Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 15 Artboard 21 Artboard 1 Artboard 2 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 9 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 8 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 13 Artboard 23 Artboard 10 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 20 Artboard 6 Artboard 11 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 19 Artboard 7 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 4 Artboard 14 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 12 Artboard 17 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 19 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 18 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 48 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 16 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 29 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 3 Artboard 3 Artboard 46 Artboard 8

Antes de Dizer Adeus - Um Ano Para Viver. Um Relato Inesquecível Que Vai Mudar A Sua Vida (Cód: 6988645)

Witter,Bret; Spencer-Wendel, Susan

Sextante / Gmt

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

Economize até R$ 3,49

R$ 31,41 (-10%) em até 1x no crédito R$ 31,41 (-10%) no boleto
R$ 34,90
Cartão Saraiva R$ 31,41 (-10%) em até 1x no cartão

Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total: R$0,00

Em até 1x sem juros de R$ 0,00


Antes de Dizer Adeus - Um Ano Para Viver. Um Relato Inesquecível Que Vai Mudar A Sua Vida

R$34,90

Quer comprar em uma loja física? Veja a disponibilidade deste produto

Entregas internacionais: Consulte prazos e valores de entrega para regiões fora do Brasil na página do Carrinho.

ou receba na loja com frete grátis

X
Formas de envio Custo Entrega estimada

* Válido para compras efetuadas em dias úteis até às 15:00, horário de Brasília, com cartão de crédito e aprovadas na primeira tentativa.

X Consulte as lojas participantes

Saraiva MegaStore Shopping Eldorado Av. Rebouças, 3970 - 1º piso - Pinheiros CEP: 05402-600 - São Paulo - SP

Descrição

Em junho de 2011, Susan Spencer-Wendel teve o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA). Também conhecida como doença de Lou Gehrig, essa condição degenerativa é progressiva e destrói
sistematicamente todos os nervos que estimulam os músculos do corpo. Ela tinha 43 anos, um marido dedicado, três filhos – e apenas um ano de vida saudável pela frente.

Determinada a viver esse último ano com alegria, Susan deixou seu emprego como jornalista e decidiu passar o tempo que lhe restava ao lado da família. Ela construiu um espaço de convivência para receber os amigos no quintal de casa e planejou sete viagens com as pessoas mais importantes de sua vida.

Apesar de não ter controle sobre o rápido declínio de seu estado de saúde, Susan se recusa a desistir. Com sua força extraordinária e seu espírito indomável, ela está determinada a transformar cada um de seus dias numa experiência significativa, cada momento numa celebração da vida, da amizade e do amor.

Antes de dizer adeus é o relato emocionante de um ano vivido em sua plenitude, uma história de alegria, companheirismo, otimismo e aceitação.

Embora seu corpo esteja se enfraquecendo, Susan Spencer compartilha
conosco o processo de fortalecimento de sua mente – uma lição de serenidade e bom humor frente aos percalços da vida, um ensinamento
comovente que nos leva a refletir sobre o que realmente importa, um reconhecimento do milagre que é estar vivo.

Características

Peso 0.42 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788543100388
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 336
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788543100388
Número da edição 1
Ano da edição 2014
AutorWitter,Bret; Spencer-Wendel, Susan

