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A Revolução Americana (Cód: 4895671)

Wood,Gordon S.

Objetiva

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Descrição

Quando Abraham Lincoln tentou definir a essência dos Estados Unidos, se referiu à Revolução Americana. Sabia que ela tinha sido não apenas a origem constitucional da jovem nação, mas também a base dos valores do seu povo. As aspirações dos norte-americanos – os direitos individuais, o império da lei e o bem-estar e a igualdade dos cidadãos – têm sua origem na era revolucionária. Este momento crucial na história, que influenciaria todo um ideário em especial para o Ocidente, teve origem quando 13 colônias do outro lado do Atlântico se voltaram contra o governo britânico para se converterem, em pouco mais de três décadas, em uma enorme, habilidosa e impetuosa república de aproximadamente 4 milhões de cidadãos. Gordon S. Wood, historiador multipremiado, recria as origens dessa revolução, baseadas em um firme sentido de independência e no valor do próprio trabalho. Ele compõe um relato preciso do levantamento de armas e dos ideais que deram à luz a república norte-americana e inspiraram diversas insurgências no mundo não somente à época, mas também pelos séculos seguintes.

Características

Peso 0.30 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Objetiva
I.S.B.N. 9788539004928
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Teixeira, Michel
Cód. Barras 9788539004928
Número da edição 1
Ano da edição 2013
País de Origem Brasil
AutorWood,Gordon S.

Leia um trecho

I. Origens

As origens da revolução estão profundamente enraizadas no passado dos Estados Unidos. O século e meio de rápido desenvolvimento das colônias britânicas do Novo Mundo mudou os padrões institucionais e os costumes herdados da Europa, o que levou muitos colonos a acreditar que estavam se desviando das normas de conduta européias. Comparados à próspera e poderosa metrópole inglesa, os Estados Unidos de meados do século XVIII pareciam um lugar primitivo, atrasado, turbulento e desorganizado, sem uma aristocracia verdadeira, sem magníficos palácios ou grandes centros urbanos, ou se já, sem qualquer dos atributos do mundo civilizado. Sendo assim, amiúde os colonos se sentiam compelidos a pedir desculpas pela crueza de sua sociedade, pela insignificância de sua arte e de sua literatura, e pela trivialidade de seus assuntos.
Até que, na década de 1760, a Grã-Bretanha decidiu fazer valer, com intensidade incomum para o século anterior, seu poder sobre aquela região em franca mutação, precipitando a crise de um império cuja organização era então bastante débil.
A resistência americana se transformou em rebelião, mas, enquanto os colonos ainda tentavam entender as peculiaridades da sociedade em que viviam, essa mesma rebelião passou a ser justificativa e idealização do modo de vida americano como este se desenvolvera, de maneira gradual e não intencional, durante o século e meio anterior. Subitamente, os americanos saíram das sombras da história para se enxergar como uma nova sociedade, que tinha em mãos todas as ferramentas para construir um futuro republicano. Nesse sentido, John Adams diria depois: “a revolução estava consumada antes do início da guerra.” Era a mudança “nos corações e mentes do povo”.
Porém, essa mudança não representa a Revolução Americana como um todo. A revolução não foi um mero endosso intelectual a uma realidade social preexistente. Ela também fazia parte do grande processo transformador que conduziu os Estados Unidos à sociedade liberal e democrática do mundo moderno. Embora a América colonial já fosse um lugar diferente da Europa em 1760, a região ainda conservava, junto com perucas empoadas e culotes, muitos hábitos tradicionais que tinham por base o comportamento da monarquia e as relações sociais de dependência. A revolução eliminou o que ainda restava desses padrões e pavimentou o caminho para o mundo mais fluido, agitado e individualista que viria depois.
As mudanças foram notáveis e deram ao povo americano uma visão de futuro tão grandiosa e que, até então, nenhum outro grupo de pessoas tivera. Os americanos enxergaram sua nação como líder de uma revolução mundial em prol do republicanismo e da liberdade, e também como o lugar em que todas as artes e todas as ciências floresceriam. Algo que começou como uma rebelião colonial à margem do mundo civilizado se tornou um evento que sacudiu toda a Terra, um acontecimento que, como declarou um clérigo, prometia criar, a partir de um “Mundo agonizante, [...] um novo Mundo, um jovem mundo, um Mundo para milhões e Milhões de pessoas, sob os auspícios do Florescer da Devoção”.

Crescimento e movimento da população.

Em 1763, a Grã-Bretanha dominava o mundo de uma ponta a outra, no mais vasto e mais rico império desde a queda de Roma. Da Índia ao rio Mississipi, esquadras e exércitos britânicos colecionavam vitórias. O Tratado de Paris, que pôs fim à Guerra dos Sete Anos (ou Guerra Franco-Indígena, como ficou conhecida nos Estados Unidos), selou a supremacia britânica sobre a metade oriental da América do Norte. A Grã-Bretanha obteve da França e da Espanha, as potências derrotadas, vastas áreas do Novo Mundo, como todo o território do Canadá e das Flóridas Oriental e Ocidental, além de milhões de hectares de terra fértil entre os montes Apalaches e o rio Mississipi. A França entregou à Espanha o território da Louisiana como compensação pela perda da Flórida, e assim os inimigos mais temíveis da Grã-Bretanha se retiraram do continente norte-americano.
Entretanto, naquele momento de supremacia britânica, já estavam em ação forças poderosas que, em pouco tempo, quase do dia para a noite, mudariam tudo. Após a Guerra dos Sete Anos, as autoridades britânicas se viram obrigadas a tomar decisões havia muito adiadas com relação às colônias, o que poria em marcha uma cadeia de eventos que, em última instância, levaria à queda do império.
Desde a formação do império britânico, no final do século XVII, havia interesse de burocratas e dignitários reais na reforma da desorganizada estrutura imperial e na expansão da autoridade real sobre os colonos americanos. A maioria desses planos, no entanto, era embargada pelos gabinetes ingleses, mais preocupados em manter o domínio da política inglesa do que em realizar uma reforma colonial. Diante de tais circunstâncias, o império foi capaz de crescer de maneira aleatória, sem muito controle de Londres. Habitantes de diferentes partes da Europa receberam autorização para se estabelecer nas colônias e muitas terras foram doadas.
Embora para um pequeno grupo de dignitários britânicos não houvesse dúvida de que as colônias deviam ser inferiores ao país natal e dependentes dele, era fato que o império não funcionava dessa maneira. O tipo de relacionamento que se desenvolveu refletia a natureza irracional e ineficiente do sistema imperial: o excesso de cargos, a dispersão do poder e a tibieza da organização. Mesmo na regulação do comércio, que era o principal negócio do império, a ineficiência, as brechas e as numerosas oportunidades para a corrupção não permitiam que as autoridades imperiais interferissem de forma substancial na luta dos colonizadores pelos próprios interesses econômicos e sociais.
Em meados do século XVIII, entretanto, novas circunstâncias começaram a impelir mudanças nesse relacionamento que, embora funcionasse, era claramente irracional. A importância cada vez maior das colônias — em 1760, eram 22 no hemisfério ocidental — tornava inviável manter o tratamento pouco atencioso que a Grã-Bretanha dedicara a elas na primeira metade do século XVIII. O dinamismo das mudanças que ocorriam no mundo sob domínio do crescente império britânico demandava que a Inglaterra devotasse mais atenção às colônias norte-americanas.