cód. Barras 9788572443913
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788572443913
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2008
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 112
Peso 0.45 Kg
Largura 14.00 cm
AutorOyama,Thaís

Leia um trecho

A arte de entrevistar bem 8entrevistado. Se o segundo é um especialista em uma doença, digamos, ou no estudo de um determinado fenômeno social, e esse é o motivo da conversa, a tarefa do repórter será a de tentar extrair dele análises, números, estudos, exemplos de casos – ou seja, informação. Se, ao contrário, o entrevistado é um escritor, diretor de cinema ou qualquer um que possa despertar a curiosidade do leitor por sua obra ou gênio, as questões – e a maneira de abordá-las – serão outras. Aqui, a tarefa do repórter não é mais a de extrair informação, mas, sobretudo, a de mostrar quem é o entrevistado e o que ele pensa. O jornalista Nilson Lage, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, em seu livro A reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística, classifica a entrevista, do ponto de vista do objetivo, em quatro categorias: “ritual” (brevíssima, feita “em pé” e que, embora possa resultar em declarações surpreendentes, quase sempre não passa de mera formalidade), “temática” (em que o entrevistado fala sobre um assunto que, supostamente, domina), “testemunhal” (quando ele discorre sobre algo de que participou ou assistiu) e “em profundidade” (aquela em que o foco está na figura do entrevistado, na atividade que desenvolve ou na sua personalidade). É uma divisão clássica e, em certa medida, bem resolvida. Aqui, preferi simplificar e dividir a entrevista em apenas duas categorias: a de informação – que pode ser breve, longa, testemunhal ou temática – e a de perfil – aquela em que se procura, por meio de perguntas e respostas, mostrar quem é o entrevistado. Reuni a minha experiência na profissão, quase toda baseada no jornalismo impresso, as palestras que tenho dado sobre o tema desde 2003, e a generosa contribuição de 11 jornalistas talentosos para descrever os encantos, segredos e ciladas daquilo que é a base da reportagem e, na minha opinião, seu momento mais prazeroso.

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