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A Era de Napoleão (Cód: 4869807)

Horne,Alistair

Objetiva

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Descrição

Durante quase duas décadas, Napoleão Bonaparte impôs suas ideias e personalidade com êxito – de seu cultuado exército a edificações suntuosas, das roupas a decoração e ornamentação pública, das leis à ópera, da conduta sexual aos dias do calendário. Alçado imperador da França em 1804 com o título de Napoleão I, ambicionava fazer de 'Paris não apenas a cidade mais bela do mundo, mas a mais bela que já existiu, e também a mais bela que jamais poderia existir”. Sua derrocada se deu em 1815, mas seu ideário já havia sido amplamente difundido e influenciaria todo o desenrolar do século XIX.

Em 11 capítulos, incluindo o epílogo, A Era de Napoleão, de Alistair Horne, aborda o período entre 1796 e 1815, indo desde a ascensão à queda do líder francês, passando pelas mudanças dramáticas em curso na França e nos demais países europeus vizinhos. Com estilo elegante e direto, o autor foca nas conquistas não militares de Napoleão, no seu gosto pelo poder, na sua versatilidade e energia inesgotável e em como era viver na França sob seu reinado.
Nascido em meio à pobreza na Córsega, Napoleão Bonaparte foi alçado ao poder nos anos turbulentos que se seguiram à Revolução Francesa, quando a maior parte da Europa se voltava contra a França. Por meio de uma série de vitórias brilhantes e improváveis, conquistadas tanto por sua notável habilidade em inspirar suas tropas quanto pelo talento militar, Napoleão trouxe uma paz triunfante que o transformou no ídolo da França e, mais tarde, em seu governante absoluto. Herdeiro da revolução, o próprio Napoleão não era um revolucionário, mas, na verdade, um reformador e modernizador.

Horne guia os leitores por meio de cada aspecto de seu governo: do compromisso francês com uma aristocracia baseada no mérito e não mais na hereditariedade ao código civil napoleônico – seu legado mais importante e duradouro – incluindo também aspectos culinários, vida cotidiana, censura, além do cotidiano em Paris e influência da metrópole ao redor do mundo.

No centro da história, está um homem singular, cuja ambição, força de vontade e habilidade para comandar transformou a Europa, lançando as bases do mundo moderno.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
Cód. Barras 9788539004737
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788539004737
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Clóvis Marques
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 232
Peso 0.30 Kg
Largura 14.00 cm
AutorHorne,Alistair

