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Bling Ring - A Gangue de Hollywood - Acompanha Ingresso (Cód: 5005701)

Sales, Nancy Jo

Intrinseca

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Bling Ring - A Gangue de Hollywood - Acompanha Ingresso

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Descrição

A promoção é válida apenas para compras realizadas no site.
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Imagens meramente ilustrativas.

* Convite válido de Segunda a Queinta-Feira exceto feriados, nos cinemas que estiverem exibindo o filme, exceto circuito Araújo, Cinemark Cidade Jardim SP (salas VIPs), Grupo Estação, UCI sala Imax e De Lux, Kinoplex Park Shopping Platinum (Brasília), Kinoplex Vila Olímpia Platinum (São Paulo), Cinépolis Iguatemi Alphaville (sala VIPs), Cinemark Shopping Iguatemi e Cinemark (salas Prime).
Convite individual - Venda Proibida - Sujeito a lotação da Sala.

Entre 2008 e 2009, as residências de Lindsay Lohan, Orlando Bloom, Paris Hilton e diversas outras celebridades foram invadidas e saqueadas. Os ladrões, um grupo de jovens de famílias abastadas, levaram o equivalente a 3 milhões de dólares em joias, dinheiro e artigos de grife, como relógios Rolex, bolsas Louis Vuitton, perfumes Chanel e jaquetas Diane von Furstenberg. As notícias surpreendentes sobre o caso chocaram Hollywood e intrigaram o mundo. Por que esses garotos, que em nada correspondiam à tradicional imagem dos bandidos, realizaram crimes tão ousados? A jornalista Nancy Jo Sales entrevistou todos os envolvidos, incluindo os pais e os advogados dos jovens, e até mesmo as celebridades que sofreram os assaltos. “Em Bling Ring - A Gangue de Hollywood”, ela apresenta todos os detalhes de uma das quadrilhas mais audaciosas de nossos tempos.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9999050057014
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9999050057014
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Andrea Gottlieb
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 272
Peso 0.32 Kg
Largura 16.00 cm
AutorSales, Nancy Jo

