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A Lista do Nunca (Cód: 5266791)

Zan, Koethi

Paralela

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Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

Depois de um acidente de carro que sofreram quando ainda tinham dez anos, Sarah e Jennifer, amigas inseparáveis, passaram anos escrevendo o que chamaram de Lista do Nunca: uma lista de ações e atitudes que deveriam ser evitadas, a qualquer custo, para que se mantivessem sãs e salvas. Numa noite, no entanto, ao entrarem em um táxi, o destino das duas garotas as levou a um lugar que certamente não considerariam nem um pouco seguro. Sequestradas por um homem frio e adepto do sadismo, elas ficam acorrentadas em um porão com mais duas garotas por três anos. Dez anos depois de conseguir fugir, Sarah ainda tenta levar uma vida normal. Seu sequestrador, porém, está prestes a conseguir uma condicional e mais do que preparar um belo discurso de vítima, Sarah sente que este é o momento de agir. Para isso, vai enfrentar seus terríveis traumas em busca de uma história que nunca fora revelada.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Paralela
Cód. Barras 9788565530408
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788565530408
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Elvira Serapicos
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 272
Peso 0.39 Kg
Largura 16.00 cm
AutorZan, Koethi

Leia um trecho

Havia quatro de nós lá embaixo nos primeiros trinta e dois meses e onze dias do nosso cativeiro. E então, de repente e sem qualquer aviso, éramos três. Apesar de a quarta pessoa não ter feito barulho algum nesses vários meses, o porão ficou muito silencioso quando ela se foi. Depois disso, durante muito tempo, ficamos sentadas em silêncio, no escuro, imaginando qual de nós seria a próxima na caixa. Jennifer e eu, entre tanta gente, não deveríamos ter acabado naquele porão. Não éramos como as típicas garotas de dezoito anos, que ignoram toda a cautela quando são soltas pela primeira vez em um campus universitário. Levávamos nossa liberdade tão a sério e a monitorávamos com tanto cuidado que ela quase já não existia. Mais do que ninguém, sabíamos o que havia lá fora, naquele mundo imenso, e não iríamos deixar que nos pegasse. Havíamos passado anos estudando e documentando metodicamente cada perigo que poderia nos atingir: avalanches, doenças, terremotos, acidentes de carro, sociopatas e animais selvagens — todos os males que poderiam estar nos espreitando pela janela. Acreditávamos que nossa paranoia nos protegeria. Afinal, quais são as chances de justamente duas garotas tão entendidas em desastres serem suas vítimas? Para nós, não existia essa coisa chamada destino. Destino era uma palavra que as pessoas usavam quando não estavam preparadas, quando eram negligentes, quando paravam de prestar atenção. Destino era uma muleta para os fracos. Nossa cautela, que no final da adolescência era quase uma mania, tinha começado seis anos antes, quando estávamos com doze. Em um dia frio, mas ensolarado, de janeiro de 1991, a mãe de Jennifer nos buscou na escola de carro, como em todos os outros dias da semana. Eu nem me lembro do acidente. Só me recordo de acordar lentamente com a batida do monitor cardíaco acompanhando o ritmo constante e reconfortante do meu pulso. Depois disso, durante muitos dias eu me senti aquecida e segura ao acordar, até o momento em que meu coração sucumbiu e minha mente superou o tempo. Jennifer depois me diria que lembrava perfeitamente da batida. Sua lembrança era tipicamente pós-traumática, como um sonho nebuloso, em câmera lenta, com cores e luzes girando em uma espécie de esplendor teatral. Disseram-nos que tivemos sorte porque sofremos apenas ferimentos graves e sobrevivemos à uti, com seu enxame de médicos, enfermeiras, agulhas e tubos, e depois a quatro meses de recuperação em um quarto simples de hospital com o som da cnn ao fundo. A mãe de Jenny não havia tido essa sorte. Colocaram-nos no mesmo quarto, para que pudéssemos fazer companhia uma à outra durante nossa convalescença e, segundo o que a minha mãe me disse baixinho, para que eu pudesse ajudar Jenny a enfrentar sua dor. Mas eu suspeitava que o outro motivo para isso fosse o fato de que o pai de Jennifer, que se divorciara da mãe dela e era um bêbado imprevisível que sempre tínhamos o cuidado de evitar, havia ficado satisfeito demais quando meus pais se ofereceram para se revezar no quarto conosco. De qualquer forma, à medida que nos recuperávamos lentamente, ficávamos sozinhas com mais frequência, e foi então que começamos