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Arnold Schwarzenegger - a Inacreditável História da Minha Vida (Cód: 4266341)

Schwarzenegger,Arnold

Sextante / Gmt

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Descrição

A história de Arnold Schwarzenegger é
única, intrigante e divertida. Se sua vida fosse transformada em filme,
ninguém acreditaria que tudo o que ele viveu é verdade.

Em 1947, quando nasceu, a fome assolava sua pequena cidade natal, na
zona rural da Áustria. Filho de um rígido policial, desde pequeno ele sonhava
em ir para os Estados Unidos e se tornar campeão de fisiculturismo e astro de
cinema.


Aos 18 anos, fugiu do exército para participar de sua primeira
competição internacional e conquistou o título de campeão juvenil do Mister
Europa, na Alemanha.


Aos 21 anos, estava morando em Los Angeles e já havia sido coroado
Mister Universo.


Em 5 anos, aprendeu inglês e se tornou o maior fisiculturista de todos
os tempos.


Em 10 anos, já possuía diploma universitário e havia acumulado uma
fortuna graças a seus negócios nos setores de construção civil, imóveis e
fisiculturismo.


Em 20 anos, tornou-se um dos maiores heróis de filmes de ação do mundo.
Com a determinação e a ousadia que lhe renderam fama no esporte, consagrou-se
também como astro de cinema.


Trinta e seis anos depois de chegar aos Estados Unidos, elegeu-se
governador da Califórnia, a sétima maior economia do mundo.


Durante seus dois mandatos enfrentou crises orçamentárias, desastres naturais e
muita agitação política, superando as divergências em prol do meio ambiente, da
reforma eleitoral e das soluções bipartidárias.


Foi casado por mais de 20 anos com a jornalista Maria Shriver — sobrinha do
ex-presidente John Fitzgerald Kennedy —, com quem teve quatro filhos. Em 2011,
quando veio à tona seu caso extraconjugal com uma empregada, o casal se
separou, mas ele tentou a todo o custo manter sua família unida.


Esta é a primeira vez que Arnold conta a história completa de sua vida, em suas
próprias palavras. Você vai se surpreender com os bastidores de todos esses
acontecimentos.










Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575428658
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788575428658
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 592
Peso 0.60 Kg
Largura 16.00 cm
AutorSchwarzenegger,Arnold

