Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 15 Artboard 21 Artboard 1 Artboard 2 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 9 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 8 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 13 Artboard 23 Artboard 10 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 20 Artboard 6 Artboard 11 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 19 Artboard 7 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 4 Artboard 14 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 12 Artboard 17 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 19 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 18 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 48 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 16 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 29 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 46 Artboard 8
Frete Grátis
  • Google Plus

A Casa Das Orquídeas - Toda Casa Tem Seus Segredos e Todo Amor, Seu Preço (Cód: 4054417)

Riley, Lucinda

Novo Conceito

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 44,90 R$ 31,90 (-29%)
Cartão Saraiva R$ 30,31 (-5%) em até 1x no cartão

Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


A Casa Das Orquídeas - Toda Casa Tem Seus Segredos e Todo Amor, Seu Preço

R$31,90

Quer comprar em uma loja física? Veja a disponibilidade deste produto

Entregas internacionais: Consulte prazos e valores de entrega para regiões fora do Brasil na página do Carrinho.

ou receba na loja com frete grátis

X
Formas de envio Custo Entrega estimada

* Válido para compras efetuadas em dias úteis até às 15:00, horário de Brasília, com cartão de crédito e aprovadas na primeira tentativa.

X Consulte as lojas participantes

Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

Quando criança, a pianista Júlia Forrester passava seu tempo na estufa da propriedade de Wharton Park, onde flores exóticas cultivadas pelo seu avô nasciam e morriam com as estações. Agora, recuperando-se de uma tragédia na família, ela busca mais uma vez o conforto de Wharton Park, recém-herdada por Kit Crawford, um homem carismático que também tem uma história triste. No entanto, quando um antigo diário é encontrado durante uma reforma, os dois procuram a avó de Júlia para descobrirem a verdade sobre o romance que destruiu o futuro de Wharton Park...
E, assim, Júlia é levada de volta no tempo, para o mundo de Olívia e Harry Crawford, um jovem casal separado cruelmente pela Segunda Guerra Mundial, cujo frágil casamento estava destinado a afetar a felicidade de muitas gerações, inclusive da de Júlia.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Novo Conceito
Cód. Barras 9788563219961
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788563219961
Profundidade 2.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 560
Peso 0.79 Kg
Largura 16.00 cm
AutorRiley, Lucinda

