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A Travessia (Cód: 4259721)

Young, William P.

Arqueiro

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Descrição

Jesus pegou a mão de Tony.

– Na jornada que está prestes a começar, você poderá escolher curar fisicamente uma pessoa, mas só uma. Assim que escolhê-la, a sua jornada chegará ao fim.

– Posso curar uma pessoa? Está me dizendo que sou capaz de curar quem eu quiser? – Na mesma hora, seus pensamentos se voltaram para o seu próprio corpo em um quarto de UTI. – Deixe-me ver se entendi. Posso curar qualquer pessoa que quiser?
Jesus se inclinou na direção dele.

– Na verdade, você não pode curar ninguém, não sozinho. Mas estarei do seu lado, e a pessoa por quem você decidir orar, eu a curarei através de você.

Um derrame cerebral deixa Anthony Spencer, um multimilionário egocêntrico, em coma. Quando “acorda”, ele se vê em um mundo surreal habitado por um estranho, que descobre ser Jesus, e por uma idosa que é o Espírito Santo.

À sua frente se descortina uma paisagem que lhe revela toda a mágoa e a tristeza de sua vida terrena. Jamais poderia ter imaginado tamanho horror. Debatendo-se contra um sofrimento emocional insuportável, ele implora por uma segunda chance.

Sua prece é ouvida e ele é enviado de volta à Terra, onde viverá uma experiência de profunda comunhão com uma série de pessoas e terá a oportunidade de reexaminar a própria vida. Nessa jornada, precisará “enxergar” através dos olhos dos outros e conhecer suas visões de mundo, suas esperanças, seus medos e seus desafios.

Na busca de redenção, Tony deverá usar um poder que lhe foi concedido: o de curar uma pessoa. Será que ele terá coragem de fazer a escolha certa?

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
Cód. Barras 9788580411089
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580411089
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Fabiano Morais
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 240
Peso 0.30 Kg
Largura 16.00 cm
AutorYoung, William P.

Leia um trecho

1. Uma tempestade se aproxima

 Há anos em que o inverno em Portland, no estado do Oregon, é muito duro. Em sua violenta batalha pelos dias de primavera, ele ataca com tempestades de granizo e neve, reivindicando algum direito arcaico de continuar sendo o rei das estações – no fim das contas, uma tentativa vã de mais um farsante. Este ano, no entanto, não foi assim. O inverno simplesmente se retirou como uma mulher derrotada, partindo de cabeça baixa com suas roupas brancas e marrons esfarrapadas e sujas, sem uma única palavra de protesto nem promessa de retorno. Mal dava para notar a diferença entre sua presença e sua ausência. Para Anthony Spencer, não importava. O inverno era uma chateação e a primavera não ficava atrás. Se pudesse, removeria as duas estações do calendário, juntamente com a parte úmida e chuvosa do outono. Um ano de cinco meses seria o ideal, sem dúvida melhor do que aqueles longos períodos de incerteza. Todo final de primavera, Tony se questionava por que permanecia no Noroeste do país, mas a cada ano que passava ele se via fazendo a mesma pergunta. Talvez a familiaridade decepcionante tivesse lá seus confortos. A idéia de uma verdadeira mudança era desanimadora. Quanto mais arraigado em seus hábitos seguros, menos inclinado ele ficava a crer que qualquer outra coisa valesse o esforço, ainda que possível. Por mais angustiante que fosse às vezes, a velha rotina ao menos era previsível. Ele se recostou na cadeira e ergueu os olhos da mesa entulhada de papéis, em direção à tela do computador. Bastava pressionar uma tecla para ter acesso ao sistema de monitoramento de suas propriedades: o apartamento no prédio bem ao lado de onde estava; seu escritório principal situado estrategicamente no centro de Portland, no meio de um arranha-céu comercial de médio porte; sua casa de praia no litoral e seu casarão em West Hills. Ficou observando a tela enquanto tamborilava incansavelmente seu joelho com o indicador. O silêncio era total, como se o mundo estivesse prendendo a respiração. São muitas as maneiras de se estar sozinho. Embora as pessoas que se relacionavam com Tony em ambientes sociais ou de trabalho pudessem pensar o contrário, ele não era um homem alegre. Era, sem dúvida, determinado, e estava sempre em busca da próxima oportunidade. Isso muitas vezes exigia uma presença extrovertida e sociável, sorriso largo, contato visual e apertos de mão firmes, não por causa de uma consideração genuína, mas porque todos potencialmente tinham informações que poderiam ser valiosas para o sucesso de seus empreendimentos. Suas perguntas constantes faziam pressupor um interesse sincero, o que dava a seus interlocutores a impressão de que eram importantes, mas também uma sensação de vazio. Famoso por suas iniciativas filantrópicas, Tony entendia o valor da compaixão como um meio de alcançar objetivos mais palpáveis. O altruísmo tornava as pessoas muito mais fáceis de manipular. Depois de algumas tentativas hesitantes, ele havia concluído que amizades de qualquer tipo eram mau investimento, pois traziam lucros baixíssimos. O verdadeiro altruísmo era um luxo para o qual ele não tinha tempo nem energia. Em vez disso, baseou seu sucesso na administração e construção de imóveis, empreendimentos comerciais diversificados e numa carteira de investimentos em expansão, meios em que era respeitado e temido como um empresário agressivo e um mestre das negociações. Para Tony, a felicidade era um sentimento tolo e efêmero, uma brisa passageira se comparada ao perfume de um negócio em potencial e ao gosto viciante da vitória. Como um velho sovina, ele adorava sugar os últimos resquícios de dignidade da- queles ao seu redor, especialmente dos funcionários que suavam a camisa mais por medo do que por respeito. Como um homem desses poderia merecer amor ou compaixão? Quando sorria, Tony quase podia passar por um homem bonito. A genética o abençoara com mais de 1,80m de altura e um cabelo que, mesmo aos 40 e tantos anos não dava sinais de rarear, embora já estivesse ficando grisalho nas têmporas. Obviamente anglo-saxão, ainda assim algo de mestiço e delicado suavizava seus traços, sobretudo naqueles raros momentos em que abandonava sua habitual postura séria, de homem de negócios, e se deixava levar por um riso incontido. Para os padrões usuais, ele era rico, bem-sucedido e muito bom partido. Um tanto mulherengo, exercitava-se o suficiente para manter a forma, ostentando apenas uma barriga pouco proeminente que podia ser encolhida quando necessário. E as mulheres iam e vinham, as mais espertas antes que as outras, cada qual se sentindo meio imprestável depois da experiência. Ele havia se casado duas vezes, com a mesma mulher. A primeira união, quando ambos tinham apenas 20 e poucos anos, tinha gerado um casal de filhos. A filha, uma jovem revoltada, vivia do outro lado do país, perto da mãe. O garoto era outra história. O casamento terminara em divórcio por incompatibilidade de gênios, um exemplo clássico de indiferença calculada e falta de atenção. Em poucos anos, Tony tinha conseguido deixar em frangalhos a auto-estima de Loree. O problema foi que, da primeira vez, ela saíra de casa com a cabeça erguida, o que não poderia significar uma vitória de verdade. Então, depois de passar os dois anos seguintes tentando reconquistá-la, Tony organizou uma magnífica cerimônia de segundo casamento, para duas semanas depois voltar a lhe apresentar os papéis de divórcio. Há quem diga que os papéis tinham sido preparados antes mesmo de os dois selarem de novo os votos em cartório. Mas, dessa vez, quando ela o atacou com toda a fúria de uma mulher desprezada, ele a esmagou financeira, legal e psicologicamente. Isso, sim, poderia ter sido considerado uma vitória. Tudo não passou de um jogo cruel, mas apenas para ele. O preço que Tony pagou foi perder a filha no processo, algo que voltava a atormentá-lo sempre que ele bebia além da conta. Mas era apenas um pequeno fantasma que ele rapidamente enterrava ocupando-se em trabalhar e vencer. Só o filho deles já seria motivo suficiente para afogar as mágoas no uísque, um remédio sem prescrição que cegava as lâminas cortantes da memória e do arrependimento e amenizava as terríveis enxaquecas que, vez por outra, teimavam em lhe fazer companhia.

