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Amanhecer - Capa Filme - Parte 2 (Cód: 4267840)

Meyer, Stephenie

Intrinseca

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Descrição

Para Bella Swan, estar apaixonada por um vampiro é tanto uma fantasia como um pesadelo, costurados em uma perigosa realidade. Empurrada em uma direção por sua paixão por Edward Cullen e em outra por sua ligação com o lobisomem Jacob Black, ela resistiu a um ano de tentação, perda e conflito. O momento da escolha entre ser parte do mundo dos imortais e permanecer humana é o marco que poderá mudar o destino dos clãs de vampiros e de lobisomens.
Agora que Bella tomou sua decisão, uma assustadora corrente de acontecimentos está para se desdobrar, com consequências devastadoras. Quando as feridas parecem prontas para ser cicatrizadas, e os confrontos da vida de Bella, resolvidos, isso pode significar a destruição. Para sempre.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788580572452
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580572452
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Ryta Vinagre
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 576
Peso 0.42 Kg
Largura 16.00 cm
AutorMeyer, Stephenie

Leia um trecho

1. Noiva

Ninguém está olhando para você, garanti a mim mesma. ninguém está olhando para você. Ninguém está olhando para você. Como eu não conseguia mentir de modo convincente nem mesmo para mim, tive de verificar.Enquanto esperava que um dos três sinais de trânsito da cidade abrisse, olhei para a direita — na minivan, a Sra. Weber tinha virado todo o corpo para mim. Os olhos dela perfuravam os meus, e eu me encolhi, me perguntando por que ela não desviava o olhar ou demonstrava constrangimento. Ainda era considerado falta de educação encarar as pessoas, não era? Isso não se aplicava mais a mim? Depois me lembrei de que aquelas janelas eram tão escuras que ela não devia fazer ideia de que era eu que estava ali, menos ainda de que eu havia flagrado seu olhar. Tentei me reconfortar um pouco com o fato de que ela não estava olhando a mim, só o carro. Meu carro. Suspiro. Olhei para a esquerda e gemi. Dois pedestres estavam paralisados na calçada, perdendo a oportunidade de atravessar por estarem olhando o carro. Atrás deles, o Sr. Marshall olhava feito um parvo pela vitrine de sua lojinha de pre-sentes. Pelo menos ele não estava com o nariz achatado contra o vidro. Ainda. O sinal fi cou verde, e na pressa para escapar pisei fundo no acelerador, sem pensar — como normalmente teria feito para colocar em movimento minha antiga picape Chevy. O motor rugiu como uma pantera caçando, o carro deu um solavanco tão forte para a frente que meu corpo bateu contra o encosto do banco de couro preto e meu estômago se achatou de encontro à coluna.
 — Ai! — arfei enquanto procurava o freio. Mantendo a calma, apenas toquei o pedal. O carro deu uma sacudidela e fi cou completamente imóvel. Não consegui olhar as reações à minha volta. Se houvesse alguma dúvida sobre quem estava dirigindo o carro, agora ela deixara de existir. Com a ponta do sapato, cutuquei o pedal do acelerador meio milímetro, e o carro se lançou para a frente de novo. Consegui chegar ao meu destino: o posto de gasolina. Se eu não estivesse dirigindo só com o cheiro da gasolina, de jeito nenhum teria ido à cidade. Eu estava passando sem muitas coisas ultimamente, como torradas Pop-Tarts e cadarços, só para não aparecer em público. Agindo como se estivesse em uma corrida, abri o tanque, passei o cartão e encaixei a mangueira de combustível em segundos. É claro que não havia nada que eu pudesse fazer para que os números no medidor andassem mais rápido. Eles mudavam lentamente, quase como se quisessem me irritar. Não era um dia claro — um típico dia chuvoso em Forks, Washington —, mas eu ainda tinha a sensação de que havia um holofote focado sobre mim, chamando a atenção para a delicada aliança em minha mão esquerda. Em ocasiões como aquela, sentindo olhares nas minhas costas, parecia que a aliança pulsava como uma placa de neon: Olhem para mim. Olhem para mim. Era idiotice fi car tão sem graça, e eu sabia disso. Além de meu pai e de minha mãe, será que importava realmente o que as pessoas diziam sobre meu noivado? Sobre meu carro novo? Sobre minha misteriosa admissão numa universidade da Ivy League? Sobre o cartão de crédito preto e reluzente que agora parecia arder no meu bolso de trás?
— É, quem liga para o que eles pensam? — murmurei.
— Hmmm, moça? — uma voz de homem chamou. Eu me virei, e então desejei não ter feito aquilo. Dois homens estavam parados atrás de um 4 x 4 caro, com caiaques novos em folha no rackdo teto. Nenhum deles olhava para mim; os dois tinham os olhos fixos no carro. Pessoalmente, eu não entendia. Já me orgulhava de poder distinguir entre os logos da Toyota, da Ford e da Chevrolet. Aquele carro era preto, reluzente e lindo, mas para mim ainda era só um carro.
 — Desculpe incomodá-la, mas poderia me dizer que modelo é esse que está dirigindo? — perguntou o alto.
— Hã, é um Mercedes, não é?

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Rhaul_123 recomendou este produto.
04/04/2014

Muito Bom

Estou com muita alegria mas eu ainda n li o livro mais jah vi o filme...
Esse comentário foi útil para você? Sim (1) / Não (0)