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A Arte de Se Fazer Respeitar - Maneiras Inteligentes de Expressar Seus Desejos e Estabelecer Limites (Cód: 4891204)

Berckhan,Barbara

Sextante / Gmt

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A Arte de Se Fazer Respeitar - Maneiras Inteligentes de Expressar Seus Desejos e Estabelecer Limites

R$17,90

Descrição

A arte de se fazer respeitar não é nenhum mistério: ela consiste em manter a calma, tratar a si mesmo e aos outros com dignidade e se expressar de maneira clara e sem atacar ninguém verbalmente.



Especialista em comunicação, Barbara Berckhan elaborou um guia prático contendo as principais estratégias de autoafirmação para ganhar o respeito dos outros.



Seus exemplos e sugestões irão ajudar você a mudar seu modo de agir para que suas opiniões sejam levadas em conta, sem que precise gritar nem ficar mudo diante das provocações.



Você também vai aprender a:



• Expor seus desejos de maneira contundente, dizendo claramente o que quer e o que não quer.


• Dizer “não” sem dificuldade e impor limites.


• Ser enérgico para fazer valer sua vontade.


• Controlar sua linguagem corporal e adotar uma postura confiante para causar uma boa impressão.


• Não criticar tanto a si mesmo, melhorar seu estado de espírito e se defender das pessoas mal-intencionadas.


Seja com a família, com os amigos ou no trabalho, você só conseguirá alcançar seus objetivos se for tratado com respeito e dignidade. E lembre-se: é mais importante ser respeitado do que agradar os outros.

Características

Peso 0.18 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575429068
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 160
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575429068
Número da edição 1
Ano da edição 2013
País de Origem Brasil
AutorBerckhan,Barbara

Leia um trecho

A Primeira estratégia
Na arte de se fazer respeitar:
A Postura Régia

Todas as pessoas observam sua linguagem corporal, o analisam e fazem uma ideia de como você é. Elas o avaliam antes mesmo de você falar qualquer coisa, e isso costuma acontecer de maneira inconsciente, ou seja, automaticamente.

A linguagem corporal expressa seu estado de espírito.

Nossa mente examina de imediato se a pessoa que está diante de nós é forte e ameaçadora ou fraca e inofensiva. Nos primórdios da humanidade, essa avaliação automática era muito importante para distinguir depressa um amigo de um inimigo. Mas a primeira impressão continua a ser fundamental hoje em dia.
Ainda analisamos os outros e não só para saber se são perigosos, mas também para ver se estão tensos, nervosos ou inseguros. E se a pessoa com quem interagimos demonstra interesse por nós, observamos se ela é verdadeiramente cordial ou se só aparenta sê-lo.
Esse processo transcorre sem que nos demos conta dele e não costuma ter maiores consequências. E daí se o sujeito ao nosso lado no metrô estiver nervoso ou se não lhe despertarmos interesse? Desde que ele não nos trate de maneira agressiva, pouco importa o que os gestos dele transmitem.
Mas numa entrevista de trabalho ou quando pedimos algo a algum colega, a linguagem corporal desempenha um papel muito importante.

O que dizemos sem palavras

Durante conversas importantes, preste
atenção à sua linguagem corporal.

Imagine-se na seguinte situação: em uma reunião, você tenta convencer seu diretor de que é a pessoa ideal para o novo cargo de gerente do departamento. Cético, ele lhe pergunta se você se considera capacitado para assumir as responsabilidades e dar conta dos desafios inerentes à função. Você responde convencido: “Mas é claro!” E, em seguida, fala de sua experiência e de suas aptidões. O problema é que você não está consciente de sua linguagem corporal e não percebe que se encolheu ligeiramente na cadeira, contorcendo os dedos com nervosismo. Além disso, você fala olhando para o chão. No entanto, seu chefe repara no seu modo de agir. Ele escuta o que você diz ao mesmo tempo que capta os sinais que o seu corpo transmite. É assim que ele forma uma ideia de você. E, por mais convincentes que tenham sido suas palavras, você terá dado a ele a impressão de que é inseguro.
O chefe desconfiará, questionando-se se você de fato é capaz de ocupar um cargo gerencial. Com isso, é bem provável que você receba um “não” como resposta.

Sua linguagem corporal revela se você é
uma pessoa segura de si ou não.

Essa situação também pode ocorrer durante uma entrevista de trabalho ou em qualquer outra ocasião em que você precise se impor e se fazer respeitar. Se estamos nervosos ou ansiosos, logo deixamos escapar algum sinal de insegurança por meio da linguagem corporal. E, como na maior parte do tempo não estamos conscientes dela, muitas vezes não nos damos conta de que emitimos esses sinais. Mas nosso interlocutor os percebe e reage a eles.
Uma linguagem corporal que expresse segurança o ajudará a se fazer respeitar em praticamente todas as situações. Se no meio de uma conversa você não se lembrar de um detalhe ou perder o fio da meada, não terá problema, desde que transmita segurança e autoridade, pois assim seu interlocutor não irá reparar em seus lapsos de memória. Mas se você se senta curvado e mexe na roupa constantemente, nem mesmo o discurso mais perfeito passará uma boa impressão. E isso porque, instintivamente, acreditamos mais na linguagem corporal do que no que está sendo dito.