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Eça de Queirós

País de origem: Portugal
Nascimento: 20 de fevereiro de 2018
Site:
Gêneros Romance
José Maria de Eça de Queirós nasceu em 25 de novembro de 1845 e foi um dos mais importantes escritores portugueses da história. Foi autor, de romances de reconhecida importância, de “Os Maias” e “O Crime do Padre Amaro”; o primeiro é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX.

Estudou Direito em Coimbra, num tempo em que por lá passava uma esplêndida geração de moços. Engaja-se no pensamento de Proudhon e de Comte, afora iniciar a carreira literária com uma série de folhetins que mais tarde seriam reunidos sob o título de “Prosas Bárbaras”. Formado, segue para Lisboa, a fim de advogar, e de lá para Évora (1867).

Tendo ingressado na carreira diplomática, em 1873 foi nomeado cônsul de Portugal em Havana.

Eça de Queirós escreveu a sua primeira novela realista, “O Crime do Padre Amaro”, publicada em 1875.

Os anos mais produtivos de sua carreira literária foram passados em Inglaterra, até o ano de 1878, onde se casa e encontra a tranquilidade para dedicar-se à obra literária, onde escreveu os romances “Mistério da estrada Sintra” 1871, “O Crime do Padre Amaro” 1875, “O Primo Basílio” 1878, “O Mandarim” 1879 entre outras obras, além de exercer o cargo em Newcastle e Bristol.

Posteriormente, escreveu então alguns dos seus trabalhos mais importantes, como “A Capital”, escrito numa prosa hábil, plena de realismo. Manteve a sua atividade jornalística, publicando esporadicamente no Diário de Notícias, em Lisboa, a rubrica «Cartas de Inglaterra». Mais tarde, em 1888 seria nomeado cônsul em Paris.

Seu último livro foi “A Ilustre Casa de Ramires”, sobre um fidalgo do século XIX com problemas para se reconciliar com a grandeza de sua linhagem. É um romance imaginativo, entremeado com capítulos de uma aventura de vingança bárbara que se passa no século XII, escrita por Gonçalo Mendes Ramires, o protagonista. Trata-se de uma novela chamada “A Torre de D. Ramires”, em que antepassados de Gonçalo são retratados como torres de honra sanguínea, que contrastam com a lassidão moral e intelectual do rapaz.

Morreu em 16 de Agosto de 1900 na sua casa de Neuilly-sur-Seine, perto de Paris. Foi também o autor da “Correspondência de Fradique Mendes” e “A Capital”, obra cuja elaboração foi concluída pelo filho e publicada, postumamente, em 1925. Fradique Mendes, aventureiro fictício imaginado por Eça e Ramalho Ortigão, aparece também no Mistério da Estrada de Sintra.

Seus trabalhos foram traduzidos em aproximadamente vinte línguas.
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