os diários — para passar o tempo, foi o que dissemos a nós mesmas, mas provavelmente sabendo lá no fundo que era para nos ajudar a sentir que tínhamos algum controle sobre um mundo injusto e violento. O primeiro diário era apenas um bloco que estava na mesa de cabeceira do hospital, com o nome jones memorial impresso em letras maiúsculas no alto. Poucas pessoas reconheceriam que era um diário, pois estava cheio de listas com os horrores que víamos na televisão. Tivemos que pedir mais três blocos para as enfermeiras. Elas deviam achar que passávamos os dias entretidas com jogo da velha ou forca. De qualquer maneira, não ocorreu a ninguém mudar o canal. Quando saímos do hospital, trabalhamos pra valer em nosso proje9 to. Na biblioteca da escola encontramos almanaques, revistas médicas e até um livro com tabelas atuariais de 1987. Reunimos dados, computamos e registramos, enchendo uma linha atrás da outra com as evidências da vulnerabilidade humana. No início, os diários eram divididos em oito categorias básicas, porém, à medida que fomos ficando mais velhas, descobrimos, horrorizadas, que havia coisas muito piores do que acidentes aéreos, acidentes domésticos e câncer. Em silêncio absoluto e depois de muita reflexão, sentadas no banco ensolarado e alegre da janela do meu bem iluminado quarto no sótão, Jennifer escreveu novos títulos em letras pretas com sua Bic: sequestro, estupro e assassinato. As estatísticas nos davam certa tranquilidade. Afinal, conhecimento é poder. Sabíamos que tínhamos uma chance em dois milhões de sermos mortas por um tornado; uma chance em trezentas e dez mil de morrer em um acidente aéreo, e uma chance em quinhentas mil de sermos atingidas por um asteroide em rota de colisão com a Terra. Em nossa visão distorcida das probabilidades, o fato de termos memorizado aquela lista imensa de números de alguma forma mudava nossas chances para melhor. Pensamento mágico, diriam nossos terapeutas um ano depois que voltei para casa e vi todos os dezessete diários empilhados na mesa da cozinha, e meus pais ali sentados, esperando com os olhos cheios de lágrimas. Eu estava com dezesseis anos e Jennifer tinha vindo morar conosco porque o pai dela estava na cadeia depois de ter sido detido pela terceira vez por dirigir alcoolizado. Nós o visitávamos pegando o ônibus, porque tínhamos decidido que não era seguro dirigir nessa idade. (Ainda demoraria um ano e meio até que uma de nós tirasse carta de motorista.) Nunca gostei do pai dela, e depois descobrimos que ela também não. Pensando bem, não sei por que íamos visitá-lo, mas íamos, religiosamente, no primeiro sábado de cada mês. Geralmente, ele apenas a olhava e chorava. Às vezes tentava dizer alguma coisa, mas nunca conseguia terminar uma frase. Jennifer nem piscava, ficava olhando para ele com uma expressão tão vazia como jamais vi em seu rosto, nem mesmo quando estávamos naquele porão. Os dois nunca falavam, e eu ficava a uma pequena distância, desconfortável, impaciente. Seu pai era a única coisa sobre a qual ela não falava comigo — nem uma palavra sequer —, por isso na volta para casa eu ficava segurando sua mão enquanto ela olhava pela janela do ônibus em silêncio. No verão antes da nossa ida para a Universidade de Ohio, nossa ansiedade chegou ao auge. Logo estaríamos deixando o quarto que dividíamos no sótão e penetraríamos no imenso desconhecido: um campus universitário. Enquanto cuidávamos dos preparativos, fizemos a Lista do Nunca e a penduramos atrás da porta do quarto. Jennifer, que sofria de insônia, costumava levantar no meio da noite para acrescentar alguma coisa: nunca ir sozinha até a biblioteca do campus à noite, nunca estacionar a mais de seis vagas do seu destino, nunca confiar em um estranho com o pneu furado. Nunca, nunca, nunca. Antes de partir, enchemos um baú, escolhendo meticulosamente todos os tesouros que havíamos reunido durante anos nos aniversários e natais: máscaras, sabonetes antibacterianos, lanternas, spray de pimenta. Escolhemos um quarto em um edifício baixo para que, em caso de incêndio, pudéssemos pular facilmente. Estudamos detalhadamente o mapa do campus e chegamos três dias antes para examinar os caminhos e passagens e avaliar a iluminação, visibilidade e proximidade dos espaços públicos. Quando chegamos ao nosso dormitório, Jennifer pegou suas ferramentas antes mesmo de abrirmos as malas. Ela fez um furo no caixilho da janela e eu enfiei umas barras de metal na madeira, pequenas mas fortes o suficiente para impedir que a janela fosse aberta pelo lado de fora mesmo que quebrassem os vidros. Colocamos uma escada de corda do lado dela, junto