Leia um trecho

[ CAPÍTULO 1 ] Norfolk, Inglaterra Tenho o mesmo sonho todas as noites. É como se minha vida fosse lançada para o alto e todos os pedaços caíssem pelo chão de frente para trás, pelo avesso. Fazem parte da minha vida e, ainda sim, estão na ordem errada, são uma visão fragmentada. Dizem que sonhos são importantes e nos contam algo que estamos escondendo de nós mesmos. Não estou escondendo nada de mim mesma; bem que queria conseguir fazer isso. Eu durmo para esquecer. Para encontrar um pouco de paz, pois fico o dia todo lembrando deles. Não sou louca. Apesar de que, recentemente, tenho pensado muito sobre o que é a loucura. Milhões de seres humanos, cada um único, cada um com seu próprio perfil de DNA, seus próprios pensamentos, uma perspectiva pessoal do mundo dentro da cabeça. E cada ponto de vista é diferente. Cheguei à conclusão de que o que nós, humanos, podemos compartilhar de verdade são a carne e os ossos, a matéria física com a qual nascemos. Por exemplo, já me disseram várias vezes que cada pessoa reage de maneira diferente à perda e que nenhuma reação é errada. Algumas pessoas choram por meses, anos até. Vestem-se de preto e ficam de luto. Outras parecem indiferentes à perda. Elas a enterram. Seguem a vida como antes. Como se nada tivesse acontecido. Não tenho certeza de como tem sido minha reação. Não chorei por meses. Na verdade, quase não chorei. Mas também não esqueci. Nunca esquecerei. Estou ouvindo alguém lá embaixo. Tenho de levantar e fingir estar pronta para encarar o dia.” Alícia Howard parou o carro no meio-fio. Desligou o motor e subiu o morro até o chalé. Ela sabia que a porta da frente nunca ficava trancada, então, a abriu e entrou. Parou na sala de estar ainda escura e sentiu um arrepio. Caminhou até as janelas e afastou as cortinas. Depois de afofar as almofadas do sofá, recolheu três xícaras de café vazias e as levou para a cozinha. Andou até a geladeira e a abriu. Uma garrafa de leite solitária, pela metade, estava na porta. Um iogurte vencido, um pouco de manteiga e um tomate velho ocupavam as prateleiras. Ela fechou a geladeira e verificou o porta-pão. Como suspeitava, estava vazio. Alícia se sentou à mesa e respirou fundo. Pensou em sua cozinha quente e bem abastecida, no cheiro consolador de algo cozinhando no fogão para o jantar, no som das crianças brincando e das suas risadas doces e agudas... O coração de sua casa e sua vida. O contraste com aquele aposento pequeno e frio não passou despercebido. Na verdade, era uma metáfora adequada à atual vida de sua irmã mais nova: a vida de Júlia e seu coração estavam vazios. O som de passos rangendo na escada de madeira avisou Alícia de que a irmã se aproximava. Ela a viu aparecer na porta da cozinha e, como sempre, ficou impressionada com a beleza de Júlia. Alícia era loira e tinha pele clara, Julia era morena e exótica. Seu volumoso cabelo castanho-avermelhado emoldurava o rosto de traços delicados, e o peso que perdera recentemente havia apenas destacado os olhos luminosos e arredondados e as altas maçãs do rosto. Júlia estava vestida de maneira inadequada para o clima de janeiro: uma blusa vermelha de caftan, alegremente bordada com linhas de seda coloridas, e um par de calças pretas e folgadas de algodão, escondendo a magreza de suas pernas. Alícia já podia ver os braços nus de Júlia arrepiados. Ela se levantou e puxou a irmã, relutante, em sua direção, abraçando-a com ternura. — Querida — ela disse —, parece que você está com muito frio. Devia comprar roupas mais quentes... Quer que eu traga uns agasalhos meus? — Estou bem — Júlia respondeu, querendo se livrar da irmã. — Café? — Não tem muito leite, acabei de ver na geladeira. — Tudo bem, eu tomo puro. Júlia foi até a pia, encheu a chaleira e a ligou. — E então, como tem passado os dias? — perguntou Alícia. — Bem — respondeu Júlia, tirando duas xícaras da prateleira. Alícia fez uma careta. “Bem” era a resposta pronta de Júlia. Ela a usava para não dar espaço às perguntas. — Viu alguém essa semana? — Na