Leia um trecho

Em 2007, Paris Hilton comprou uma casa em Mulholland Estates, um condomínio fechado localizado tecnicamente em Sherman Oaks, Califórnia. O empreendedor imobiliário conseguiu assegurar o código postal mais cobiçado — Beverly Hills, 90210 — para aquele endereço onde, ao longo dos anos, residiram muitas celebridades, incluindo Charlie Sheen, Paula Abdul e Tom Arnold. O condomínio exibe vistas panorâmicas de San Fernando Valley e de algumas das casas mais extravagantes da região, a maior parte delas construída nos anos 1990, quando a arquitetura residencial continuava a refletir a celebração de um consumismo exacerbado, presente em séries populares de TV como Dallas e Lifestyles of the Rich and Famous. O ano de 2007, do ponto de vista jurídico, foi difícil para Hilton. Sua carteira de motorista foi suspensa ao ter sido flagrada dirigindo alcoolizada no ano anterior e, depois de ser pega descendo o Sunset Boulevard a uma velocidade acima do permitido em seu Bentley Continental GTC azul, ela ficou na cadeia 23 dias dos 45 determinados na sentença por violação de liberdade condicional. Enquanto isso, no plano das finanças ela continuava muito bem. Mesmo os vídeos que vieram à luz, nos quais ela usava termos racistas e homofóbicos, não interferiram em seu crescente sucesso. A grife de “estilo de vida” por ela lançada em 2004 abrangia agora televisão, filmes, música, roupas, livros, joias, perfumes, bolsas, produtos para animais de estimação e sua marca de apliques para cabelo Dreamcatcher. Seu mais recente reality show, Paris Hilton’s My New BFF, estava em produção (aos candidatos da primeira temporada era feita a pergunta “Você morreria por Paris?”, sob o olhar de Hilton, que dava risadinhas). Hilton, com apenas 26 anos, estava em alta. Assim, comprou para si mesma uma mansão em estilo mediterrânico, com 2.300 metros quadrados e cinco dormitórios, por 5,9 milhões de dólares. Cerca de um ano depois, numa noite amena de outubro de 2008, dois adolescentes passavam de carro pela Mulholland Drive rumo à casa de Hilton com a intenção de arrombá-la. Eram uma jovem e um rapaz, de dezoito e dezessete anos, que moravam não muito longe, em Calabasas, um subúrbio abastado no Valley. O garoto, Nick Prugo, era franzino, com feições angulosas como as de uma raposa e um sorriso intermitente, que expressava ansiedade. Exibindo indícios de uma calvície prematura, ele sugeria a imagem de um antigo astro da Nickelodeon que, envelhecido, tivesse deixado para trás seu encanto infantil. Ostentava um bigode fino e um ralo cavanhaque, que complementavam seu visual hipster (casaco de moletom com capuz, jeans, tênis, a carteira presa por uma corrente). A menina que, segundo ele, o acompanhava, Rachel Lee, era esguia, tinha cabelos pretos e uma cara de criança que ocultava seu lado de durona. Como sempre, Rachel, eleita duas vezes a “mais bem vestida” da escola, estava com o visual perfeito, um look criminosa chique (capuz, echarpe, camiseta de marca, jeans). Rachel era obcecada por moda, disse Nick, tinha obsessão por roupas; esse era o motivo de estarem a caminho da casa de Paris aquela noite, porque Rachel queria as roupas de Paris. Os dois amigos não falaram muito ao avançarem pela estrada tortuosa ao longo da montanha rumo à casa que pertencia ao seu alvo. As etapas do planejamento “lembravam muito Missão impossível”, disse Nick e os dois tinham se habituado a chamar a tarefa que estavam prestes a realizar de “a missão”. Falantes, tinham vivido com grande intensidade aqueles mo mentos de preparação, tentando imaginar de que modo poderiam ter acesso a um condomínio fechado protegido por guardas. Nick havia estudado cui dadosamente a propriedade com ajuda do Google Earth, depois de achar o endereço de Hilton no Celebrity Address Aerial. (Site dedicado a divulgar en de reços e fotografias aéreas das residências de celebridades ao preço de 99,99 dólares pela assinatura anual. Os responsáveis pelo site têm uma opinião bem pouco positiva a respeito de Hilton, afirmando na sua página de divulgação: “O motivo pelo qual tantas pessoas odeiam a América é, pura e simplesmente, Paris Hilton.”) Ao examinar as fotos aéreas de Mulholland Estates, ele percebeu uma área nos fundos que parecia acessível por uma colina íngreme. Rachel mostrou-se satisfeita com sua descoberta, ele disse, e isso o deixou feliz. Nick gostava de agradar Rachel. Ele sentiu um arrepio de emoção ao avançarem juntos rumo a essa estranha aventura. Estava nervoso, ele contou, mas Rachel permanecia calma, e isso o tranquilizou. Tentou concentrar sua atenção na música que estava tocando no carro enquanto aceleravam pela escuridão. Ele gostava de hits dançantes de Pharrell e Lil Wayne e de canções do Atmosphere, o melancólico grupo de rappers brancos de Minnesota. Havia uma canção deles em especial que sempre fazia com que pensasse em Rachel chamada “She’s Enough”. É sobre um homem que faria qualquer coisa pela mulher que ele ama: “Se ela quer aquilo / Vou conseguir pra ela... Se ela precisasse do dinheiro / Eu ia te deixar limpo, cara... Ela quer aquele troço e eu estou do lado dela...” Por volta da meia-noite, contou Nick, eles chegaram ao Mulholland Estates e estacionaram o Toyota branco nos fundos do condomínio. Não tiveram dificuldade para encontrar a colina que procuravam e subiram por ali, se valendo das trilhas que acharam na mata, clareiras abertas para a prevenção contra incêndios, uma subida não muito íngreme que facilitava a escalada. Podiam ouvir um ao outro arfando por causa do esforço. Não eram jovens atléticos — fumavam cigarros e baseados. Ambos tinham cartões emitidos pelo estado da Califórnia autorizando o consumo de maconha para fins medicinais; esse documento não era difícil conseguir. Uma vez no interior do condomínio, eles passaram por mansões parecidas com castelos sombrios e carros de luxo, como se estivessem num sonho. Estavam seguros, de acordo com Nick, de que, caso fossem vistos, não seriam considerados intrusos. Pareciam ser “garotos normais”. Ele poderia ser o filho de algum vizinho, Rachel poderia ser sua namorada. — Era isso que realmente fazia com que as coisas fluíssem quando Rachel e eu saíamos para essas coisas — disse Nick. — Nunca usávamos máscaras, não usávamos luvas. Éramos discretos. Tínhamos uma aparência natural, de modo que, se alguma coisa desse errado, falaríamos o quê? Somos só garotos normais. Não era como se fôssemos criminosos. Ele contou que nunca conseguiu se lembrar do momento exato em que ele e Rachel decidiram começar a arrombar casas de celebridades; mas assim que se decidiram, souberam na mesma hora que Paris seria a primeira. — Rachel acreditava — disse ele — e, acho, eu também, que Paris era uma idiota. Tipo, quem deixaria a porta destrancada? Quem deixaria um monte de dinheiro bem à vista? Usando a lógica, qualquer um nos Estados Unidos provavelmente chegaria à conclusão de que, se vai tentar algo com uma celebridade, então melhor que fosse alguém, digamos, não muito inteligente... E então, de repente, surgiu a casa de Paris, se erguendo diante deles como a villa de alguma condessa espanhola, resplandecente com azulejos amarelos e telhas de estilo mediterrânico. Nick procurou ficar calmo enquanto seguia Rachel ao longo do acesso da casa rumo à porta da frente. O plano dos dois — bem, não exatamente um plano, tinha sido mais um impulso, pois, a despeito de quantas vezes tivessem imaginado aquela noite, na verdade decidiram apenas ir e agir espontaneamente, depois de terem tomado alguns drinques — o plano era apenas tocar a campainha e ver se alguém atenderia. E se alguém atendesse, bem, talvez então conseguissem ver Paris. E isso seria fantástico, de um jeito engraçado. Iriam fingir serem apenas dois idiotas com o endereço errado, garotos procurando alguma festa. Rachel tocou a campainha, contou Nick, exibindo a expressão inocente que ele a vira usar tantas vezes antes. Ela era ótima para representar o papel da garota bonita sempre que adultos estavam por perto fazendo perguntas. — Ela sabia que era uma menina bonita e que assim poderia se safar de algumas coisas. Sabia como funcionava o sistema. Sabia como jogar com essas regras. Ela tocou e tocou... mas ainda assim não houve resposta. Paris estava em casa ou tinha saído? Estava promovendo sua linha de bolsas em alguma loja de departamentos em Tóquio? Marcando presença na festa de aniversário de algum milionário em Moscou (por um cachê, é claro)? Nick tinha tentado rastrear o paradeiro de Hilton recorrendo à conta dela no Twitter e aos sites sobre celebridades, como TMZ, mas não tinha muita certeza de onde ela se encontraria naquela noite.

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