com um alicate para remover as barras de metal caso precisássemos fugir rapidamente. Conseguimos uma permissão especial da segurança do campus para acrescentar uma fechadura de segurança em nossa porta. Como toque final, Jennifer pendurou a Lista do Nunca na parede, entre as nossas camas, e examinamos o quarto com satisfação. Talvez o universo tenha nos brindado com uma justiça perversa no final. Ou talvez os riscos de viver no mundo exterior simplesmente fossem maiores do que havíamos calculado. De qualquer forma, acho que saímos dos nossos limites ao tentar viver uma vida universitária aparentemente normal. Sério, eu pensei depois, nós sabíamos das coisas. Mas ao mesmo tempo, a atração das coisas comuns se mostrou irresistível. Fomos para aulas separadas uma da outra mesmo tendo que ir para lados opostos do campus. Às vezes ficávamos na biblioteca conversando com novos amigos até muito depois de escurecer. Fomos inclusive a algumas festas no campus patrocinadas pela universidade. Como jovens normais. Na verdade, depois de apenas dois meses, secretamente comecei a pensar que poderíamos levar uma vida mais parecida com a das outras pessoas. Pensei que as preocupações da nossa infância talvez pudessem ser deixadas de lado, embaladas nas caixas de papelão junto com as outras recordações que havíamos deixado em casa. Pensei — e agora vejo que isso foi uma ruptura herética com tudo o que acreditávamos — que talvez nossa obsessão juvenil fosse apenas isso, e que finalmente estivéssemos crescendo. Felizmente, nunca expressei esses pensamentos para Jennifer, e muito menos agi baseada neles, por isso consegui meio que me perdoar naqueles dias e noites sombrios que vieram depois. Éramos apenas universitárias, fazendo o que os universitários fazem. Mas eu me consolava sabendo que tínhamos seguido nossos protocolos até o amargo final. Tínhamos, quase automaticamente, executado nossas estratégias de proteção com foco e precisão militar, fazendo de todos os dias um exercício de segurança contínua. Todas as atividades tinham três pontos de checagem, uma regra e um plano alternativo. Estávamos atentas. Tomávamos cuidado. Naquela noite não foi diferente. Antes mesmo de chegarmos ao campus, tínhamos pesquisado qual era a empresa de táxi da cidade com o menor número de acidentes e abrimos uma conta. Colocamos o débito direto no cartão de crédito para o caso de estarmos sem dinheiro ou termos a carteira roubada. Afinal, “Nunca estar desprevenida” era o número 37 da lista. Dois meses após o início do semestre, o atendente já reconhecia nossas vozes. Só tínhamos que dar o endereço e pouco depois éramos levadas em segurança até nossa fortaleza no dormitório. Naquela noite fomos a uma festa fora do campus — a primeira, para nós. As coisas estavam apenas começando por volta da meia-noite quando decidimos que já havíamos forçado demais o limite. Telefonamos para a empresa de táxi e um sedã preto chegou em tempo recorde. Não notamos nada fora do comum até estarmos dentro do carro com os cintos de segurança apertados. Senti um cheiro engraçado, mas dei de ombros concluindo que isso estava dentro do esperado para uma empresa de transporte de pessoas. Alguns minutos depois, Jennifer adormeceu com a cabeça apoiada no meu ombro. Essa lembrança, a última da nossa outra vida, ficou preservada na minha imaginação em um perfeito halo de paz. Senti uma grande satisfação. Tinha uma expectativa em relação à vida, uma vida de verdade. Estávamos seguindo em frente. Seríamos felizes. Devo ter pegado no sono também porque, quando abri os olhos, estávamos totalmente no escuro, no banco de trás, com as luzes da cidade substituídas pelo brilho tênue das estrelas. O sedã preto seguia por uma estrada deserta, tendo à frente apenas a linha indistinta do horizonte. Aquele não era o caminho para casa. No início entrei em pânico. Depois me lembrei do número 7 da nossa Lista do Nunca: “nunca entre em pânico”. Refiz mentalmente todos os nossos passos naquele dia, tentando inutilmente descobrir onde foi que erramos. Porque tinha que ter sido um erro. Aquele não era o nosso “destino”. Contrariada, percebi que tínhamos cometido o erro mais básico e fundamental de todos. Qualquer mãe ensinava ao seu filho a norma de segurança mais simples, a mais óbvia até mesmo em nossa lista: Nunca entre no carro. Em nossa confiança excessiva, pensamos que podíamos enganar — só um pouco — a nossa lógica, nossa pesquisa, nossas precauções. Mas nada poderia mudar o fato de que não havíamos seguido a regra. Tínhamos sido ingênuas. Não havíamos imaginado que pudesse haver outras mentes tão calculistas