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A Sabedoria Dos Jesuítas Para (quase) Tudo – Espiritualidade Para a Vida Cotidiana (Cód: 4438725)

Martin, James

Sextante / Gmt

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A Sabedoria Dos Jesuítas Para (quase) Tudo – Espiritualidade Para a Vida Cotidiana

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Descrição

A espiritualidade inaciana é tão ampla que a apresentarei em uma grande variedade de tópicos, entre eles: fazer boas escolhas, encontrar uma ocupação relevante, ser um bom amigo, viver com simplicidade, pensar sobre o sofrimento, aprofundar a oração, se esforçar para ser uma pessoa melhor e aprender a amar.



O caminho de Inácio nos ensina que não há nada que não faça parte da vida espiritual. Todos aqueles assuntos nos quais você tem evitado tocar – dificuldades conjugais, problemas no trabalho, uma doença grave, um relacionamento rompido, preocupações financeiras – podem ser abordados e examinados sob a luz de Deus.



Veremos como encontrar Deus em tudo e tudo em Deus. E tentaremos fazer isso com senso de humor, um elemento essencial da vida espiritual.



Também apresentarei algumas maneiras claras e simples de incorporar a espiritualidade inaciana à sua vida cotidiana. Desenvolver a espiritualidade não deve ser uma tarefa complexa, por isso oferecerei dicas simples e exemplos da vida real.


Você não precisa ser católico, cristão, religioso nem espiritualizado para se beneficiar de alguns dos insights de Santo Inácio de Loyola.



Mas não se preocupe se não se sentir perto de Deus neste momento. Nem se nunca se sentiu. Ou se tem dúvida da Sua existência. Ou mesmo se está razoavelmente convencido de que Deus não existe. Continue lendo. Deus cuidará do resto.”

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428597
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788575428597
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Joel Macedo
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 336
Peso 0.42 Kg
Largura 16.00 cm
AutorMartin, James

Leia um trecho

Capítulo 1
Um modo de conduta
O que é a espiritualidade inaciana?

Quem é Santo Inácio de Loyola e o que ele tem a nos dizer hoje? Santo Inácio de Loyola foi um soldado que se tornou místico e fundou, no século XVI, uma ordem católica chamada Companhia de Jesus, cujos integrantes eram conhecidos como jesuítas. Sua visão não ortodoxa do cristianismo tem ajudado milhões de pessoas a descobrirem a paz, a alegria e a liberdade e a terem experiências com Deus na vida cotidiana. O caminho de Inácio, ou seu “modo de conduta”, para usar uma de suas expressões preferidas, permitiu que muitas pessoas encontrassem mais satisfação em suas vidas em um período de mais de 450 anos. O caminho de Inácio nos leva ao encontro da liberdade: a liberdade de nos tornarmos a pessoa que somos destinados a ser. Ele nos ensina a amar e a aceitar o amor. E nos torna capazes de tomar boas decisões, desfrutar da beleza da criação e participar do mistério do amor de Deus. O caminho de Inácio é fundamentado em seus próprios escritos, assim como nas tradições, nas práticas e nos conhecimentos espirituais transmitidos pelos padres e irmãos jesuítas de geração a geração. Embora essas tradições, práticas e conhecimentos espirituais tenham orientado os membros da Ordem dos Jesuítas desde a sua fundação, em 1540, Inácio sempre desejou que seus métodos se tornassem acessíveis a todos e não ficassem restritos apenas à comunidade jesuíta. Desde os primórdios da ordem, Inácio incentivou os jesuítas a transmitir esses ensinamentos a outros padres, a irmãs e irmãos do ministério, e também aos leigos. A “espiritualidade inaciana” deve alcançar o maior número possível de fiéis em busca da verdade. Talvez seja pertinente fazer esta outra pergunta antes de seguir adiante: o que é “espiritualidade”? A espiritualidade é um modo de viver em relacionamento com Deus. Na tradição cristã, todas as espiritualidades, independentemente de sua origem, têm o mesmo foco: o desejo de união mística com Deus, a ênfase no amor e na caridade e a fé em Jesus como o Filho de Deus enviado a este mundo. No entanto, cada espiritualidade ressalta aspectos diferentes da tradição – uma enfatiza a vida contemplativa; outra, o ativismo, e daí por diante. A espiritualidade inaciana dá mais importância à alegria, à liberdade, à tomada de consciência, à dedicação à oração e ao cuidado com os pobres. Todos esses aspectos são relevantes para todas as espiritualidades cristãs, porém a diferença está na atenção dedicada a eles por cada “escola” espiritual.

