Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 42 Artboard 21 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 42 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 23 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 6 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 43 Artboard 44 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 46 Artboard 8

Cenouras E Recompensas Não São Tudo - Como Engajar Seus Funcionários Com Base Na Administração Moderna (Cód: 3665247)

Marciano,Paul

Alta Books

Ooopss! Este produto está temporariamente indisponível.
Mas não se preocupe, nós avisamos quando ele chegar.

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 49,90

em até 1x de R$ 49,90 sem juros
Cartão Saraiva: 1x de R$ 47,41 (-5%)

Total:

Em até 1x sem juros de


Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total:

Em até 1x sem juros de


Cenouras E Recompensas Não São Tudo - Como Engajar Seus Funcionários Com Base Na Administração Moderna

R$49,90

Descrição

“Cenouras e Recompensas não são Tudo” apresenta os mesmos recursos e técnicas comprovadas que tornaram possíveis aos treinadores, executivos, gerentes e proprietários de negócios abrangendo filiais do governo dos Estados Unidos às corporações presentes na Fortune 500 a pequenos grupos, obterem ganhos consideráveis na produtividade do empregado e satisfação do trabalho. Quando você dá um pouco de RESPEITO ganha uma organização mais eficaz, com rotatividade reduzida e menor número de faltas, empregados engajados em todos os níveis, focados e comprometidos com o sucesso da equipe. Em resumo, você obtém um ROI - Return On Investment (Retorno Sobre Investimento) máximo sobre o recurso mais eficaz de uma organização: as pessoas!

Características

Peso 0.25 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Alta Books
I.S.B.N. 9788576085737
Altura 24.00 cm
Largura 17.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 216
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788576085737
Número da edição 1
Ano da edição 2011
AutorMarciano,Paul

Leia um trecho

O Local de Trabalho Baseado em Recompensas Na língua inglesa existe uma expressão para definir um sistema cuja produção é incentivada através de recompensas e punições, Carrots and Sticks. Neste tipo de sistema as recompensas (carrots - cenouras) são colocadas “na frente” dos funcionários para mostrar o caminho que devem seguir, enquanto que as punições são o artifício utilizado para que avancem ou mantenham o ritmo, como o ato de bater no lombo do burro com uma vara (stick). As recompensas variam de canecas de café a bônus lucrativos e muitas outras coisas. A dedução óbvia é que os empregados são, na verdade, motivados especificamente pela recompensa oferecida. Esse sistema é baseado nos princípios do condicionamento operante. Operant Conditioning Refere-se a estratégias comportamentais específicas desenvolvidas por B. F. Skinner para mudar o comportamento. Os termos associados com a abordagem de Skinner, como reforço positivo, reforço negativo e punição, são frequentemente falados entre os gerentes de recursos humanos, líderes administrativos e consultores, quando eles buscam motivar seus empregados. Infelizmente, esses termos foram muito mal interpretados e mal empregados. O reforço – tanto positivo quanto negativo – refere-se às consequências que aumentam a probabilidade da ocorrência futura de um comportamento. Formas comuns de reforço positivo incluem elogios, privilégios, dinheiro e várias recompensas. O reforço negativo é remoção de um estímulo aversivo. Por exemplo, quando uma mãe pega um bebê que está chorando e o bebê para de chorar, a mãe é reforçada negativamente e, assim, fica mais passível de pegar o bebê quando ele chorar no futuro. Apesar da possibilidade de o reforço negativo ser usado como estratégia motivacional, isto não é comum. Punição são as consequências adversas que diminuem a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente no futuro. Formas comuns de punição incluem ignorar, penalidades, multas e a retirada de privilégios. No local de trabalho, suspender um empregado sem pagamento é um exemplo do uso de punição devido à mudança de comportamento. Eis aqui a parte importante: para que uma consequência seja considerada reforço ou punição, ela deve ter impacto na probabilidade deste comportamento ocorrer novamente. Caso a consequência não aumente ou diminua a probabilidade do comportamento, então ela não corresponde aos critérios de reforço ou punição. Essa distinção é importante porque sugere que, para saber se uma consequência é reforço ou punição, vai depender do indivíduo, e pode diferir ainda mais, dependendo da situação e da fonte da consequência (ou seja, da pessoa que aplica). Por exemplo, se seu chefe grita com você por estar atrasado para o trabalho e você começa a chegar no horário, então, o grito do seu chefe serviu como uma forma de punição, porque causou impacto no seu comportamento. Em contrapartida, se sua esposa grita com você por chegar tarde do trabalho e seu comportamento não muda, então, o grito dela não é punição – é irritação. Seria muito impreciso e irresponsável de minha parte sugerir que os princípios de condicionamento operante sejam ineficazes. Milhares de estudos empíricos demonstram que o poder do condicionamento operante motiva animais, crianças e adultos a se engajarem em comportamentos específicos em um esforço de conquistar recompensas. Quando estava na faculdade, passei vários anos aprendendo, pesquisando, aplicando e ensinando estes princípios para ajudar a mudar o comportamento de crianças diagnosticadas com desvio de conduta. Na verdade, independentemente de você perceber ou não, todos nós usamos reforço e punição todos os dias nas nossas vidas pessoais. Seja alimentando seu gato porque ele está miando de fome, seja agradecendo a seu filho por fazer sua cama ou ainda negando afeto ao seu parceiro ou parceira porque ele/ela esqueceu o aniversário de casamento ou de namoro, você está usando as técnicas de condicionamento operante para moldar o comportamento daqueles ao seu redor. Sempre me senti frustrado por meus pais e supervisores resistirem a aprender sobre os princípios da modificação do comportamento por não quererem “manipular” seus filhos ou empregados. Você usa estas técnicas todos os dias; não seria melhor saber o que você está fazendo? Não há nada de errado com os princípios do condicionamento operante. É só que eles não funcionam no contexto de um ambiente profissional, no qual você precisa que as pessoas usem suas mentes. Felizmente, não precisamos nos preocupar em “consertar” programas tradicionais de recompensas e reconhecimentos já que o problema não tem a ver com esses programas, de forma alguma; o problema é a suposição fundamental de que para maximizar a produtividade de nossos empregados, precisamos motivá-los. Fomos levados a acreditar que os mesmos princípios que fazem um camundongo ou um pombo “trabalhar bastante” são aqueles que devemos usar para fazer os seres humanos serem mais produtivos. Eis a novidade: os seres humanos que trabalham em organizações são, na verdade, diferentes dos camundongos que correm em labirintos e apertam botões para conseguir comida. As pessoas são seres complexos cheios de pensamentos, sentimentos, atitudes, personalidades, habilidades, experiências e metas, têm um trabalho tipicamente complexo e exigem habilidades cognitivas de ordem mais elevada, incluindo a solução de problemas e a tomada de decisões. Além disso, trabalhamos com outros seres humanos complexos em organizações complexas. Apesar de poder parecer algumas vezes, não somos hamsters correndo em uma roda.