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A Sombra da Serpente - Col. As Crônicas Dos Kane (Cód: 4259007)

Riordan, Rick

Intrinseca

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Descrição

Sadie e Carter são importantes descendentes da Casa da Vida, uma sociedade secreta de magia estabelecida no Egito ainda no tempo dos faraós. Os irmãos sabem que sua herança ancestral lhes reserva um importante papel: seus poderes são fundamentais para a restauração do Maat, a ordem do universo. Mas, uma vez instalado, o Caos é imprevisível, incalculável e incontrolável, e agora que Apófis está livre os Kane têm somente três dias para evitar que a serpente destrua o planeta. Como se isso não bastasse, a sorte deles parece só piorar.
Os magos estão divididos. Alguns deuses egípcios estão enfraquecendo e, um a um, começam a desaparecer. Walt, um dos mais talentosos combatentes da Casa do Brooklyn, foi amaldiçoado, e sua energia vital está se esvaindo. Zia agora é responsável por Rá, o deus sol, que está completamente senil e não será de grande ajuda. Sadie e Carter, ao lado de alguns jovens magos e uns poucos aprendizes, são os únicos dispostos a enfrentar a serpente e salvar o mundo.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788580572018
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580572018
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Débora Isidoro
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 352
Peso 0.48 Kg
Largura 16.00 cm
AutorRiordan, Rick

