Frete Grátis
  • Google Plus

As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu (Cód: 161877)

Albom, Mitch

Arqueiro

Ooopss! Este produto está temporariamente indisponível.
Mas não se preocupe, nós avisamos quando ele chegar.

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 29,90
Cartão Saraiva R$ 28,41 (-5%) em até 1x no cartão
Grátis

Cartão Saraiva

Descrição

Após seis anos de espera, Mitch Albom, o consagrado autor de 'A Última Grande Lição', fenômeno editorial que já vendeu dez milhões de exemplares em todo o mundo, nos presenteia com 'As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu'. Com o mesmo estilo sensível e profundo do livro anterior, em que transformou seus encontros reais com um velho e querido professor numa lição de vida, Mitch criou agora uma fábula para nos fazer refletir sobre o verdadeiro significado de nossa existência. 'As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu' conta a história de Eddie, o mecânico de um parque de diversões que morre no dia de seu aniversário de 83 anos, tentando salvar uma garotinha. Imerso numa rotina de trabalho e solidão, ele passou a vida se considerando um fracassado. Ao acordar no céu, encontra cinco personagens inesperados que lhe mostram como ele foi importante. Este livro para cada um de nós, pois freqüentemente nos sentimos frustrado e inúteis - assim como Eddie - por não termos realizado nossos sonhos. Ele nos faz lembrar que vivemos numa ampla teia de ligações e que temos o poder de mudar o destino dos outros com um pequeno gesto. Mitch Albom nos dá mais uma vez uma grande lição sobre a importância da lealdade e do amor em nossas vidas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Arqueiro
Cód. Barras 9788575421420
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8575421425
Profundidade 1.20 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2004
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 192
Peso 0.28 Kg
Largura 14.00 cm
AutorAlbom, Mitch

Leia um trecho

Fim Esta é a história de um homem chamado Eddie. Ela começa pelo fim, com Eddie morrendo sob o sol. Pode parecer estranho uma história começar pelo fim. Mas todos os fins são também começos. Embora, quando acontecem, não saibamos disso. A HORA FINAL da vida de Eddie foi passada, como a maioria das outras, no Ruby Píer, um parque de diversões situado às margens de um grande oceano cinzento. O parque tinha as atrações de costume: deque à beira-mar, montanha-russa, carrinhos de bate-bate, quiosque de bala puxa-puxa e um fliperama onde se podia jogar água na boca do palhaço. Tinha também um brinquedo novo e grande chamado Cabum do Freddy, e era por causa dele que Eddie ia morrer, num acidente que seria notícia em todo o Estado. Na época em que morreu, Eddie era um velho atarracado de cabelos brancos, pescoço curto, peito estufado, braços vigorosos e uma tatuagem do exército desbotada no ombro direito. Suas pernas agora eram finas e cheias de veias, e seu joelho esquerdo, ferido na guerra, estava destruído pela artrite. Usava uma bengala para caminhar. Tinha uma cara larga, queimada de sol, suíças de marinheiro e uma queixada ligeiramente proeminente que lhe dava um aspecto mais orgulhoso do que ele próprio se sentia. Levava sempre um cigarro atrás da orelha direita e uma corrente com um molho de chaves enganchada no cinto. Usava sapatos de sola de borracha. E um velho boné de pano. Seu uniforme marrom-claro sugeria que era um trabalhador, e trabalhador ele era. O trabalho de Eddie consistia em fazer a manutenção dos brinquedos do parque, o que na verdade significava mantê-los seguros. Toda tarde ele percorria o parque verificando cada uma das atrações, da Rumba ao Toboágua. Procurava tábuas quebradas, travas frouxas, ferragens desgastadas. Às vezes parava, com os olhos vidrados, e as pessoas que passavam tinham a impressão de que havia algo errado. Mas ele só estava ouvindo. Depois de todos aqueles anos, era capaz de ouvir um problema, ele dizia, nas cuspidas, gagueiras e zumbidos dos equipamentos. Com cinqüenta minutos ainda por viver na terra, Eddie começou sua última caminhada pelo Ruby Píer. Passou por um casal de velhos. - Olá, pessoal - murmurou, tocando no boné. Educadamente, eles responderam com um movimento de cabeça. Os fregueses conheciam Eddie. Pelos menos os freqüentadores. Verão após verão, eles o viam ali, era uma dessas caras que a gente associa a um lugar. Seu uniforme de trabalho levava um distintivo no peito onde se lia EDDIE logo acima da palavra MANUTENÇÃO, razão pela qual as pessoas às vezes diziam: "Lá vai o Eddie Manutenção", embora ele não achasse a menor graça nisso. Hoje, por acaso, era aniversário de Eddie. Oitenta e três anos. Na semana anterior, o médico lhe dissera que ele sofria de herpes-zóster. Herpes-zóster? Eddie não fazia idéia do que fosse isso. Antes ele era tão forte que conseguia levantar um cavalo do carrossel em cada braço. Muito tempo atrás. - EDDIE! … ME LEVA, Eddie!… Me leva! Quarenta minutos para a sua morte. Eddie caminhou até a frente da fila da montanha russa. Ele andava em todos os brinquedos pelo menos uma vez por semana para ter certeza de que os freios e comandos funcionavam perfeitamente. Hoje era o dia da montanha-russa - "Montanha Fantasma" era como esta se chamava - e os garotos que conheciam Eddie berravam pedindo para ir no carro com ele. As crianças gostavam de Eddie. Os adolescentes, não. Os adolescentes lhe davam dor de cabeça. Depois de tantos anos, Eddie imaginava já ter visto todo tipo de adolescente vadio e desaforado que existia no mundo. Mas as crianças eram diferentes. As crianças olhavam para Eddie - que com sua mandíbula proeminente parecia estar sempre sorrindo, como um golfinho - e confiavam nele. Sentiam-se atraídas por ele, como mãos frias pelo fogo. Abraçavam suas pernas. Brincavam com suas chaves. Eddie só grunhia, sem dizer quase nada. Imaginava que era porque não falava muito que as crianças gostavam dele. Eddie bateu nos ombros de dois garotinhos com bonés de beisebol virados para trás. Eles correram até o carrinho e se atiraram dentro dele. Eddie entregou sua bengala ao operador do brinquedo e se acomodou vagarosamente entre os dois. - Lá vamos nós… Lá vamos nós!… - guinchou um dos garotos, enquanto o outro colocava o braço de Eddie em torno do seu ombro. Eddie baixou a barra de segurança e clec - clec - clec, lá se foram eles.

Avaliações

Avaliação geral: 0

Você está revisando: As Cinco Pessoas que Você Encontra no Céu