Avaliações

Avaliação geral: 4.9

Você está revisando: A Travessia

Fábio De Souza recomendou este produto.
09/09/2016

Maravilhoso, simples assim u.u

Que obra fenomenal, emocionante, que nos ensina a ter mais humildade e fé, paciência. Produto lindo, com uma capa cativante, um conteúdo fenomenal e claro, com o melhor preço pela Saraiva.
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Yago Rodrigues recomendou este produto.
12/06/2016

Cativante e emocionante!

Um livro tão bom quanto A cabana! Vale a pena mesmo ler.. O autor sabe trabalhar bem a história.
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Éllen Kaylane recomendou este produto.
15/12/2015

Fantástico!

Livro magnífico e extremamente envolvente! Prende da primeira à última página! Edificante e surpreendente... Leiam!
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Natalia Rodrigues. recomendou este produto.
18/11/2015

Bom!!

Estou na metade do livro, e achando a história incrível. Super recomendo. Assim como "A Cabana" esse livro é muito bom.
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MARINA recomendou este produto.
16/01/2015

Livro Maravilhoso!

Adorei a história! É tocante, transformadora e há momentos engraçados. Recomendo com toda a certeza. Vale a pena ler xD
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Hailton recomendou este produto.
04/08/2014

Excelente

Quem leu e se emocionou com A Cabana vai sentir a mesma emoção com A Travessia. Uma história linda e até engraçada em muitas partes. Ameiii
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Janaina recomendou este produto.
04/04/2014

Incrivel

Quando li a Cabana achei que foi o melhor livro que li.... mas A Travessia superou... foi um livro que me emocionei do começo ao fim... Chorei tanto que até solucei.. lindo lindo lindo.... indico pra tds...
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MDuda recomendou este produto.
04/12/2013

Bom!

Um livro leve, descontraído, diferente de "A Cabana", do mesmo autor. Um tanto sem noção em alguns momentos, mas te prende e vale a pena ler. Esclarece muitos pontos da espiritualidade, da vida com Deus. Os trechos do "jardim" são incríveis. Leia!
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ArenMevi1 recomendou este produto.
04/11/2013

Excelente !!!

Assim como em "A CABANA", "A TRAVESSIA" mexeu muito comigo e aguçou minha paixão por leitura. A história contada é surpreendente e reveladora. Grande livro. Recomendo !!!
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