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A Camélia Branca (Cód: 3663459)

Câmara,Nelson

Lettera.Doc

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Descrição

“A Camélia Branca” é terceiro livro do escritor Nelson Câmara publicado pela editora Lettera.doc. O romance histórico completa a trilogia que tem como foco o absurdo e abjeto instituto da escravidão e as formas como os negros, com histórica colaboração de brancos abolicionistas, perseguiam, obstinadamente, as nove letras – liberdade -, assentadas em séculos de sangue, torturas e mortes.

Ambientado seis anos antes da abolição (1882), mesmo ano da morte de Luiz Gama - jornalista, poeta, advogado e ex-escravo que libertou mais de 1000 negros cativos pela via judicial e é considerado o precursor do abolicionismo – o livro “A Camélia Branca”, narra, por meio do gênero romance histórico, a vida, luta e empenho de Antonio Bento e seu grupo de ação libertária, que ficou conhecido como os “caifazes”. Curiosidade: o significado real do nome “caifazes” nunca ficou devidamente desvendado, o que, dada a luta empreendida, é irrelevante.

Juiz em Atibaia, Antonio Bento foi demitido injustamente pelo presidente da Província por denúncias de poderosos senhores de escravos que o acusavam de nomear avaliadores favoráveis a dar preço baixo para as 'peças' e assim facilitar o depósito para a alforria do negro. Quando isso aconteceu, ele era Juiz Municipal na cidade de Atibaia. A partir deste fato, ao abandonar a magistratura, passa a se dedicar a ações “ilegais” de libertação dos escravos. Ele e seu grupo estudavam as fazendas nas quais a violência contra escravos era mais gritante e, armados, dispostos a tudo, entravam nas propriedades, estouravam os cadeados das senzalas e libertavam pequenos grupos de negros.

Perseguidos pelos capatazes, refugiavam-se na floresta, certos de que da parte dos fazendeiros a ação seria intensamente repelida. Mas, entretanto, havia certa aura que cercava os “caifazes”, de grupo organizado, coeso e preparado, capaz de enfrentar em igualdade de condições a crueldade dos capatazes. Com isso, conseguiam se livrar de perseguições e traziam para a cidade de São Paulo os escravos libertos. Com a colaboração de brancos abolicionistas, eram encaminhados principalmente a dois quilombos: o Quilombo do Jabaquara, na cidade de Santos, e o Quilombo do Leblon, no Rio de Janeiro.

Para contar essa história, Nelson Câmara acompanha a vida de três casais: dois negros, separados pelas circunstâncias, desejam imensamente se reencontrar, um casal judeu e inglês, e um terceiro, composto por um estudante da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e uma jovem professora de francês, que mora em Santos.

Onde encontrar o significado da “camélia branca” que dá título ao livro? No Quilombo do Leblon ela era cultivada em boa quantidade, iniciativa de um português, Seixas, proprietário das terras e abolicionista, apaixonado pela flor. Por sua beleza e delicadeza, a camélia branca passou a ser usada na lapela de quem se incluía do lado dos abolicionistas. Poderia dizer-se que “A Camélia Branca” encerra um ciclo, mas de Nelson Câmara se pode (e se deve) esperar outros livros. Há vidas, como a de Antonio Bento, que precisam ser mais bem estudadas, e “apresentadas” a um número maior de pessoas, como Silva Jardim, Raul Pompeia, Bernardino de Campos e tantos outros, que contribuíram significativamente para a libertação de milhares de homens e mulheres.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora Lettera.Doc
I.S.B.N. 9788598810195
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 432
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788598810195
Número da edição 1
Ano da edição 2011
AutorCâmara,Nelson