quanto as nossas. Não havíamos contado, como nosso inimigo, com o mal real, em vez de possibilidades estatísticas. Ali no carro, respirei profundamente três vezes e olhei para o rosto adormecido de Jennifer por alguns longos e tristes minutos. Rapidamente me dei conta de que, pela segunda vez em tão pouco tempo, ela acordaria para uma vida profundamente transformada. Por fim, apavorada, eu a segurei pelos ombros e sacudi levemente. Ela tinha o olhar embaçado. Coloquei o dedo nos lábios e, à medida que seus olhos en13 contravam o foco, ela começou a processar nossa situação. Quando vi o olhar de entendimento e medo estampado em seu rosto, choraminguei baixinho, mas abafei o som com minha mão. Jennifer havia passado por maus momentos e tinha sofrido tanto. Ela não conseguiria sobreviver sem mim. Eu tinha que ser forte. Nenhuma de nós soltou um pio sequer. Tínhamos treinado para nunca agir impulsivamente em situações de emergência. E aquela decididamente era uma situação de emergência. Através da grossa divisória de plástico que nos separava do motorista, conseguíamos ver muito pouco do nosso sequestrador: cabelo castanho-escuro, casaco de lã preto, mãos grandes no volante. No lado esquerdo do pescoço, parcialmente escondida pelo colarinho, uma pequena tatuagem que eu não consegui identificar no escuro. Senti um arrepio. O espelho retrovisor estava virado de forma que não conseguíamos ver quase nada de seu rosto. Tão silenciosamente quanto possível, testamos as maçanetas das portas. Travadas. O mecanismo das janelas também não estava funcionando. Estávamos presas. Jennifer se abaixou lentamente e pegou a bolsa no piso do carro, sem tirar os olhos de mim enquanto remexia na bolsa silenciosamente. Ela pegou o spray de pimenta. Balancei a cabeça, sabendo que não teria utilidade no espaço em que estávamos confinadas. Ainda assim, nós nos sentimos mais seguras. Enfiei a mão na minha bolsa, perto dos meus pés, e encontrei outro spray, junto com um alarme manual com botão de pânico. Teríamos que esperar, em silêncio, apavoradas, com as mãos trêmulas segurando os sprays de pimenta e o suor escorrendo pelo rosto apesar do frio de outubro que fazia lá fora. Examinei o interior do carro, tentando pensar em um plano. Foi então que percebi. Havia pequenas aberturas na divisória do meu lado, mas as que estavam na frente de Jennifer tinham sido ligadas a uma espécie de engenhoca caseira feita de metal e borracha. Havia válvulas ligadas a um cano que sumia da nossa vista no piso da frente. Por alguns instantes, fiquei de boca aberta, observando aquele mecanismo complicado, a minha mente a mil sem conseguir imaginar algo coerente e então eu entendi. “Vão nos drogar”, eu sussurrei para Jennifer. Abaixei os olhos para o spray de pimenta e lamentei, sabendo que nunca conseguiria usá-lo. Passei a mão, quase como um carinho, e o deixei cair, olhando para a causa da nossa desgraça iminente. Jennifer seguiu meu olhar e percebeu imediatamente o que significava. Não havia esperança. Ele deve ter me ouvido falar pois, apenas alguns segundos depois, um leve assobio nos avisou que estávamos prestes a ficar muito sonolentas. As aberturas do meu lado foram fechadas. Nós nos demos as mãos e com a outra seguramos as laterais do banco de couro sintético enquanto o mundo desaparecia. Quando recobrei a consciência, estava no porão escuro que seria minha casa durante mais de três anos. Despertei das drogas lentamente, tentando encontrar um foco para os meus olhos no mar de cinza que havia à minha frente. Quando finalmente consegui enxergar, tive que fechá-los de novo para evitar que o pânico tomasse conta de mim. Esperei dez vinte, trinta segundos, e abri os olhos novamente e olhei para o meu corpo. Estava nua e presa à parede pelo tornozelo. Senti um arrepio percorrer minha espinha e o estômago embrulhar. Eu não estava sozinha. Havia mais outras duas garotas ali, nuas, magras e presas à parede como eu. Diante de nós estava a caixa. Era um caixote de madeira simples, medindo talvez um metro e meio de comprimento com pouco mais de um metro de altura. A abertura estava longe de mim, por isso eu não conseguia ver o que a prendia. Havia uma lâmpada fraca pendurada no teto. Ela balançava um pouco. Jennifer não estava por perto.

Avaliações

Avaliação geral: 5

Você está revisando: A Lista do Nunca

luna recomendou este produto.
04/01/2014

NUnca

Muito bom , melhor livro do mundo , indico a todos !
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A Lista do Nunca (Cód: 5266791) A Lista do Nunca (Cód: 5266791)
R$ 26,30
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