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Almeida Garrett

País de origem: Portugal
Nascimento: 17 de dezembro de 2018
Site:
Gêneros Romance
João Batista da Silva Leitão de Almeida Garrett e mais tarde 1.º Visconde de Almeida Garrett, nasceu em Porto no dia 4 de fevereiro de 1799 e foi um escritor e dramaturgo romântico, orador, ministro e secretário de estado honorário português.

Grande impulsionador do teatro em Portugal, uma das maiores figuras do romantismo português, foi ele quem propôs a edificação do Teatro Nacional de D. Maria II e a criação do Conservatório de Arte Dramática.

No período de sua adolescência foi viver para os Açores, na ilha Terceira, quando as tropas francesas de Napoleão Bonaparte invadiram Portugal e onde era instruído pelo tio, D. Alexandre, bispo de Angra. Em seguida, em 1816 foi para Coimbra, onde acabou por se matricular no curso de Direito.

Em 1818, começa a usar o apelido Almeida Garrett, assim como toda a sua família. Foi em Inglaterra que tomou contato com o movimento romântico, descobrindo Shakespeare, Walter Scott e outros autores e visitando castelos feudais e ruínas de igrejas e abadias góticas, vivências que se refletiriam na sua obra.

Participa entusiasticamente na revolução de 1820, de que parece ter tido conhecimento atempado, como parece provar a poesia “As férias”, escrita em 1819.

Em Coimbra publica o poema libertino “O Retrato de Vénus”, que lhe vale ser acusado de materialista e ateu, assim como de «abuso da liberdade de imprensa», de que será absolvido em 1822. A VilaFrancada, o golpe militar de D. Miguel que, em 1823, acaba com a primeira experiência liberal em Portugal, leva-o para o exílio.

Em 1824, pode partir para França e assim o fez, nessa viagem escreveu o muitíssimo conhecido “Camões” (1825) e “Dona Branca” (1826, não tão conhecido como o anterior mas não menos importante), poemas geralmente considerados como as primeiras obras da literatura romântica em Portugal. No ano de 1826 foi chamado e regressou à pátria com os últimos emigrantes dedicando-se ao jornalismo, fundando e dirigindo o jornal diário “O Português” (1826-1827) e o semanário “O Cronista” (1827). Também colaborou na Revista Universal Lisbonense (1841-1859) e na Semana de Lisboa (1893-1895).

Em 1843 que começou a publicar, na Revista Universal Lisbonense, “As Viagens na Minha Terra”, descrevendo a viagem ao vale de Santarém. Anteriormente, tinha lido no Conservatório Nacional uma memória em que apresentou a peça de teatro Frei Luís de Sousa, fazendo a primeira leitura do drama.

Por decreto do Rei D. Pedro V de Portugal, datado de 25 de junho de 1851, Garrett é feito Visconde de Almeida Garrett, em vida (tendo o título sido posteriormente renovado por 2 vezes). Em 1852 é eleito novamente deputado, e de 4 a 17 de Agosto será ministro dos Negócios Estrangeiros. A sua última intervenção no Parlamento será em Março de 1854 em ataca o governo na pessoa de Rodrigo de Fonseca Magalhães.

Falece a 9 de dezembro de 1854, vítima de um cancro de origem hepática, em Lisboa. Os seus restos mortais foram posteriormente trasladados para o Panteão Nacional da Igreja de Santa Engrácia aquando do término deste edifício. A cerimônia ocorreu em homenagem a si e a mais outras ilustres figuras portuguesas, entre os dias 1 e 5 de dezembro de 1966. Garrett foi homenageado com seu nome em uma biblioteca em Porto.
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