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Ainda Somos Uma Família (Cód: 4692951)

Reynolds,Lisa René

Sextante / Gmt

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Descrição

'A separação nunca é a primeira opção de nenhum casal para resolver seus problemas, mas, quando acontece, os pais precisam saber como manter intacta a saúde emocional, física e espiritual de seus filhos. Se você estiver prestes a pisar nesse território desconhecido, Ainda somos uma família é leitura obrigatória.” – Michele Weiner-Davis, autora de Divorce Busting



Passar pelo divórcio dos pais pode ser uma experiência traumatizante para as crianças. Porém, quando os adultos conseguem colocar o bem-estar dos filhos acima de suas diferenças, é possível tornar essa fase tão difícil menos dolorosa para eles.



Ainda somos uma família expõe, de forma clara e concisa, as emoções e reações das crianças com as quais os pais devem aprender a lidar durante e após a separação. Além disso, revela os principais equívocos que os adultos cometem e dá valiosas dicas de como evitá-los.



Com linguagem simples e exemplos reais, este livro prioriza o bom senso, levando aos leitores conselhos sensatos e práticos para que eles possam orientar seus filhos durante essa etapa delicada da vida.

Características

Peso 0.38 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575428856
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 256
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Teresa Carneiro
Cód. Barras 9788575428856
Número da edição 1
Ano da edição 2013
AutorReynolds,Lisa René

Leia um trecho

Capítulo 1
As boas e as más notícias...
e como tirar partido das boas
Os efeitos negativos que o divórcio pode ter sobre as crianças são bastante conhecidos. Ao longo dos anos, muitas pesquisas foram feitas por fontes respeitadas como a Harvard University Press e publicações especializadas, e a maioria concluiu que os filhos de pais separados estão mais sujeitos do que os de pais casados a dificuldades na escola, problemas comportamentais e sociais, brigas com a família, promiscuidade, baixa auto-estima e dificuldades de adaptação.
Também há indicativos de que têm maior propensão a levar suas experiências negativas para a idade adulta, quando elas podem afetar seriamente sua vida como um todo e suas relações amorosas.
Esses adultos com frequência relatam que têm dificuldade em assumir compromissos devido às más recordações do relacionamento de seus pais. E podem apresentar deficiências em suas habilidades comunicativas e níveis de confiança mais baixos em suas relações, já que seus progenitores não serviram de exemplo para o desenvolvimento adequado desses traços.
No entanto, esses riscos são generalidades e não levam em conta cada criança específica. Na verdade, também há vários estudos que reconhecem que muitos filhos do divórcio conseguem ser tão bem-sucedidos quanto os de pais casados. De fato, alguns deles têm um desenvolvimento até melhor do que filhos de lares intactos, principalmente quando estes últimos estão sujeitos a violência doméstica constante, brigas e outras disfunções. Mas, como um grupo, em termos estatísticos, eles correm mais riscos de sofrer dos diversos problemas citados, a curto e a longo prazo. Logo, quando decidem se divorciar, os pais inevitavelmente aumentam as chances de seus filhos de vivenciar essas dificuldades. As pessoas que frequentam minhas aulas de educação parental muitas vezes assumem uma atitude defensiva quando falo sobre os problemas a que os filhos de pais separados ficam mais ex-postos. Elas perguntam: “Será que os efeitos negativos sobre as crianças não serão piores se os pais permanecerem num casamento infeliz?” É claro que não é saudável criar os filhos em um ambiente no qual os pais estão sempre em conflito ou são violentos.
Porém os efeitos negativos sobre essas crianças são bastante diferentes dos experimentados por aquelas cujos pais decidem se separar. Por exemplo, um filho de pais divorciados talvez se sinta abandonado por aquele que sair de casa, ao passo que uma criança criada por pais casados que não se dão bem não sofrerá com a sensação de abandono, embora possa experimentar grande estresse ou nervosismo e talvez chegue até a sentir raiva de seus pais. A má notícia é que todos os filhos do divórcio vivenciam, em algum grau, o sofrimento e a sensação de perda com o fim do casamento dos pais.
É inevitável. Mesmo quando eles têm alguma sensação de alívio – nos casos em que houve abuso direto, negligência ou conflito contínuo, por exemplo –, são obrigados a se ajustar às mudanças familiares que ocorrem junto com a separação. É normal que sintam raiva, tristeza, depressão e confusão.
É como a criança que vai à escola pela primeira vez. O pai sabe que ela vai passar por algum sofrimento no ambiente escolar. Pode não ser escolhida para o time de futebol ou para o grupo de teatro, por exemplo. Mas, apesar de ter consciência de que os riscos existem em algum nível, o pai não deixa de mandá-la à escola, porque também sabe que essa dificuldade faz parte da vida. Porém, no caso da separação, os pais podem reduzir bastante a dor de seus filhos. Para isso, é necessário um alto grau de comprometimento e esforço dos dois.
Muitas vezes, as pessoas em processo de divórcio não conseguem criar os filhos de forma colaborativa durante esse momento de raiva e conflito, e acabam fazendo-os sofrer profundamente. Em alguns casos, um dos dois se esforça para dividir as responsabilidades de maneira pacífica, mas o outro, motivado pela raiva, sabota suas tentativas e põe tudo a perder, trazendo mais dor para as crianças.
Tomar a decisão de se separar raramente é fácil. Quase sempre, o casal fica em crise por muitos meses, ou até anos, tentando decidir o que fazer. Existem aqueles que adiam o divórcio pelo “bem das crianças”, temendo que elas sejam afetadas negativamente. Porém a pergunta que essas pessoas devem se fazer não é “Será que meu filho vai sofrer com a separação?”, mas “Quanto meu filho vai sofrer com a separação?”.
A boa notícia é que a extensão da dor dos filhos depende bastante dos pais. Existem aqueles que conseguem dialogar e dividir as responsabilidades durante e após o divórcio, e podemos aprender com sua experiência.
Essas pessoas são capazes de reduzir o desconforto dos filhos e ajudá-los a perceber mais rapidamente os aspectos positivos de sua “nova vida”.