Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 15 Artboard 21 Artboard 1 Artboard 2 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 9 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 8 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 13 Artboard 23 Artboard 10 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 20 Artboard 6 Artboard 11 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 19 Artboard 7 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 4 Artboard 14 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 12 Artboard 17 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 19 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 18 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 48 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 16 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 29 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 46 Artboard 8

A Crisálida (Cód: 2586645)

Terrell,Heather

Suma De Letras

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 42,90

em até 1x de R$ 42,90 sem juros
Cartão Saraiva: 1x de R$ 40,76 (-5%)

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


Origem

R$ 49,90

Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


A Crisálida

R$42,90

Quer comprar em uma loja física? Veja a disponibilidade deste produto

Entregas internacionais: Consulte prazos e valores de entrega para regiões fora do Brasil na página do Carrinho.

ou receba na loja com frete grátis

X
Formas de envio Custo Entrega estimada

* Válido para compras efetuadas em dias úteis até às 15:00, horário de Brasília, com cartão de crédito e aprovadas na primeira tentativa.

X Consulte as lojas participantes

Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

'A Crisálida' é o nome de um quadro encomendado à Johannes Miereveld, na Holanda do século XVII, pelo homem mais poderoso do vilarejo onde o pintor vive e trabalha. O pedido feito ao artista foi o de um sóbrio e convencional retrato de família - ele não desconfia que, nos detalhes, o quadro revela a história de um amor proibido.
Três séculos depois, quando o horror nazista se alastra pela Europa, 'A Crisálida' pertence a Erich Baum e sua esposa Cornelia. Alvos da máquina de pilhagem de obras de arte do III Reich, e marcados pelas origens judaicas de Erich, eles acabam mortos num campo de concentração.
No presente, em Nova York, Mara Coyne, uma advogada de sucesso, se vê às voltas com o caso que poderá significar sua promoção à condição de sócia da conceituada firma Severin, Oliver & Means. Uma velha senhora tenta impedir que a casa de leilões Beazley's, cliente do escritório, negocie 'A Crisálida' por milhões de dólares. Seu nome: Hilda Baum, filha de Erich e Cornelia. Competente e preparada, Mara sabe que o processo pode ser ganho. Mas será que deveria? Ela estaria do lado certo?
O dilema de Mara Coyne entre a ética profissional e a compaixão pelo sofrimento humano; os meandros do trágico destino de Erich e Cornelia Baum; e o segredo por trás do real significado da pintura de Johannes Miereveld são os fios condutores de 'A Crisálida', primeiro livro da advogada Heather Terrell, que se inspirou em histórias que viveu e testemunhou para elaborá-lo.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Suma De Letras
I.S.B.N. 9788560280285
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 280
Idioma Português
Cód. Barras 9788560280285
Número da edição 1
Ano da edição 2008
País de Origem Brasil
AutorTerrell,Heather

Leia um trecho

O TREM COM DESTINO A MILÃO SERPENTEIA PARA O INTERIOR da estação de Berlim, lançando lufadas de vapor para o alto das esqueléticas vigas da estação. O apito trespassa a noite uma vez, e logo morre. O silêncio se apodera do espaço cavernoso, rompido vez por outra apenas pelo lento e uniforme rascar da vassoura de um varredor. O varredor aprendeu a não olhar abertamente para os horrores que passam através da estação. Ele sabe que não deve confi ar em ninguém e habita as sombras. No entanto, ele observa, cabeça baixa, por sob a aba de seu quepe. Trilho a trilho, estalido a estalido, o trem pára. No último vagão, um casal está sentado frente a frente. Eles esperam imóveis, emoldurados como pinturas pelas cortinas cor de rubi da janela. Sua incandescência desafi a a escuridão pesada e silenciosa, e o varredor diminui seu ritmo. Primeiro ele observa a mulher. Um poste de luz da estação projeta o altivo perfi l em forte relevo, contrastando com os cantos da cabine escura. A luz fraca toca as dobras de seu vestido de seda cor de sangue, os adornos de arminho de seu casaco de viagem e seu chapéu cloche. Ele balança a cabeça diante da extravagância das roupas dela e calcula as quantidades de pão que seu traje poderia alcançar no mercado negro. Em seguida, o varredor desvia a atenção para o homem, cuja aparência geral parece mais adequada a uma viagem em tempo de guerra que a da mulher. Ele tem um rosto redondo e naturalmente cativante, mas veste um sóbrio terno de risca de giz, um simples sobretudo negro e chapéu de feltro. Sua mão direita segura um surrado envelope pardo tão rigidamente que os nós de seus dedos ressaltam embranquecidos, e as pontas recortadas de uma estrela amarela assomam para fora de seu casaco. O varredor supõe que ambos devem estar cônscios da precariedade de sua viagem. Subitamente, a porta do compartimento se escancara com um tranco, e o homem e a mulher se põem de pé. O varredor recua um passo, para a segurança das sombras. Jovens e louros soldados cercam o casal. Seus uniformes negros brilham com botões dourados, e cada paletó ostenta os talhos de suásticas vermelhas. O varredor sabe que esta não é a guarnição habitual da estação e se alarma quando as mãos enluvadas cortam o compartimento para pegar as passagens do homem. Os soldadinhos abrem caminho para o avanço de um ofi cial condecorado. O ofi cial se inclina para perto, dirigindo-se ao casal. Ele entrega um documento e uma caneta-tinteiro, e exige a assinatura do homem; o ofi cial quer que ele lhe entregue algo. Baixando os olhos, o viajante balança a cabeça. Em contrapartida, oferece seu precioso envelope, as mãos tremendo ao apresentá-lo ao ofi cial. O ofi cial ergue o envelope contra a luz da cabine, e então o rasga e inspeciona a carta no interior. Ele a enfi a de volta no envelope e o devolve ao homem. O ofi cial e seus soldados dão meia-volta e se retiram, fechando rispidamente a porta da cabine atrás de si. O apito do trem ressoa novamente, e o casal retorna a seus assentos. Um sorriso cauteloso se forma no canto da boca do homem, mas o varredor vira o rosto em desespero. Ele já vira os jovens soldados em ação. Sabe que quando o trem deixar a estação, o último vagão permanecerá.