verdade, não — disse Júlia. — Querida, tem certeza de que não quer passar um tempo com a gente? Não gosto de ficar pensando que você está aqui, sozinha... — Obrigada pela oferta, mas estou bem mesmo — Júlia falou sem prestar atenção. Alícia suspirou, frustrada. — Júlia, não parece que você está muito bem. Emagreceu mais. Está comendo? — É claro que estou. Você quer café ou não? — Não, obrigada. — Ótimo. Júlia colocou o leite de volta na geladeira. Ao se virar, seus olhos âmbar brilhavam de raiva. — Olha, eu sei que você só está fazendo isso porque se preocupa comigo. Mas, honestamente, Alícia, não sou um de seus filhos e não preciso de babá. Eu gosto de ficar sozinha. — Mesmo assim — falou Alícia docemente, tentando segurar a impaciência que crescia dentro dela —, vai pegar um casaco. Vamos sair. — Na verdade, tenho planos para hoje — Júlia respondeu. — Então, é melhor cancelá-los, preciso de sua ajuda. — Por quê? — Papai faz aniversário semana que vem, caso tenha esquecido, e quero comprar um presente para ele. — E precisa da minha ajuda para isso, Alícia? — Ele fará 65 anos e talvez se aposente. — Eu sei, ele também é meu pai. Alícia se esforçou para manter a compostura. — Haverá uma venda de móveis e objetos em Wharton Park ao meio-dia. Poderíamos ir lá e ver se compramos alguma coisa para o papai. Ela viu uma gotinha de interesse nos olhos de Júlia. — Wharton Park será vendida? — Sim, você não sabia? A postura de Júlia se desmontou de repente. — Não, não sabia. Por quê? — Acho que é o motivo de sempre: dívidas deixadas de herança. Ouvi dizer que o atual dono vai vendê-la a um rapaz da cidade com mais dinheiro que bom senso. Nenhuma família moderna tem dinheiro para manter um lugar como aquele. E o último lorde Wharton deixou a propriedade cair em abandono. Aparentemente, terão de gastar uma fortuna com a propriedade. — Que triste — murmurou Júlia. — Eu sei — concordou Alícia, feliz em ver que Júlia parecia envolvida. — Aquela casa foi muito importante em nossa infância, principalmente na sua. Por isso mesmo acho que deveríamos ver se encontramos algo à venda, alguma memória ou lembrança para o papai. Provavelmente só terá porcarias, as melhores coisas devem ter ido para leilão na Sotherby’s, mas, nunca se sabe. Sem precisar insistir mais, Júlia concordou. — Tudo bem, vou pegar meu casaco. Cinco minutos depois, Alícia estava manobrando o carro pela estreita rua principal da bela vila costeira de Blakeney. Ao virar à esquerda, ela seguiu para o leste, no caminho de quinze minutos até Wharton Park. — Wharton Park... — Júlia murmurou para si mesma. Eram suas memórias mais vívidas da infância, as visitas ao vovô Bill na estufa, o irresistível aroma das flores exóticas que cresciam lá e sua paciência para explicar o gênero das plantas e de que parte do mundo tinham vindo. O pai dele e o pai do seu pai antes dele trabalharam como jardineiros para a família Crawford, dona de Wharton Park, uma grande propriedade com mil acres de terra fértil e cultivável. Os pais de Júlia viveram em um confortável chalé da propriedade, cercados pelos vários outros empregados que trabalhavam na terra e na casa, além da própria família Crawford. A mãe de Júlia e Alícia, Jasmine, havia nascido e crescido naquele chalé. Elsie, a avó delas, era exatamente como uma avó deve ser, embora um pouco excêntrica. Ela tinha braços abertos e acolhedores para todos e sempre havia alguma comida deliciosa no fogão da cozinha sendo preparada para o jantar. Toda vez que Júlia pensava no tempo que passara em Wharton Park, se lembrava do céu azul e das magníficas cores das flores que nasciam sob o Sol do verão. Wharton Park foi famosa por sua coleção de orquídeas. Era estranho imaginar que aquelas flores pequenas e frágeis eram originárias de climas tropicais e, ainda assim, lá estavam elas, florescendo no frio hemisfério norte, em meio às planícies de Norfolk. Quando era criança, Júlia passava o ano todo esperando pelas visitas de verão a Wharton Park. A tranquilidade e o calor das