Leia um trecho

Capítulo 1 - Origens autríacas

O ano em que nasci foi marcado pela fome: era 1947, e a Áustria estava ocupada pelos Exércitos Aliados que haviam derrotado o Terceiro Reich de Hitler. Em maio, dois meses antes de eu nascer, a falta de comida provocou motins em Viena. Na Estíria, região do sudeste austríaco em que minha família morava, a situação também era dramática. Anos depois, sempre que minha mãe queria me lembrar de quanto ela e meu pai tinham se sacrificado para me criar, ela me contava como costumava percorrer nossa zona rural, indo de fazenda em fazenda para conseguir um pouco de manteiga, um punhado de açúcar, alguns cereais. Às vezes chegava a passar três dias fora de casa. Hamstern era o termo usado para designar essa prática – como um hamster coletando nozes. Tentar achar comida assim era muito comum. Vivíamos em Thal, um povoado agrícola bem típico onde moravam poucas centenas de famílias cujas casas e fazendas se aglomeravam em pequenos núcleos interligados por trilhas e ruas. A rua principal, sem calçamento, estendia-se por uns 2 ou 3 quilômetros, subindo e descendo morros alpinos cobertos por campinas e florestas de pinheiros. Quase nunca víamos as forças de ocupação britânicas – um caminhão com soldados passava de vez em quando, mas era só. Mais a leste, porém, eram os russos que dominavam o território, e deles nós tínhamos plena consciência. A Guerra Fria já havia começado e vivíamos com medo de os tanques russos chegarem e sermos engolidos pelo império soviético. Na igreja, os padres assustavam os fiéis com histórias de terror sobre russos que matavam bebês a tiros no colo das mães. Nossa casa ficava no alto de uma colina junto à estrada e, quando eu era pequeno, era raro ver passar por ali mais de um ou dois carros por dia. Bem na frente, a 100 metros da porta de casa, ficavam as ruínas de um castelo feudal. No alto da colina seguinte ficava a prefeitura, a igreja católica onde minha mãe obrigava todos nós a assistir à missa de domingo, a Gasthausou hospedaria da região – que era o centro de convivência do povoado – e a pré-escola na qual estudávamos eu e meu irmão, Meinhard, um ano mais velho. As primeiras lembranças que tenho são de minha mãe lavando roupa e meu pai recolhendo carvão com uma pá. Eu não devia ter mais de 3 anos, mas a imagem que guardo dele é especialmente vívida na minha memória. Era um sujeito grande, atlético, e fazia muitas coisas sozinho. Todos os anos, no outono, recebíamos nosso estoque de carvão para o inverno, um carregamento trazido de caminhão e despejado em uma pilha em frente à casa, e nesse dia específico do qual me lembro meu pai deixou que Meinhard e eu ajudássemos a levar o carvão para o porão de casa. Nós sempre ficávamos muito orgulhosos de ser seus assistentes. Tanto meu pai quanto minha mãe vinham de famílias da classe trabalhadora mais ao norte do país, em sua maioria operários de fábricas da indústria siderúrgica. No caos que sucedeu a Segunda Guerra Mundial, os dois haviam se conhecido na cidade de Mürzzuschlag, onde Aurelia Jadrny, minha mãe, trabalhava no escritório de um centro de distribuição de alimentos da prefeitura. Aos 20 e poucos anos, a guerra a tornara viúva – perdera o marido apenas oito meses depois do casamento. Certo dia de manhã, quando estava em sua mesa trabalhando, ela reparou no meu pai passando na rua – um homem mais velho, de quase 40 anos, mas alto, bonito e com o uniforme da Gendarmerie, a polícia rural. Minha mãe tinha loucura por homens de uniforme e depois desse dia passou a ficar de olho nele. Descobriu o horário do turno de meu pai para ter certeza de que ela estaria em sua mesa trabalhando. Os dois conversavam pela janela aberta e ela lhe dava um pouco da comida que estivesse disponível no dia. Meu pai chamava-se Gustav Schwarzenegger. Os dois se casaram em 1945, ele com 38 anos, ela com 23. Ele foi transferido para Thal e encarregado de liderar um grupo de quatro agentes responsáveis pelo povoado e seus arredores. O salário mal dava para viver, mas o emprego lhe oferecia uma casa para morar: o antigo refúgio do guarda florestal, ou Forsthaus. O guarda florestal, Forstmeister, morava no térreo, enquanto o Inspektor e sua família ocupavam o primeiro andar. A casa em que passei minha infância era uma construção muito simples e simétrica, feita de pedra e tijolo, com paredes grossas e janelas pequeninas para proteger o interior do rigor dos invernos alpinos. Tínhamos dois quartos de dormir, cada qual com um braseiro para aquecer o ambiente, e uma cozinha, que era onde comíamos, fazíamos os deveres de casa, tomávamos banho e brincávamos. A fonte de calefação da cozinha era o fogão de minha mãe. Não havia água encanada, nem chuveiro ou privada com descarga, apenas uma espécie de penico. O poço mais próximo ficava a quase 500 metros de distância, e, mesmo quando chovia forte ou nevava, um de nós tinha que ir até lá. Por causa disso, usávamos a menor quantidade de água possível. Nós a esquentávamos para encher a tina onde nos lavávamos com uma esponja ou luva de banho – minha mãe tomava banho primeiro, com a água limpa, em seguida meu pai, e por último Meinhard e eu. Não tinha importância que a água ficasse um pouco mais escura, contanto que pudéssemos evitar uma ida ao poço. Nossos móveis eram de madeira, muito simples, e tínhamos poucas lâmpadas elétricas. Apesar de meu pai gostar de quadros e antiguidades, não tinha dinheiro para esse tipo de luxo quando éramos pequenos. Eram a música e os gatos de estimação que animavam nossa casa. Minha mãe tocava cítara e entoava canções e cantigas de ninar, mas o verdadeiro músico era meu pai. Ele sabia tocar qualquer instrumento de sopro: trompete, corneta, saxofone, clarineta. Também compunha melodias e era maestro da banda da Gendarmerier da região – sempre que um agente de polícia morria