Leia um trecho

1. Arrebentamos em uma festa

 Aqui é Sadie Kane.
Se estiver ouvindo isto, parabéns! Você sobreviveu ao Dia do Juízo Final. Gostaria de me desculpar com antecedência por qualquer inconveniente que o fim do mundo possa ter lhe causado. Os terremotos, as rebeliões, os tumultos, os tornados, as inundações, os tsunamis e, é claro, a serpente gigante que engoliu o Sol... Receio que a maior parte disso tenha sido culpa nossa. Carter e eu decidimos que precisávamos, no mínimo, explicar como isso aconteceu. Este provavelmente será nosso último registro. Quando você tiver ouvido nossa história, o motivo ficará evidente. Nossos problemas começaram em Dallas, quando carneiros cuspidores de fogo destruíram a exposição do Rei Tut. Naquela noite os magos do Texas davam uma festa no jardim de esculturas em frente ao Museu de Arte de Dallas. Os homens usavam smoking e botas de caubói. As mulheres estavam com vestidos de gala e penteados que lembravam explosões de algodão-doce. (Carter diz que ninguém fala vestido de gala, e sim vestido longo. Não quero saber. Sou garota e fui criada em Londres, então vocês vão ter que me entender e aprender meu jeito de falar). Uma banda tocava músicas country antigas na tenda. Luzinhas decorativas cintilavam nas árvores. De vez em quando, magos surgiam de portas secretas nas esculturas ou invocavam faíscas para se livrar de mosquitos irritantes, mas, fora isso, parecia ser uma festa bem normal. O líder do Quinquagésimo Primeiro Nomo, JD Grissom, conversava com os convidados e saboreava um prato de tacos com recheio de carne quando o puxamos para uma reunião de emergência. Eu me senti culpada por isso, mas não tínhamos muita escolha, considerando o perigo que ele corria. — Um ataque? — JD Grissom franziu a testa. — A exposição de Tut está aberta há um mês. Se Apófis quisesse, já não teria atacado? JD era alto e robusto, com um rosto enrugado e envelhecido, cabelo ruivo ondulado e mãos ásperas como casca de árvore. Parecia ter uns quarenta anos, mas é difícil determinar a idade de um mago. Ele poderia ter quatrocentos. Vestia terno preto, uma gravata fina de caubói e um cinto de fivela grande com uma estrela solitária de prata, como um xerife do Velho Oeste. — Vamos conversar no caminho — disse Carter. Ele nos conduziu para o outro lado do jardim. Devo admitir que meu irmão estava incrivelmente confiante. Ele ainda era um grande tonto, é claro. O cabelo castanho e crespo tinha uma falha do lado esquerdo, onde seu grifo lhe dera uma “mordida de amor”, e pelos arranhões no rosto dava para perceber que ele ainda não havia dominado a arte de se barbear. Mas, desde que completara quinze anos, Carter havia espichado e ganhado músculos devido às horas de treinamento de combate. Parecia altivo e maduro com suas roupas de linho preto, especialmente com aquela espada khopesh junto ao corpo. Eu conseguia quase imaginá-lo como um líder sem gargalhar histericamente com isso. (Por que está me olhando feio, Carter? Foi uma descrição bem generosa.) Carter contornou a mesa do bufê e pegou um punhado de nachos no caminho. — Apófis tem um padrão — ele falou para JD. — Todos os outros ataques aconteceram em noites de lua nova, quando a escuridão é maior. Acredite, ele vai atacar seu museu hoje à noite. E vai atacar com força. JD Grissom se espremeu para passar por um grupo de magos bebendo champanhe. — Esses outros ataques... Você se refere a Chicago e à Cidade do México? — E a Toronto — acrescentou Carter. — E... alguns outros. Eu sabia que ele não queria contar mais. Os ataques que havíamos testemunhado ao longo do verão nos causaram pesadelos. É verdade, o Armagedom absoluto ainda não tinha acontecido. Apófis, a Serpente do Caos, escapara de sua prisão no mundo inferior seis meses atrás, mas, diferentemente do que esperávamos, ele ainda não promovera uma invasão em grande escala no mundo mortal. Por algum motivo, a Serpente aguardava, contentando-se com ataques menores contra nomos que pareciam seguros e felizes. Como este, pensei. Enquanto passávamos pela tenda, a banda tocava o final de uma música. Uma loura bonita com um violino acenou com o arco para JD. — Venha, querido! — chamou. — Precisamos de você na guitarra! Ele forçou um sorriso. — Daqui a pouco, benzinho. Já volto. Seguimos em frente. JD olhou para nós. — Minha esposa, Anne. — Ela também é maga? — perguntei. Ele assentiu, assumindo uma expressão grave. — Esses ataques. Por que vocês têm tanta certeza de que Apófis vai atacar este lugar? Carter estava com a boca cheia de nachos, então sua resposta foi: — Hum-hum. — Ele está atrás de um artefato — traduzi. — Já destruiu cinco réplicas. E a última existente está na sua exposição sobre Tut. — Que artefato? — JD perguntou. Hesitei. Antes de vir a Dallas, tínhamos lançado todo o tipo de encantamento de defesa e nos enchido de amuletos protetores para evitar bisbilhoteiros mágicos, mas eu ainda ficava nervosa ao conversar sobre nossos planos. — É melhor mostrar — falei. Contornamos uma fonte onde dois magos jovens desenhavam com as varinhas mensagens luminosas de eu amo você nas pedras do calçamento. — Trouxemos nossa própria equipe de especialistas para ajudar. Estão nos esperando no museu. Se você permitir que examinemos o artefato, talvez levá-lo conosco para mantê-lo em segurança... — Levá-lo? — JD