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Automação da Produção (Cód: 2605323)

Robson Seleme,Roberto Bohlen Seleme

Ibpex

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Descrição

A obra compromete-se a facilitar as tarefas do administrador, uma vez que o leitor encontrará, no transcorrer do texto, a análise e a exemplificação dos conceitos, sempre acompanhados de imagens ilustrativas, as quais dialogam com o texto. Todas as etapas são complementadas com questões destinadas a promover uma reflexão sobre os assuntos tratados. Assim, de forma clara, são apresentadas as técnicas de automação da produção com uma abordagem gerencial.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788587053053
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8587053051
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 215
Peso 0.44 Kg
Largura 14.00 cm
AutorRobson Seleme,Roberto Bohlen Seleme

Leia um trecho

1.1 Evolução histórica Em meados do século XVIII, alavancada pela descoberta da máquina a vapor por James Watt, aconteceu a Revolução Industrial, que evidentemente foi o motivo maior para a mudança de um sistema produtivo do processo de manufatura* para um processo mecânico por meio da indústria mecânica, com a inserção de máquinas, que aumentavam o rendimento do trabalho e a produção. Um salto qualitativo e tecnológico que mundialmente ocorreu de forma irreversível e crescente. As diversas descobertas em conjunto com a mecanização também fortaleceram a mudança. A utilização de máquinas na indústria têxtil e a mecanização de outros setores fazem surgir a produção em série com as diversas tecnologias, tais como o projeto de produtos, sistemas e ferramentas. Surgiu a indústria dos grandes produtos e equipamentos, incrementados pela invenção das locomotivas e navio a vapor. A primeira fase da Revolução Industrial ocorreu aproximadamente de 1760 a 1860. Tendo a Inglaterra se destacado em função do acúmulo de capitais e de reservas de carvão, com força naval para transporte e distribuição desses elementos, passou a exportar produtos industrializados e importar matérias-primas. A segunda fase da Revolução Industrial, de 1860 a 1900, foi caracterizada pela assimilação da industrialização na França, Alemanha, Itália, Bélgica, Holanda, Estados Unidos e Japão, criando um aumento da concorrência e a expansão da indústria de bens de produção. As tecnologias que causaram as principais mudanças no processo produtivo direcionaram-se à utilização de novas formas de energia como a energia elétrica e a derivada do petróleo; desenvolveram-se novos produtos químicos e o ferro foi substituído pelo aço. A partir de 1900, surge o início da terceira fase industrial, caracterizada pelo surgimento das grandes industrias, das empresas multinacionais e transnacionais, alavancadas pela automação da produção. Os maiores avanços para a automação surgiram após a Segunda Guerra Mundial, a partir dos anos de 1950. Desde então a indústria química e a eletrônica vêm apresentando grande desenvolvimento. A robótica e a engenharia genética são acrescentadas de forma significativa ao processo produtivo, que depende cada vez menos da mão-de-obra e da mais alta tecnologia, gerando grandes problemas sociais. Nos países de economia mais desenvolvida, houve a marca do desemprego originado por essa mudança. Os mercados são, sem dúvida alguma, notadamente globalizados e apoiados pela expansão e desenvolvimento dos meios de comunicação e transporte. O sistemas automáticos surgiram no início do século XX, mas já existiam os semi-automáticos. Os dispositivos automáticos foram inventados em função da necessidade ambiental de se aumentar a produção. A partir daí, uma série de descobertas e inovações tecnológicas melhoraram o sistema produtivo, proporcionando às empresas uma maior capacidade produtiva, precisão e velocidade de produção em relação ao já existente: o trabalho manual. As fontes alternativas de energia, como já citado, foram aplicadas aos novos equipamentos, substituindo parcialmente a força humana e a energia hidráulica. E agora, em pleno século XXI, temos diversos equipamentos e sistemas automáticos que permitem uma elevação de produtividade nas indústrias em geral, aliados ao potencial trazido pela computação – tornando-a cada vez mais rápida e precisa – e utilizando-se dos canais globais de comunicação para incrementar as atividades de produção, isso somado a uma automação mais elaborada e funcional. Provavelmente, quando falamos em automação da produção, a primeira imagem que nos vem à mente é a de robôs realizando movimentos rápidos e precisos em fábricas ou aqueles apresentados em filmes de ficção científica que se assemelham ao ser humano nas suas características e atitudes. A automação deve se autocontrolar por meio de ferramentas necessárias e por instruções específicas para a execução de um trabalho descrito. O primeiro computador é uma reunião de diversas invenções que permitiram a realização das tarefas como as conhecemos. Konrad Zuze, em 1936, desenvolveu uma calculadora mecânica chamada Z1, que foi aperfeiçoada até a versão Z4, que já agregava quase todas as características dos computadores modernos, incluindo a utilização de fitas magnéticas. Outra grande evolução dos computadores foi a criação do Eniac (electrical numerical integrator and calculator), em 1946, por John Mauchly e Presper Eckert e patrocinado pelas Forças Armadas Americanas. Após se desligarem do governo americano, Mauchly e Eckert montaram seu próprio negócio, tendo como principal cliente o Departamento de Estatística dos Estados Unidos, para o qual desenvolveram o Univac. Alguns dispositivos que permitiram essa evolução foram utilizados na primeira geração de computadores, como os tubos de vácuo (válvulas); a segunda geração de computadores era dotada de transistor; a terceira foi marcada pelos circuitos integrados. A evolução dos computadores prosseguiu até a presente quarta geração dos conhecidos desktop e computadores pessoais, os quais se utilizam de microprocessadores. Os servomecanismos, que também evoluíram ao longo do tempo, são dispositivos que convertem sinais elétricos em movimentos mecânicos. Essa definição simplificada nos permite concluir que os servomecanismos existem há muito tempo e podiam operar independente do computador ou das instruções provenientes do comando numérico computadorizado, as CNC. A evolução dessas tecnologias possibilitou a criação do comando numérico, permitindo que as máquinas contemporâneas pudessem ser controladas automaticamente, por meio de números, letras ou até mesmo símbolos. A combinação desses equipamentos também possibilitou que o MIT desenvolvesse a automatically programmed tools – APT, uma linguagem de programação que traduz a entrada de comandos de trajetórias de ferramentas para a máquina. Ao avançarmos um pouco mais na evolução histórica da indústria e na da automação, chegamos aos robôs, cujo significado etimológico refere-se a trabalho forçado ou escravo. Não poderíamos deixar de comentar o diferencial que os robôs têm das outras máquinas, pois eles possuem sensores (dispositivos que fornecem os cinco sentidos – visão, tato, olfato, audição e paladar) para poderem realizar as suas operações. Em torno de 1940, Isaac Asimov, ao fazer um paralelo dos robôs com os humanos, desenvolveu quatro leis sobre os comportamentos dos robôs: • Lei Zero: Um robô pode não prejudicar a humanidade, ou, por omissão, permitir que a humanidade se prejudique. • Lei Um: Um robô pode não prejudicar um ser humano, ou, por omissão, permitir que um ser humano se prejudique, a menos que isto viole uma lei de ordem mais alta. automação da produção • Lei Dois: Um robô tem que obedecer a ordens dadas por seres humanos, exclui as ordens que estejam em conflito com uma lei de ordem mais alta. • Lei Três: Um robô tem que proteger sua própria existência, contanto que tal proteção não esteja em conflito com uma lei de ordem mais alta.

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