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A Integração do Negro na Sociedade de Classes - Vol. I - O Legado da Raça Branca (Cód: 6346295)

Fernandes,Florestan

Globo Editora (Edi??o Digital)

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A Integração do Negro na Sociedade de Classes - Vol. I - O Legado da Raça Branca

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Descrição

A integração do negro na sociedade de classes (o legado da 'raça branca') de Florestan Fernandes, é um marco na sociologia brasileira em mais de um sentido. De um lado, é uma das teses mais famosas já apresentadas na USP (1964). De outro, é a consolidação de nosso maior sociólogo, assim como o pleno desenvolvimento de sua sociologia histórica (marca da 'escola paulista'). Por fim, representa uma histórica virada crítica na auto-imagem do país, virada esta sintetizada na expressão 'o mito da democracia racial' (título de um dos capítulos). A presente reedição é parte das Obras reunidas de Florestan Fernandes (coordenação Maria Arminda Nascimento Arruda), que vem mantendo essa obra fundamental acessível ao público em geral e a estudantes e professores em particular.

Se o 'mito da democracia racial' é o título do penúltimo capítulo do livro, ou seja, sua conclusão lógica, para chegar a tal conclusão Florestan Fernandes, considerado o pai da sociologia crítica e histórica brasileira, percorre um percurso em pirâmide. Assim, a larga base de sua argumentação aprofunda-se na história e expande-se na conceitualização, a partir do primeiro capítulo, 'O negro na emergência da sociedade de classes' (dividido, por sua vez, em 'Trabalho livre e europeização', 'O negro e a revolução burguesa' e 'Expansão urbana e desajustamento estrutural do negro'). Será, então, a partir de uma ampla moldura conceitual, de base marxista mas não apenas marxista, que irá afunilar sua argumentação. O livro, ao mesmo tempo, opera uma outra pirâmide, porém invertida, indo do mais particular ao mais geral. Pois parte do caso paulista para o caso nacional. Depois da própria 'democracia racial', subverte-se agora a centralidade dos modelos nortistas para a questão do negro no Brasil. Pois como argumenta o autor, 'a escolha de São Paulo como unidade da investigação se explica naturalmente. Ela não só é a comunidade que apresenta um desenvolvimento mais intenso, acelerado e homogêneo quanto à elaboração socioeconômica do regime de classes. É, também, a cidade brasileira na qual a revolução burguesa se processou com maior vitalidade'. Ou seja, é o Sudeste industrial, não a Bahia ou o Nordeste agrários, que melhor aclara as relações socioeconômicas do Brasil moderno. Afinal, como sintetiza o prefácio, 'O mito [da democracia racial] consistiria em tomar o que eram desigualdades raciais - próprias da ordem racial escravocrata - como desigualdades de classes da ordem competitiva - próprias do capitalismo industrial. A burguesia e a classe média brasileiras projetavam tal ideal de comportamento de classe de modo a encobrir o seu racismo'. Se as relações capitalistas são relações de classe, não são somente de classe, pois há - e não apenas nas Américas - a confluência e a influência de uma clara etnicidade. Na sociologia brasileira, Florestan Fernandes foi o primeiro - e permanece o mais importante - a abordá-lo de modo rigoroso. A perenidade da questão é a garantia de sua atualidade (do que é exemplo a atual discussão sobre as cotas raciais).

Características

Peso 0.00 Kg
Produto sob encomenda Sim
Marca Globo Editora (Edi??o Digital)
Número de Páginas 440 (aproximado)
Idioma Português
Acabamento e-book
Territorialidade Brasil
Formato Livro Digital Epub
Gratuito Não
Proteção Drm Sim
Tamanho do Arquivo 2401
Início da Venda 04/12/2013
Cód. Barras 9788525056092
Número da edição 1
Ano da edição 2008
Ano da Publicação 2013
Mês da Publicação DEZEMBRO
AutorFernandes,Florestan