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A Graça de Deus - Quem Disse Que Humor e Espiritualidade Não Podem Caminhar Juntos? (Cód: 4261250)

Quintão,Aldo

Sextante / Gmt

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Descrição

'Todas as dificuldades podem ser vencidas ou amenizadas pela fé e pela alegria. Com Deus e com alegria de viver, a gente verga, mas não quebra. Balança, mas não cai. Perde uma batalha, mas não perde a guerra.” – Reverendo Aldo Quintão.

Em 'A graça de Deus', um dos religiosos brasileiros mais importantes da atualidade lança uma renovada luz sobre questões da vida moderna.

Com muito bom humor e várias histórias divertidas, reverendo Aldo Quintão fala de assuntos como solidariedade, justiça, respeito e igualdade.

Sua visão inclusiva e livre de preconceitos nos faz repensar nossas atitudes, mostrando que alegria e fé não apenas combinam, mas também se complementam.

Nascido numa comunidade pobre, com pouquíssimos recursos além do amor e da fraternidade, reverendo Aldo aprendeu que o bom humor e o amor de Deus são capazes de transformar a vida de qualquer um, em qualquer circunstância – e é esta a mensagem que propaga em seu ministério.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428580
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575428580
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 144
Peso 0.22 Kg
Largura 14.00 cm
AutorQuintão,Aldo

Leia um trecho

Introdução O ano é 1960. A cidade de Inhapim, no estado de Minas Gerais, perde mais seis habitantes para o novo “eldorado”: Brasília, a capital recém-inaugurada do Brasil. Anibal saiu da roça e aprendeu a profissão de sapateiro, e Antonia, que estudou até a quarta série do ensino fundamental, era professora da educação infantil na zona rural. Eles pegam as trouxas e os filhos pequenos, Beth, José Carlos, Elizeth e Gugu, e partem para o sonho que se tornaria pesadelo. Anibal, sem a freguesia amiga do interior, não tem sapato para consertar ou engraxar, e a professora se torna servente. No entanto, conseguem morar em um barraco de madeira com telhado de zinco (barulhento quando chove e calorento no sol de rachar do Centro Oeste) e sem água encanada, luz e banheiro. Mas com lamparina, cisterna e privada, tudo se resolve. Nascem ali os brasilienses Aldo, Geraldo e Anibinha, para entender a máxima da família Quintão: “Faltava quase tudo, mas a gente nem ligava. O importante não faltava: um sorriso e um olhar.” Aos 15 anos vesti a primeira cueca e a primeira calça comprida e fui apresentado a um pedaço de pizza e a outro de lasanha. Achei que naquele momento o fundo se abriria para mim e então eu iria conhecê-lo e desvendá-lo, mas não foi simples assim. Algo de que me recordo com muita alegria enquanto escrevo este livro é que, mesmo com todas as dificuldades pelas quais nossa família tinha passado e ainda passava, nunca, absolutamente nunca, faltaram à fé e a alegria. O bom humor foi o maior presente de nossos pais, herança do bendito e divino DNA. Para ter uma idéia, minha mãe lavava roupa para fora depois do expediente e ainda dava conta de lavar e costurar as de casa, feitas com saco branco. Só que ela fazia tudo isso cantarolando. Minha mãe literalmente cantava o dia inteiro. Meu pai não era diferente. Entre uma engraxada e outra, nos ensinava a vender galinha, queijo e cabide e a executar qualquer serviço honesto. E ele fazia isso com um detalhe relevante: sempre tinha um causo alegre para contar e fazer todo mundo rir. Nessa época, quando eu era ainda muito jovem, fui apresentado ao universo do saber. Lia com sofreguidão os jornais velhos que recolhíamos para embrulhar os sapatos, queijos, rapaduras e demais produtos. Foi então que conheci Nelson Rodrigues, Flávio Rangel e Lourenço Diaféria, entre outros, sem saber que eles me ajudariam a conquistar um pequeno espaço no seminário e no mundo. A vila em que eu morava poderia ser chamada de a Vila do Sem, porque era sem asfalto, sem creche, sem restaurante, sem cinema ou, melhor dizendo, sem nenhuma área de lazer. Mesmo assim, confesso que era muito divertido viver lá. Brincávamos na rua empoeirada com bola feita de papel dentro de um saquinho de leite, rodávamos pneu, soltávamos pipa. Quando chovia era uma festa, porque nadávamos nas poças d’água acumuladas pelas chuvas. Saí da vila em 1980, aos 16 anos, e até hoje aquele lugar, meus familiares, meus amigos e tudo o que vivi por lá permanecem em mim. Foi naquela vila que aprendi o significado verdadeiro da solidariedade, da fraternidade, da igualdade e da inclusão. O negro, o gay, a prostituta, todos nós éramos iguais e solidários na doença, na fome e na fartura. Quando alguém fazia alguma comida gostosa e a dividia com o vizinho, era deselegante devolver a vasilha vazia, sem outra iguaria. Chamo de iguaria porque, para nós, a volta da vasilha que tinha ido era um acontecimento. Quando o gás acabava, saíamos à caça de gravetos e todos ajudavam. Quando alguém construía mais um quarto na casa, eram muitos os pedreiros e serventes voluntários, pois o rango nesse dia era especial. Não havia outro lugar em que tanta gente gostasse de encher laje!

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