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A Aventura do Pudim de Natal - L&pm Pocket (Cód: 4316035)

Christie, Agatha

L&PM

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A Aventura do Pudim de Natal - L&pm Pocket

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Descrição

'Simples, empolgante e irresistível, como uma surpresa de Natal.” Times Literary Supplement

Um corpo apunhalado dentro de um baú. Uma briga familiar que termina em assassinato. Um homem que acredita estar prevendo sua morte em sonhos. Estes são apenas alguns dos mistérios que Agatha Christie apresenta nesta deliciosa seleção de contos, que reúne cinco casos do detetive Hercule Poirot e um de Miss Marple. Na história que dá título ao livro, “A aventura do pudim de Natal”, um príncipe herdeiro pede a Poirot que o ajude a encontrar um rubi que lhe foi roubado. Para investigar o caso, o detetive precisa participar – a contragosto – de uma tradicional celebração natalina inglesa em uma mansão do interior. Mas um bilhete anônimo acaba mudando tudo...

Publicado originalmente em 1960, este livro contém seis histórias escolhidas pela própria autora, que faz aqui uma homenagem às festas de Natal de sua infância.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora L&PM
Cód. Barras 9788525427304
Altura 17.80 cm
I.S.B.N. 9788525427304
Profundidade 1.50 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Camila Werner, Pedro Gonzaga e Márcia Knop
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 272
Peso 0.21 Kg
Largura 10.70 cm
AutorChristie, Agatha

Leia um trecho

A Aventura do pudim de natal I - – Lamento profundamente – disse monsieur Hercule Poirot. Ele foi interrompido não de maneira rude, e sim de modo suave, hábil e persuasivo. – Por favor, não recuse de antemão, monsieur Poirot. Há sérias questões de Estado envolvidas. Sua cooperação será apreciada nos altos escalões. – Você é muito gentil – Hercule Poirot fez um gesto com uma das mãos –, mas realmente não posso me comprometer a fazer o que o senhor pede. Nessa época do ano... O sr. Jesmond interrompeu novamente: – Época de Natal – disse de maneira persuasiva. – Um Natal à moda antiga no interior da Inglaterra. Hercule Poirot se arrepiou. A ideia do interior da Inglaterra naquela época do ano não o atraía. – Um bom Natal à moda antiga! – enfatizou o sr. Jesmond. – Eu mesmo não sou inglês – disse Hercule Poirot. – No meu país, o Natal é para as crianças. Celebramos o ano-novo, isso sim. – Ah – disse o sr. Jesmond –, mas na Inglaterra o Natal também é um grande evento, e garanto que em Kings Lacey o senhor verá o melhor dele. É uma casa antiga maravilhosa, o senhor sabe. Uma das alas data do século XIV. Poirot se arrepiou novamente. A ideia de uma mansão inglesa do século XIV o enchia de apreensão. Muitas foram as vezes que ele penara nas históricas casas de campo da Inglaterra. Olhou ao redor em seu apartamento moderno e confortável, com aquecedores e equipamentos de última geração para eliminar qualquer possibilidade de corrente de ar. – No inverno – ele disse com firmeza –, eu não saio de Londres. – Acho que o senhor não está compreendendo, mon-sieur Poirot, a seriedade da questão – sr. Jesmond olhou para seu acompanhante e, então, de volta para Poirot. O segundo visitante de Poirot nada havia dito até aquele momento além de um formal “como vai?”. Agora estava sentado, olhando concentrado para os sapatos bem engraxados, com um ar triste em seu rosto cor de café. Era um homem jovem, não mais do que 23 anos, e aparentava sofrimento absoluto. – Sim, sim – disse Hercule Poirot –, claro que a questão é séria. Eu entendo. Sua alteza tem a minha mais profunda solidariedade. – As circunstâncias são da maior delicadeza – disse o sr. Jesmond. Poirot deslizou seu olhar do jovem para seu acompa-nhante mais velho. Se o sr. Jesmond pudesse ser definido em uma palavra, esta seria discrição. Tudo no sr. Jesmond era discreto. As roupas bem alinhadas e nada chamativas, a voz suave e cordial que raramente saía de um tom agrada-velmente monótono, o cabelo castanho que cobria de leve as têmporas, o rosto pálido e sério. Naquele tempo, parecia que Hercule Poirot conhecia não apenas um sr. Jesmond, mas uma dúzia deles, e, mais cedo ou mais tarde, todos declaravam “as circunstâncias são da maior delicadeza”. – A polícia – disse Hercule Poirot – pode ser muito discreta, o senhor sabe. O sr. Jesmond balançou a cabeça com firmeza. – Polícia não – ele disse. – Recuperar, bem, o que queremos recuperar inevitavelmente exigirá processos nos tribunais, e nós sabemos pouco. Nós suspeitamos, mas não temos certeza.

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