estufas, confortavelmente localizadas no canto do jardim da cozinha, protegidas dos ventos cruéis que sopravam do Mar do Norte durante o inverno, ficavam em sua memória o ano inteiro. Isso, combinado com a segurança doméstica do chalé dos avós, as transformou em um lugar de paz para ela. Em Wharton Park, nada mudava. Despertadores e agendas não mandavam no lugar, era a natureza que ditava o ritmo. Ela ainda se lembrava do velho rádio de baquelite do avô em um canto da estufa, tocando música clássica de manhã até o anoitecer. — As flores adoram música... — vovô Bill lhe dizia enquanto cuidava de suas preciosas plantas. Júlia se sentava em um banco ao lado do rádio e o observava, escutando a música. Ela estava aprendendo a tocar piano e descobrira que tinha uma habilidade natural para o instrumento. Havia um antigo piano de armário na pequena sala de estar do chalé. Muitas vezes, após o jantar, pediam que ela tocasse. Os avós a assistiam com prazer e admiração, e os delicados dedos de Júlia corriam pelas teclas. — Você ganhou um dom de Deus, Júlia — vovô Bill disse certa noite, os olhos molhados ao sorrir para ela. — Nunca o desperdice, combinado? No dia em que ela completou 11 anos, vovô Bill a presenteou com uma orquídea. — É para você, Júlia. O nome dela é Aerides adoratum, que significa “filha do ar”. Júlia observou as delicadas pétalas cor-de-rosa e marfim da flor dentro de um pote. Sentiu que eram aveludadas quando as tocou. — De onde ela veio, vovô Bill? — ela perguntou. — Do Oriente, das florestas de Chiang Mai, no norte da Tailândia. — Ah! De que tipo de música você acha que ela gosta? — Tenho a impressão de que prefere Mozart — riu o avô. — Mas, se você achar que ela está murchando, você pode tentar Chopin. Júlia cultivara tanto a orquídea quanto seu dom para o piano. Sentava-se na sala de visitas de sua fria casa vitoriana nos arredores de Norwich, tocava para a flor e ela florescia para Júlia ano após ano. Ela sonhava com o lugar exótico de onde a orquídea viera. A flor não estava em uma sala de visitas suburbana, mas nas extensas florestas do Extremo Oriente... Os sons de lagartos e pássaros e os perfumes intoxicantes das orquídeas que cresciam em todas as árvores e nos arbustos aos pés delas. Ela sabia que, um dia, iria lá e veria tudo aquilo. Porém, naquele momento, a colorida descrição que o avô fazia das terras distantes alimentava sua imaginação e suas brincadeiras.Quando tinha 14 anos, vovô Bill morreu. Júlia se lembrava claramente do sentimento de perda. Ele e as estufas haviam sido uma certeza na vida ainda curta e já difícil dela, uma influência sábia e gentil, aberta para ouvi-la, talvez mais como um pai do que seu próprio pai havia sido. Aos 18 anos, ela ganhou uma bolsa de estudos na Royal College of Music, em Londres. Vovó Elsie havia se mudado para Southwold com a irmã para lhe fazer companhia e Júlia não visitara mais Wharton Park. Agora, lá estava ela, com 31 anos, voltando para aquele lugar. Enquanto Alícia falava sobre seus quatro filhos e as várias atividades deles, Júlia reviveu a ansiedade que sentia toda vez que viajava no carro dos pais por aquela estrada, olhando pela janela traseira, esperando que a casa do vigia, que marcava a entrada de Wharton Park, aparecesse ao alcançarem a conhecida curva na estrada. — Lá está a curva! — disse Júlia quando Alícia quase a ultrapassou. — Nossa, é mesmo! Faz tanto tempo que não venho aqui que esqueci. Ao virarem na entrada para carros, Alícia observou a irmã. Podia ver um brilho de expectativa nos olhos de Júlia. — Você sempre adorou esse lugar, não é? — disse ela, com delicadeza. — Sim. Você não? — Para ser sincera, eu ficava entediada quando vínhamos para cá. Mal podia esperar para voltar à cidade e ver meus amigos. — Você sempre foi uma garota da cidade — comentou Júlia. — Sim, e olhe para mim agora: 34 anos, com uma casa em uma fazenda no meio do nada, uma ninhada de filhos, três gatos, dois cachorros e um fogão. O que aconteceu com as luzes néon? — Alícia sorriu com ironia.