interrompeu. — A exposição está fortemente protegida. Meus melhores magos a vigiam dia e noite. Vocês acham que podem fazer melhor na Casa do Brooklyn? Paramos na beirada do jardim. Do outro lado da rua, um banner do Rei Tut da altura de um prédio de dois andares pendia da lateral do museu. Carter pegou o celular. Ele mostrou a JD Grissom uma imagem na tela: uma mansão incendiada que um dia havia sido o quartel-general do Centésimo Nomo em Toronto. — Tenho certeza de que seus guardas são bons — disse Carter. — Mas preferimos que seu nomo não seja um alvo para Apófis. Nos outros ataques como este... os servos da serpente não deixaram sobreviventes. JD olhou para a tela do celular, depois para a esposa, Anne, que tocava country no violino. — Tudo bem — respondeu ele. — Espero que sua equipe seja excelente. — Eles são incríveis — garanti. — Venha, vamos apresentá-los a você. Nosso grupo de elite de magos estava ocupado atacando a loja de suvenires. Felix havia invocado três pinguins, que circulavam usando máscaras de papel do Rei Tut. Khufu, nosso amigo babuíno, estava sentado em uma estante lendo A história dos faraós, o que teria sido bem impressionante se o livro não estivesse de cabeça para baixo. Walt — ah, querido Walt, por quê? — abrira o armário de joias e examinava pulseiras e colares como se eles pudessem ser mágicos. Alyssa fazia potes de argila levitarem com sua magia elementar da terra, equilibrando vinte ou trinta ao mesmo tempo para formar o número oito. Carter pigarreou. Walt paralisou, as mãos cheias de joias de ouro. Khufu desceu da prateleira e derrubou quase todos os livros. As cerâmicas de Alyssa se espatifaram no chão. Felix tentou afugentar seus pinguins para trás da caixa registradora. (Ele tem uma opinião muito forte sobre a utilidade de pinguins. Receio que não sou capaz de explicar.) JD Grissom tamborilou na Estrela Solitária de seu cinto. — Essa é sua equipe incrível? — Sim! — Tentei abrir um sorriso confiante. — Peço desculpas pela bagunça. Eu só, hum... Tirei minha varinha do cinto e falei uma Palavra Divina: — Hi-nehm! Eu tinha me aprimorado nesses feitiços. Na maioria das vezes eu conseguia canalizar o poder de minha deusa patrona, Ísis, sem desmaiar. E não explodira nem uma vez. O hieróglifo para Juntar brilhou no ar por um momento: Pedaços quebrados de cerâmica se ergueram e se colaram. Livros voltaram à estante. As máscaras do Rei Tut saíram dos pinguins, revelando que eles eram — espanto — pinguins. Nossos amigos pareciam muito constrangidos. — Desculpe — Walt resmungou, devolvendo as joias à caixa. — Ficamos entediados. Eu não conseguia me zangar com Walt. Ele era alto e atlético, tinha porte de jogador de basquete e usava short e camiseta sem mangas que exibia os braços esculpidos. A pele era cor de chocolate quente, o rosto tão régio e lindo como as estátuas de seus ancestrais faraós. Se eu gostava dele? Bem, é complicado. Depois falo mais disso. JD Grissom olhava para nossa equipe. — É um prazer conhecer todos vocês. — Ele conseguiu conter o entusiasmo. — Venham comigo. O saguão principal do museu era uma ampla sala branca com mesas de restaurante vazias, um palco e pé-direito alto o bastante para ter uma girafa de estimação. Em um lado, uma escada conduzia a um mezanino com escritórios enfileirados. No outro, vidraças exibiam o céu noturno de Dallas. JD apontou para o mezanino, onde dois homens em vestes de linho preto faziam a ronda. — Estão vendo? Há guardas por todos os lados. Os homens empunhavam cajados e varinhas. Olharam para nós, e notei que seus olhos brilhavam. Havia hieróglifos desenhados no rosto deles como se fossem pinturas de guerra. — Qual é o problema com os olhos deles? — Alyssa cochichou para mim. — Magia de vigilância — deduzi. — Os símbolos permitem que os guardas enxerguem o Duat. Alyssa mordeu o lábio. Como seu patrono era Geb, o deus da terra, ela gostava de coisas sólidas, como pedra e argila. Não gostava de lugares altos nem de águas profundas. E definitivamente não gostava da ideia do Duat — o reino mágico que coexistia com o nosso. Uma vez, quando descrevi o Duat como um oceano sob nossos pés com várias camadas de dimensões mágicas descendo eternamente, tive a impressão de que Alyssa teria náuseas. Por outro lado, o menino de dez anos, Felix, não tinha esse problema. — Legal! — ele falou. — Quero olhos brilhantes. Ele passou o dedo pelas bochechas, deixando manchas roxas e brilhantes no formato da Antártida. Alyssa riu. — Você consegue ver o Duat agora? — Não — admitiu. — Mas enxergo meus pinguins muito melhor. — Precisamos nos apressar — Carter lembrou. — Apófis costuma atacar quando a lua está em seu ponto mais alto no céu. Que é... — Agh! Khufu levantou os dez dedos. Nada como ser um babuíno para se ter uma perfeita noção de astronomia. — Em dez minutos — falei. — Ótimo. Fomos até a entrada da exposição do Rei Tut, que era difícil de não ver por causa da gigantesca placa dourada que anunciava exposição rei tut. Dois magos montavam guarda com leopardos adultos em coleiras. Carter olhou atônito para JD.

Avaliações

Avaliação geral: 5

Você está revisando: A Sombra da Serpente - Col. As Crônicas Dos Kane

francisco recomendou este produto.
14/10/2015

demais

esse livro é muito bom mesmo eu recomendo comprarem
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