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A Indústria Cultural Hoje (Cód: 2598913)

Zuin,Antônio Álvaro Soares; Durão,Fabio Akcerrud; Vaz,Alexandre Fernandes

Boitempo Editorial

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Descrição

Mais do que atualizar o conceito desenvolvido pelos pensadores da Escola de Frankfurt, o livro A Indústria cultural hoje, publicado pela Boitempo e organizado por Fábio Durão, Antonio Zuin e Alexandre Fernandes Vaz, pretende investigá-lo a partir do efeito do tempo. Trata-se de uma tentativa de mediar o arcabouço original da Teoria Crítica e a realidade atual de forma dialética.

Fatores como a difusão acelerada da informação, contribuem, segundo os organizadores do volume, para um efeito ambíguo sobre alguns conceitos. Apesar de terem se tornado mais acessíveis, muitos deles, como 'sociedade do espetáculo' de Guy Debord e 'indústria cultural' tiveram seus sentidos e intenções originais desvirtuados.

Em muitos contextos, o termo cunhado por Adorno e Horkheimer aparece totalmente desvinculado de suas reflexões, e é nesse espaço que os artigos de A Indústria cultural hoje se inserem, ao manter o questionamento sobre a atualidade do conceito de indústria cultural.

A obra traz textos de acadêmicos brasileiros e estrangeiros, historiadores, filósofos, psicanalistas e educadores, além de prefácio de Wolfgang Leo Maar. Dividido em quatro partes, o livro aborda questões como as implicações teóricas do conceito de indústria cultural, sua relação com o psiquismo, literatura como campo de resistência e educação.

Prefácio de Wolfgang Leo Maar.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora Boitempo Editorial
I.S.B.N. 9788575591239
Altura 0.00 cm
Largura 0.00 cm
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 216
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788575591239
Número da edição 1
Ano da edição 2008
País de Origem Brasil
AutorZuin,Antônio Álvaro Soares; Durão,Fabio Akcerrud; Vaz,Alexandre Fernandes

Leia um trecho

Trecho da apresentação de Wolfgang Leo Maar: "A indústria cultural é o avesso da autonomia. Implica um amálgama de cultura e economia por meio do qual a dominação no plano da subjetividade, até mesmo em seus aspectos mais subjetivos, estaria condicionada à estrutura social. A indústria cultural enquadra os homens contemporâneos como massa, que não é mera portadora neutra de uma pseudo-subjetividade, mas é gerada para ser sujeito voluntário de integração e assimilação."