Leia um trecho

1 Vontade de poder

Aos 6 anos eu queria ser cozinheiro. Aos 7, queria ser Nap oleão. E, desde então, minha ambição nã o parou de aumentar.
Salvador Dalí
Como terá sido possível, para começo de conversa, que um me nino corso pobre, nascido com horizontes limitados, tenha alcançado tais alturas? A o chegar a Tilsit em 1807, ditando condições ao Czar de Todas as Rússias no auge de seus êxitos militares, ele tinha apenas 37 anos. Em virtude de sua juventude ao ter fim esta célebre série de vitórias, tendemos a e esquecer que ele nascera no reinado de Luís XV e dera início a sua carreira militar sob Luís XVI. Se ele era filho do Antigo Regime, também era, sem dúvida alguma, produto de um acontecimento que Thomas Carlyle chamou de “Morte-Nascimento de um Mundo”. Estava impregnado da herança revolucionária francesa, sem a qual certamente não teria chegado a Tilsit.
Promovido a segundo tenente em 1785 aos 16 anos, na rigorosa academia militar de Brienne, alvo de zombaria como aquele “matemático magrela”, esse filho da pequena nobreza corsa imprimiu sua marca pela primeira vez nas questões militares aproximadamente oito anos mais tarde, no cerco de Toulon, em 1793. A importante base militar estava, então, sob controle da esquadra inglesa, comandada pelo almirante Hood; capitão de artilharia aos 24 anos, Napoleão foi convidado a assessorar o pouco experiente comandante da s forças re volucionárias francesas que faziam o cerco. Com seu talento para o rápido coup d’œil, que mais tarde haveria de lhe ser tão valioso, o jovem Napoleão Bonaparte traçou uma estratégia que deu certo, e os britânicos foram expulsos. Napoleão transformou-se em herói nas fileiras do incompetente exército revolucionário (embora ainda não fosse conhecido fora dele), sendo promovido à vertiginosa patente de général de briga de ainda com 24 anos e nomeado comandante de artilharia do Exército da Itália.
Após um breve período de relativa inatividade e considerável frustração, sua oportunidade seguinte ocorreu no outono de 1795, quando ele se encontrava em Paris em licença médica. Ante a iminência d e uma revolta contra a Convenção, Napoleão foi convocado por seu amigo e protetor Paul Barras (um dos cinco membros do Diretório que governava o país) para evitá-la. Posicionou alguns artilheiros (levados a galope por um jovem capitão de cavalaria chamado Murat) nas principais ruas próximas do Palácio das Tulherias. Três anos antes, ele assistira à invasão do mesmo palácio pela multidão enfurecida, e daquela ocasião lhe tinha ficado a impressão da fraqueza do rei. “Se Luís XVI tivesse aparecido em montaria, teria levado a melhor”, escreveu Napoleão ao irmão Joseph. Decidido a não cometer o mesmo erro, ele não hesitou em dar ordem de disparar. Disparada à queima-roupa, a histórica “chuva de metralha” do Treizième Vendémiaire botou a multidão para correr. Pela primeira vez desde 1789, a “rua” parisiense, que vinha dando as cartas ao longo da revolução, deparava-se com um novo comandante que não seria assim tão facilmente descartado. Barras, agradecido, mas também nervoso por ver Napoleão tão perto do centro do poder tratou de nomeá-lo — aos 2 7 anos de idade — comandante em chefe do Exército francês da Itália.

Desde 1792, a França estava em guerra com a Primeira Coalizão de seus inimigos, empenhados em reverter a onda revolucionária que parecia ameaçar toda a Europa e em restabelecer o status quo ante na França. Na visão de Thomas Carlyle, a morte de Luís XVI na guilhotina “dividiu todos os amigos; e, no exterior, uniu todos os inimigos”; por ou trolado, segundo Friedrich Engels e outros, não fosse o efeito estimulante da intervenção estrangeira, a revolução poderia ter acabado sufocada n o próprio vômito. Os rumos da guerra oscilavam nesta e naquela direção; a falta de preparo adequado e a incompetência d os novos dirigentes das forças revolucionárias francesa s tinham sido compensadas pelas divergências de interes se s e a letargia entre os Aliados; as for mas rígidas da guerra no século XVIII, inalteradas desde a época de Frederico, o Grande, de parava m-s e com um novo fervor revolucionário, que , no entanto, não era devidamente escorado em ar mas e equipamentos. A o marchar sobre a França, o duque de Brunswick e seus prussianos foram surpreendentemente interceptados e ob ri gados a dar meia volta pela canhonada de Valmy em setembro de 179 2, prenúncio de uma nova forma de guerra.
Em 1793, as força s francesas, ressurgindo graças ao gênio organizacional de Lazare Carnot (que seria considerado “o organizador da vitória” pelo próprio Napoleão), e estimula das por suas primeiras vitórias a levar a revolução a to das as “nações oprimidas” da Europa, invadiram a Bélgica e ameaçara m a Holanda. Em junho de 1794, Jourdan tinha expulsado o último soldado da Coalizão das fronteiras francesas. Os britânicos fracassaram na tentativa de desembarque na baía de Quiberon, enquanto a Prússia — derrotada e, por sua vez, também invadida — abandonava a Primeira Coalizão no ano seguinte. Mas o novo Exército francês de Sambre- e-Meuse, enfrentando desafios além de sua s forças, mal equipado e sabotado pela corrupção e pelas hesitações do Diretório, sofria, a essa altura, uma série de derrotas f rente aos austríacos no Reno .

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