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Apologia de Sócrates - 2ª Ed. 2015 - Col. Clássicos Edipro (Cód: 9224189)

Platão

Edipro

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Descrição

A Apologia de Sócrates é o registro de uma das defesas mais famosas e polêmicas da história do direito e da justiça ocidentais. Paralelamente, trata-se de uma pequena obra-prima literária de um dos assistentes dessa defesa: Platão, um dos discípulos de Sócrates. O filósofo, que perpetuou conceitos como “conheça-te a ti mesmo” e “só sei que nada sei” foi condenado e passou dias na clausura, filosofando sobre a imortalidade da alma, antes de sua execução. Sócrates inicia seu discurso advertindo os juízes de que pronunciará exclusivamente a verdade. Assinada pelo jovem Meleto, Anito e Lícon, que, pelos costumes da época, tinham direito a fazer declaração jurada, a acusação indiciava Sócrates por não reconhecer os deuses que o Estado reconhecia, por introduzir novos cultos e, também, por corromper a juventude, motivos pelos quais receberia pena capital, caso fosse condenado. A tese defendida por Sócrates é a de que nada mais fazia do que filosofar. Inclusive, declarou que preferiria a morte a deixar de se dedicar à filosofia, e, infelizmente, foi o que aconteceu, uma vez que foi condenado por um júri composto de 501 homens atenienses. O pensador considerou vergonhosa a postura de seus julgadores pelo fato de terem sido persuadidos a acautelarem-se para não serem ludibriados pela sua “extraordinária capacidade de oratória”, que seus acusadores lhe atribuíram. Platão, que estava doente quando Sócrates tragou a taça de cicuta, considerou que não foi por razões religiosas que ele recebeu a condenação, mas sim por questões evidentemente políticas.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Edipro
Cód. Barras 9788572839228
Altura 18.00 cm
I.S.B.N. 9788572839228
Profundidade 0.50 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Edson Bini
Número da edição 2
Ano da edição 2015
Idioma Português
Número de Páginas 78
Peso 0.90 Kg
Largura 11.00 cm
AutorPlatão

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