Leia um trecho

Introdução: Um beijo no golfinho Meu filho Wesley queria nadar com os golfinhos. Ele ia fazer 9 anos no dia 9 do mês nove – 9 de setembro de 2012 – e esse foi seu pedido especial. Eu havia prometido uma viagem a cada um dos meus três filhos, para o destino que cada um deles escolhesse. Um momento de união. Uma oportunidade de plantar lembranças. Um presente para eles – e para mim. Em julho, fui a Nova York com Marina, minha filha adolescente. Em agosto, nossa família passou uma semana na ilha Sanibel, na costa oeste da Flórida, a pedido de Aubrey, meu filho de 11 anos. As viagens faziam parte de um plano maior: um ano completamente dedicado a viver com alegria. Um ano em que fiz sete viagens com as sete pessoas mais importantes da minha vida. Fui ao Yukon, no Canadá, à Hungria, às Bahamas, ao Chipre... Foi também um ano de viagem interior: fazendo álbuns com fotos da minha vida inteira, escrevendo, construindo um refúgio no quintal – uma cabana com as laterais vazadas, telhado de folhas de palmeira e poltronas confortáveis, para onde eu convidava lembranças e amigos. Jornadas mais perfeitas do que aquelas com que eu havia sonhado. A viagem de Wesley foi a última e a mais simples. Um trajeto de três horas de carro, da nossa casa no sul da Flórida até o Discovery Cove, em Orlando. – Que passeio lindo – comentou minha irmã Stephanie, animada como sempre, ao passarmos pela monotonia pantanosa da região central da Flórida. O Discovery Cove tinha uma enorme lagoa artificial, uma praia cercada de pedras. Palmeiras se destacavam sobre a paisagem exuberante, parecendo fogos de artifício, anunciando a ocasião festiva. Estava garoando quando nos reunimos, e ficamos observando as nadadeiras cortando a água do outro lado da lagoa. – Qual é o nosso? – perguntou Wesley. – Qual é o nosso? Uma treinadora nos levou para dentro d’água. De repente, uma criatura apareceu diante de nós: a cara cinzenta e lisa, olhos pretos reluzentes, a boca larga com os cantos virados para cima, como se estivesse sorrindo. Seu focinho comprido subia e descia, como que indicando que queria brincar. Wesley ficou extasiado. Não parava de falar e dava pulos, empolgado demais para ficar quieto. Com seu cabelo louro comprido, seus olhos azuis e aquela roupa de mergulho, ele parecia um dos surfistas que eu tanto havia admirado na juventude. Feliz aniversário, meu filho. Aubrey e Marina ficaram ao lado dele, igualmente encantados. – Não é uma maldade eles ficarem presos aqui? – perguntou Marina, sem se dirigir a ninguém em particular. Então o golfinho veio à tona e ela riu do orifício nas costas do animal. Minha filha tinha quase 15 anos, e sua mente ainda misturava ideias infantis com pensamentos adultos. A treinadora nos apresentou. O nome dela era Cindy – o golfinho, não a treinadora. Cindy ficou nadando perto de nós, devagar, deixando que passássemos as mãos nela. Fiquei estarrecida com seu tamanho: 2,60 metros de comprimento, quase 230 quilos de músculos sólidos feito pedra. – Adorei a Cindy – derreteu-se Wesley. Ela tinha mais de 40 anos. Perguntei se tinha filhos. – Não, a Cindy priorizou a carreira – respondeu a treinadora. Como eu, que fui jornalista a vida inteira. Mas tive filhos. Agora estávamos ali, e eu tive a chance de aproveitar com eles aquele momento, com a água pela cintura, alisando a pele de uma criatura aquática tão maravilhosa. A treinadora nos disse para levantar as mãos e fazer um sinal para o golfinho. – Façam o gesto de quem enrola a linha no anzol – ela propôs, e Cindy produziu um som igualzinho. Wesley ficou boquiaberto, admirado: – Adorei a Cindy! – repetiu. Com a ajuda da treinadora, Wes segurou a nadadeira dorsal do golfinho e se deitou com o corpo estendido sobre o dorso do animal. Durante a meia hora seguinte, ela puxou cada um de nós pela água. Primeiro as crianças, depois Stephanie e meu marido, John. Quando chegou minha vez, recusei: – Deixe o Wesley dar a volta por mim – falei. Porque era o dia dele. Enquanto Cindy deslizava com ele pela superfície da água, o deslumbramento em seu rosto era visível. Tiramos muitas fotos. De Wesley. De Aubrey e Marina. Da nossa família sorrindo na praia, sob a chuva. Há uma fotografia que eu adoro: John levantando metade do meu corpo fora da água para que eu pudesse beijar o focinho risonho de Cindy. Naquele momento, eu estava pensando apenas no gigante meigo diante de mim, no geladinho que senti quando beijei a sua carinha lisa e bojuda. Hoje, quando olhei essa foto pensei em John, no gigante meigo atrás de mim, me colocando para cima como faz todos os dias. Pensei em meus filhos, cuja felicidade me enriquece. Pensei na minha irmã e nos meus amigos, que me fazem rir. Pensei em Wesley, cujo aniversário de 9 anos é provavelmente o último de que vou participar. Não posso andar. Fui empurrada até a lagoa numa cadeira de rodas. Não consigo sustentar meu próprio peso, nem mesmo na água. John me carregou da cadeira até lá e ficou me segurando para eu não me afogar. Não consigo levantar os braços para me alimentar nem para abraçar meus filhos. Meus músculos estão morrendo, e não tem volta. Nunca mais poderei movimentar a língua para dizer com clareza “eu amo você”. Rapidamente, definitivamente, estou morrendo. Mas hoje eu estou viva. Quando me vi na fotografia beijando o golfinho, não chorei. Não fiquei amargurada pelo que estava perdendo. Em vez disso, sorri, revivendo aquela alegria. Depois, virei-me na cadeira de rodas da melhor maneira que consegui e beijei John também.