Assista o Trailer

Avaliações

Avaliação geral: 4.8

Você está revisando: A Casa Das Orquídeas - Toda Casa Tem Seus Segredos e Todo Amor, Seu Preço

Jeysianne recomendou este produto.
18/05/2017

Muito envolvente.

Não conseguir parar de ler... Ótima história, recomendo!
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Marilia recomendou este produto.
22/03/2017

Maravilhoso!

Amei o livro! Não consegui parar de ler, muito envolvente. Super recomendo.
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Rafaela Ribeiro recomendou este produto.
14/11/2016

Livro apaixonante, história magnífica!!

Livro simplesmente maravilho, eu apaixonei!
Livro bom, é livro que te prende, te surpreende...eu entrei na história.
Parabéns!
Vale muito a pena a leitura.
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Tania Brandt recomendou este produto.
14/09/2016

Linda História! Apaixonante!!!

Adorei este livro.
Super envolvente. emocionante.
Valer a pena ler, com toda certeza...
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Nadjara Franco recomendou este produto.
07/10/2015

Excelente

Realmente são poucos os livros que me surpreende e esse fiquei completamente envolvida e amei.
Chorei horrores.
Simplesmente lindo..
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
andreia recomendou este produto.
06/10/2015

Marcante! Viciante!

Um dos melhores que já li. 560 páginas devoradas em uma semana
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
LUCIA HELENA DE MIRANDA.. recomendou este produto.
17/05/2015

MARAVILHOSO...

MARAVILHOSO..
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Luciana recomendou este produto.
23/03/2015

Apaixonante

Sem dúvida, um dos melhores livros que eu já li! Uma história cheia de amor, revelações e intrigas, com um final surpreendente.
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Tania recomendou este produto.
14/01/2015

Muito legal.

Uma história envolvente, interessante. Um ótimo Romance.
Indico com certeza.

Também indico o livro A Rosa da Meia Noite da mesma autora, muito bom, segue o estilo . Vale a pena ler.
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Maria recomendou este produto.
04/07/2014

Ótima leitura

Livro muito bom, que envolve o leitor e da margem a criatividade para imaginarmos os ricos cenários do livro
Esse comentário foi útil para você? Sim (1) / Não (1)
IslaWS recomendou este produto.
04/07/2014

Um romance envolvente!

Um romance incrível e que atravessa anos e mais anos da história- uma família cheia de segredos, uma casa misteriosa e pessoas amarguradas pelo tempo, tudo isso escrito de maneira deslumbrante! O livro necessita de uma certa persistência de inicio,já que tudo que a envolve é firme e bem estruturado, mas após isso, a história flui lindamente! Um dos romances mais incríveis que já li, SUPER RECOMENDO!
Esse comentário foi útil para você? Sim (5) / Não (1)
Kelma recomendou este produto.
04/06/2014

Apaixonada

Vale muito a pena ler esse livro super envolvente e cheio de emoções!
Esse comentário foi útil para você? Sim (1) / Não (1)
mariana recomendou este produto.
04/05/2014

Excelente!!!!

Muito bom livro, você começa a ler e não consegue parar!!! Muito bem escrito!!
Esse comentário foi útil para você? Sim (1) / Não (1)
nessa0247 recomendou este produto.
04/04/2014

muito bom simplesmente excelente

no começo parece ser somente mais uma historinha mais sinceramente me surpreendeu nota 1000 leiam até o final super recomendo
Esse comentário foi útil para você? Sim (6) / Não (1)
Nara recomendou este produto.
04/04/2014

Envolvente do início ao fim.

Nâo conhecia esta autora, Lucinda Riley; porém ao ler este livro apaixonate,
tenho intenção de ler todos os outros que ela já publicou.
Amei o livro ""A CASA DAS ORQUIDEAS""
Esse comentário foi útil para você? Sim (2) / Não (2)
monalisa recomendou este produto.
04/03/2014

otimo

livro magnifico que me surpreendeu a cada momento... foram noites perdidas ate terminar de ler.
Esse comentário foi útil para você? Sim (7) / Não (1)
AnaCDW recomendou este produto.
04/02/2014

Super bom

Não conhecia a Lucinda e depois de ler esse já li também a garota do penhasco. Simplesmente amei o livro!
Esse comentário foi útil para você? Sim (7) / Não (1)
Roberta recomendou este produto.
04/02/2014

A casa das orquídeas.

Excelente livro, adorei!!!
Esse comentário foi útil para você? Sim (5) / Não (2)
Eugênia recomendou este produto.
04/01/2014

Envolvente!!!

Gostei muito. Um livro envolvente, um enredo muito bom. Uma excelente leitura.
Recomendo sim.
Esse comentário foi útil para você? Sim (12) / Não (1)
julia23 recomendou este produto.
04/12/2013

Um dos melhores livros que eu já li!

É uma história muito envolvente, com um enrendo incrível! Super indico!
Esse comentário foi útil para você? Sim (21) / Não (3)
Barbara recomendou este produto.
04/12/2013

Fraco

Comprei o livro a quase um ano e até hoje não o li por completo, achei extremamente cansativo, muita enrolação e a gente acaba perdendo a vontade de lê-lo!!! 
Esse comentário foi útil para você? Sim (5) / Não (16)