Os jesuítas são práticos

Os jesuítas seguem o exemplo de Inácio no que se refere a uma espiritualidade prática. Contam uma piada em que um franciscano, um dominicano e um jesuíta estão celebrando uma missa juntos e, de repente, falta luz na igreja. O franciscano agradece a chance de poder rezar uma missa com mais simplicidade. O dominicano aproveita para fazer um sermão erudito sobre como Deus traz luz para este mundo, enquanto o jesuíta vai até o porão e troca o fusível. Em seu livro Os jesuítas: suas doutrinas e práticas espirituais, publicado em 1964, Joseph de Guibert, um jesuíta francês, apresenta uma analogia interessante que vem da Idade Média. A espiritualidade é como uma ponte: nos leva de um lugar para outro, algumas vezes sobre terrenos perigosos, como um rio ou grandes precipícios. Todas as pontes têm a mesma função, mas a cumprem de maneiras diferentes. Elas podem ser feitas de concreto, madeira, pedra ou metal; podem ser arqueadas, pênseis ou apoiadas sobre vigas. “Portanto”, escreve o padre De Guibert, “sempre haverá muitos tipos diferentes, e cada uma terá suas vantagens e desvantagens. Cada tipo é adaptável a terrenos e contornos específicos e não a outros. No entanto, cada ponte, com sua característica própria, alcançam o propósito comum a todas: proporcionar travessias por meio de uma combinação organizada e equilibrada de materiais e formatos.” Da mesma forma, todas as espiritualidades proporcionam uma “travessia” até Deus. Muitas das espiritualidades da tradição cristã tiveram sua origem nas ordens religiosas: beneditinos, franciscanos, carmelitas e cistercienses. Cada ordem desenvolveu, ao longo dos séculos, suas próprias tradições, algumas diretamente elaboradas por seu fundador, outras resultantes de uma meditação posterior sobre sua vida e suas práticas. Hoje os membros dessas ordens religiosas vivem o que o padre De Guibert chama de “tradição de família”. Quem passa algum tempo com os franciscanos, por exemplo, logo irá notar o amor que eles têm pelos pobres e pela natureza, uma paixão que marcou a vida de seu fundador, São Francisco de Assis. Viver alguns dias em uma comunidade beneditina significa desfrutar do espírito caloroso e hospitaleiro transmitido por São Bento, o que não é nenhuma surpresa tratando-se de alguém que disse certa vez: “Todos os hóspedes devem ser recebidos como Cristo.” As ordens religiosas chamam isso de “carisma”, que vem da palavra em latim para “dom” e “presente”. O carisma, portanto, é o espírito original, passado adiante pelo fundador. Da mesma forma, passar algum tempo com um padre ou irmão jesuíta é experimentar a espiritualidade distintiva de Santo Inácio de Loyola e da Ordem dos Jesuítas. Isso significa vivenciar as práticas, os métodos, o ânimo, o estilo de vida e a maneira de compreender o cristianismo e a vida cristã que chegou a nós por meio de Santo Inácio e ficou conhecida como “espiritualidade inaciana”. Essa espiritualidade ajudou a Companhia de Jesus a realizar feitos admiráveis durante a sua movimentada história. É impossível falar sobre as realizações jesuítas sem que eu pareça muito orgulhoso delas, então deixarei que o historiador inglês Jonathan Wright faça isso por mim. O trecho a seguir foi retirado de seu ótimo livro God’s Soldiers: Adventure, Politics, Intrigue and Power – A History of the Jesuits: Eles foram conselheiros da corte em Paris, Pequim e Praga, orientando os reis sobre quando e como deviam se casar ou partir para a guerra. Foram os astrônomos dos imperadores chineses e os capelães do exército japonês na invasão da Coréia. Como esperado, ministraram sacramentos e sermões e proporcionaram educação a homens tão diversos quanto Voltaire, Fidel Castro, Hitchcock e James Joyce. Mas também foram pastores em Quito, fazendeiros no México, viticultores na Austrália e latifundiários nos Estados Unidos antes da guerra civil. A Companhia de Jesus frutificou no mundo das letras, das artes, da música e da ciência e dissertaram sobre dança, enfermidades e leis da eletricidade e da óptica. Os jesuítas enfrentaram os desafios de Copérnico, Descartes e Newton, e 35 crateras da superfície lunar foram nomeadas por cientistas jesuítas.

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