no nosso estado, a banda dele ia tocar no enterro. Durante o verão, aos domingos, muitas vezes íamos assistir a concertos no parque, e meu pai regia e tocava de vez em quando. A maioria de nossos parentes do lado paterno tinha aptidão para a música, mas nem eu nem Meinhard herdamos esse talento. Não sei muito bem por que tínhamos gatos em vez de cachorros. Talvez porque minha mãe os adorasse, e também pelo fato de esses animais não darem despesa alguma, já que caçavam a própria comida. Seja como for, sempre tivemos muitos gatos. Eles viviam entrando e saindo, enroscando-se para dormir em algum canto ou trazendo camundongos agonizantes do sótão para mostrar como eram bons caçadores. Cada um de nós tinha seu próprio gato para se aconchegar à noite na cama – esse era o nosso costume. Houve uma época em que tínhamos sete gatos. Gostávamos deles, mas nunca além da conta, pois ir ao veterinário era um conceito que não existia. Se algum dos gatos começasse a perder o prumo por estar doente ou velho, nós esperávamos para ouvir o som no quintal dos fundos – o tiro da pistola do meu pai. Minha mãe, Meinhard e eu então saíamos e fazíamos um pequeno túmulo com uma cruzinha por cima. Minha mãe tinha uma gata preta chamada Mooki que ela sempre dizia ser especial, embora nenhum de nós entendesse por quê. Certo dia – eu devia ter uns 10 anos –, estava discutindo com minha mãe porque não queria fazer o dever de casa. Mooki, como sempre, estava na sala, aninhada no sofá. Eu devo ter dito alguma coisa bem malcriada, porque minha mãe avançou para me dar um tapa na cara. Eu vi que ela ia me bater e tentei me esquivar, mas acabei acertando-a com a parte de trás do braço. Em um segundo, a gata se levantou do sofá, pulou entre nós dois e começou a arranhar meu rosto. Arranquei-a de cima de mim e gritei: “Ai! O que é isso?”Minha mãe e eu nos entreolhamos e começamos a rir, enquanto o sangue escorria da minha bochecha. Ela finalmente pôde comprovar que Mooki era especial. Depois do turbilhão da guerra, o que meus pais mais desejavam era ter estabilidade e segurança. Minha mãe era uma mulher grandona, de corpo quadrado, sólida e ativa, e era também uma Hausfrau tradicional, que mantinha a casa sempre um brinco. Enrolava os tapetes, ficava agachada no chão para esfregar as tábuas do piso com escova e sabão, depois as secava com um pano. Tinha obsessão por manter as roupas sempre bem penduradas e os lençóis e toalhas dobrados com precisão, com os cantos perfeitos. Atrás da casa, ela plantava beterrabas, tomates e frutas silvestres para nos alimentar, e no outono preparava conservas e chucrute e os colocava em grossos frascos de vidro para o inverno. Sempre que meu pai chegava da delegacia, ao meio-dia e meia, o almoço já estava pronto, e o mesmo acontecia com o jantar quando ele voltava para casa as seis em ponto. Mamãe também cuidava das finanças. Como tinha trabalhado em tarefas administrativas na prefeitura, era muito organizada e boa em redação e matemática. Todo mês, quando meu pai recebia o salário, ela dava a ele 500 schillingsde mesada e guardava o restante para sustentar a casa. Cuidava de toda a correspondência da família e pagava as contas mensais. Uma vez por ano, sempre em dezembro, ela nos levava para comprar roupas. Pegávamos um ônibus e atravessávamos um cume de morro até Graz, onde ficava a loja de departamentos Kastner & Öhler. O velho prédio tinha apenas dois ou três andares, mas para nós era tão grande quanto o gigantesco shopping Mall of America. Tinha escadas rolantes e um elevador transparente de metal e vidro do qual podíamos ver tudo ao subir e descer. Para mim, mamãe comprava apenas os itens de necessidade básica: roupa de baixo, meias e assim por diante. Tudo era entregue em nossa casa no dia seguinte, em caprichados embrulhos de papel pardo. Nessa época, as compras parceladas eram novidade, e ela gostava muito de poder pagar uma parte do total a cada mês até quitar a dívida. Liberar pessoas como mamãe para fazer compras era uma boa forma de estimular a economia. Embora quem tivesse treinamento para lidar com emergências fosse meu pai, também era minha mãe quem cuidava dos problemas médicos. Meu irmão e eu tivemos todas as doenças infantis imagináveis, de caxumba a escarlatina, de modo que ela pôde treinar bastante. Nada conseguia detê-la: em uma noite de inverno, quando éramos bem pequenos, Meinhard teve pneumonia e ninguém conseguiu encontrar nenhum médico ou ambulância disponível. Minha mãe enrolou o filho em uma trouxa, colocou-o nas costas e, deixando-me em casa com meu pai, percorreu quase 3,5 quilômetros a pé na neve até o hospital de Graz. Meu pai era outra história. Podia ser um homem generoso e afetuoso, principalmente com a mulher. Os dois se amavam muito. Era possível constatar isso vendo a forma como ela lhe servia café e no jeito como ele vivia encontrando presentinhos para dar a ela, como a abraçava e lhe dava tapinhas no bumbum. Os dois compartilhavam conosco esse afeto: volta e meia, eu e meu irmão íamos para a cama deles, sobretudo se estivéssemos com medo de raios e trovões.

Avaliações

Avaliação geral: 5

Você está revisando: Arnold Schwarzenegger - a Inacreditável História da Minha Vida

Romario recomendou este produto.
26/03/2017

Interessante

Gostei muito desse pequeno resumo!!!!
Arnold e o mestre dá musculação!!
Esse comentário foi útil para você? Sim (0) / Não (0)
Douglas recomendou este produto.
28/07/2015

excelente

comecei a ler agora o livro mais para quem e fa do Arnold e quer saber a historia dele vale muito a pena só pelo inicio já deu para ver que e muito bom.
Esse comentário foi útil para você? Sim (2) / Não (0)
julio cesar recomendou este produto.
30/03/2015

Excelente

Eu sou fa deste ator e acompanho sempre alguma coisa que envolve o seu nome.
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