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A Invenção de Morel (Cód: 201841)

Casares, Adolfo Bioy

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Descrição

'A invenção de Morel', romance do argentino Adolfo Bioy Casares (1914-1999), foi publicado originalmente em 1940. Narrado em primeira pessoa por um fugitivo da justiça, como um diário deixado ao futuro, conta a história de sua busca por esconderijo e salvação numa ilha deserta. Esta já fôra habitada, tinha algumas construções abandonadas e era considerada foco de uma enfermidade terrível, que 'matava de fora para dentro'. Após um período solitário, o narrador se surpreende com a presença de pessoas no local. Ele não sabe como elas chegaram lá e nota que seus modos são anacrônicos e seu cotidiano, repetitivo. Ao mesmo tempo, observa um conjunto de manifestações fantásticas da natureza: verão antecipado, fauna e flora alternadamente apodrecidas e viçosas, marés descontroladas, duas luas no céu. Atordoado com as mudanças, a princípio evita as pessoas, temendo ser descoberto em seu refúgio. Mas a paixão que brota por uma das visitantes da ilha o leva a quebrar o isolamento. Aos poucos se aproxima dela e de seu mundo e descobre que se chama Faustine. Tenta falar-lhe mas ela não o ouve, nem o vê: é como 'se seus olhos não servissem para ver'. Instigado pelo desejo, ele busca nas entranhas do lugar alguma explicação para o alheamento de Faustine. Aproxima-se dos demais visitantes e percebe que não o notam. Obcecado pela moça, assiste ao assédio de outro visitante a ela e sente ciúme. Aos poucos, o mistério se desata. E a explicação é incrível: Morel, o homem que assediava Faustine, construíra uma prodigiosa máquina, capaz de extrair das coisas e das pessoas uma espécie de essência, primeiro armazenada, depois projetada. O narrador supõe então que Morel recorreu à máquina porque fracassara em sua tentativa de seduzir Faustine, captando secretamente imagens durante uma semana de veraneio e, graças ao movimento da maré, que fazia funcionar seu invento, deixou-as serem reproduzidas eternamente, numa espécie de filme dotado de todas as dimensões possíveis. Não só imagens e sons ficavam gravados: todos os sentidos eram aprisionados por sua máquina, capaz de tornar eternos os cheiros, o tato, o ambiente que rodeava as pessoas, o calor e as chuvas, sol e lua em seus ciclos. Tudo que estava ao alcance da máquina ficava armazenado para depois ser repetido. Porém, o preço deste processo era a 'morte de fora para dentro': a filmagem tirava a vida das pessoas para torná-las imagem. Esclarecido o enigma, o narrador coloca-se diante de um dilema: contemplar Faustine eternamente ou usar a invenção de Morel, inserir-se em suas imagens e passar a viver no mesmo mundo de Faustine. Opta pela segunda possibilidade. Submete-se aos efeitos da máquina e nas últimas linhas de seus escritos já relata as primeiras manifestações da deterioração física. Faz, então, uma última súplica, desta vez ao leitor futuro do diário, para que tente construir outra máquina e o insira 'no céu da consciência de Faustine'.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Cosac Naify
Cód. Barras 9788575034798
Altura 19.00 cm
I.S.B.N. 8575034790
Profundidade 0.00 cm
País de Origem Brasil
Número de Páginas 136
Peso 0.44 Kg
Largura 13.00 cm
AutorCasares, Adolfo Bioy

Avaliações

Avaliação geral: 4

Você está revisando: A Invenção de Morel

nadja maria de Almeida magalhães Bastos recomendou este produto.
25/03/2015

Esta obra do Morel é para mim instigante maquina do futuro.

Mostra a necessidade de se eternizar
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