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A Grande História da Evolução (Cód: 2646661)

Dawkins, Richard

Companhia Das Letras

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Descrição

A árvore da vida percorrida numa peregrinação de 4 bilhões de anos. Os integrantes da jornada se encontram a cada entroncamento, contam suas histórias e ressaltam as maravilhas da natureza e as revelações da biologia evolutiva. Um trabalho enciclopédico por um dos maiores evolucionistas da atualidade
'A Grande História da Evolução' é uma peregrinação ao longo da árvore genealógica da vida. Partindo de onde estamos hoje, passamos por quarenta entroncamentos onde nos deparamos com ancestrais e peregrinos que vêm de outros ramos. O ponto de chegada situa-se há 4 bilhões de anos, na origem da vida.
Ao longo do trajeto, peregrinos contam suas histórias e descortinam as maravilhas da diversidade biológica que habita este planeta e os mistérios da evolução que ainda hoje desafiam biólogos. O humano ancestral 'Little Foot' investiga como surgiu a possibilidade de andarmos sobre dois pés; o gibão ajuda a entender por que não temos que fazer calças com um furo para a cauda; o camundongo deixa claro que o que torna um organismo diferente do outro não são exatamente os genes, mas como sua atividade é regulada; castores explicam o conceito de fenótipo estendido, em que a represa é uma extensão do próprio castor; e o gafanhoto discute se existem raças. A paisagem que se descortina durante a viagem expõe uma amostra da diversidade da natureza e também explora como entendê-la. O leitor chega ao fim do percurso maravilhado e enriquecido com novas ideias e reflexões. Uma enciclopédia da vida para ler, reler e consultar

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Companhia Das Letras
Cód. Barras 9788535914412
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788535914412
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2009
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 792
Peso 0.37 Kg
Largura 14.00 cm
AutorDawkins, Richard

Leia um trecho

TRECHOS: A evolução biológica não tem uma linha de descendência privilegiada, nem um fim projetado. A evolução alcançou muitos milhões de fins provisórios (o número de espécies sobreviventes no momento da observação), e não há nenhuma razão além da vaidade - vaidade humana, diga-se de passagem, já que somos nós que estamos falando - para designar qualquer um mais privilegiado ou mais culminante do que outro. Isso não significa, como continuarei a argumentar, que haja uma total escassez de razões ou rimas na história evolutiva. Acredito que existem padrões recorrentes. Também acredito, mesmo sendo isso hoje mais polêmico do que no passado, que há sentidos nos quais a evolução pode ser considerada direcional, progressiva e até mesmo previsível. Mas progresso não é, absolutamente, a mesma coisa que progresso em direção à humanidade, e temos de viver com um fraco e nada lisonjeiro senso do previsível. O historiador precisa precaver-se contra costurar uma narrativa cuja impressão, por mínima que seja, tenha como alvo o clímax humano. [...] Não é mais lógico (nem menos) direcionar nossa narrativa histórica para o Homo sapiens em vez de para qualquer outra espécie moderna - Octopus vulgaris, por exemplo, ou Panthera leo ou Sequoia sempervirens. Um andorinhão com veia de historiador, justificadamente orgulhoso do voo como a óbvia realização suprema da vida, considerará os andorinhões - essas espetaculares máquinas de voar com suas asas arqueadas, que se mantêm no ar por um ano ininterrupto e até copulam em pleno voo - como o ápice do progresso evolutivo. Elaborando aqui uma fantasia de Steven Pinker, se os elefantes pudessem escrever a história, talvez retratassem a anta, o musaranho-elefante, o elefante-marinho e o macaco-narigudo como ensaios, principiantes ao longo da estrada principal da evolução da tromba, dando os primeiros passos sem que nenhum deles - sabe-se lá por quê - alcançasse verdadeiramente o sucesso: tão perto, e no entanto tão longe. Os elefantes astrônomos talvez especulassem se, em algum outro mundo, existiriam formas alienígenas de vida que teriam atravessado o rubicão nasal e dado o salto final para a plena proboscitude. Não somos andorinhões nem elefantes, somos gente. Quando, em imaginação, perambulamos por alguma época remota, é humanamente natural que reservemos uma curiosidade e um carinho especial por qualquer espécie, banal em tudo o mais, que naquele cenário antigo tenha sido nossa ancestral (e é fascinantemente estranha a ideia de que sempre existiu uma tal espécie). É difícil negar nossa humana tentação de ver essa espécie particular como a que está trilhando a `estrada principal' da evolução, enquanto as outras caminham pelas margens como seu elenco coadjuvante. Sem sucumbir a esse erro, há um modo de alguém se permitir um legítimo humanocentrismo sem sair da adequação histórica: fazer história retrocedendo. É assim que procede este livro.

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