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Livro Digital

Ciência, a Magia Logificada (Cód: 5023792)

Bono, Ernesto

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Cartão Saraiva

Descrição

Não é fácil traduzir em palavras a inconformidade e o fervoroso impulso que me levou a escrever um livro sobre tema tão delicado como o da inquestionável verdade científica.
Como ousei levantar a voz contra a ciência moderna, deusa toda poderosa do mundo contemporâneo? Quem me deu esta autoridade de criticar a ciência? E que critério tenho eu para pretender denunciar aquilo que todos aceitam como absolutamente válido e verdadeiro? Balbuciaria eu, ora, por que não recorrer a novos paradigmas que facilitem a possibilidade humana de conhecer vivências autênticas e que inclusive facilitem profundas e acuradas pesquisas!?
O que me levou, pois, a desendeusar certas obras humanas definitivamente consagradas? Teria sido mera vaidade, ou quem sabe uma tentativa de querer parecer diferente? Não serei um maniático ou um paranóide, como, numa linguagem moderna, costumam argumentar certos indivíduos radicais e desonestos, de mente petrificada? Ou quem sabe se não sou um ateu, um apóstata, um pagão, um demônio, um anticristo, a própria besta do apocalipse, como também certos fanáticos teriam dito outrora, numa linguagem antiga.
Como neste livro discorro sobre ciência, humanismo, filosofia e, por vezes, sobre religiões, esses seriam os epítetos que me caberiam. Se meu enfoque abarcasse também a sociologia, a política, a economia etc., os mesmos desonestos de todos os tempos, possivelmente me batizariam com os termos de comunista, anarquista, fascista, nazista, burguesão, alienado, reacionário, retrógrado, “místico”, “poeta”, “filósofo” etc.
No fundo, no fundo, esses hipotéticos contra-ataques pouco interessam, porque, por mais que o intentasse, “eu” não saberia detalhar os motivos profundos que me levaram a ousar tanto. Poderia dizer que fui impelido por um sentimento de simpatia e amor para com os homens; nesse caso, porém, poderia caber também, uma simples tentativa de auto-engrandecimento. De qualquer modo, não sei até que ponto minhas palavras poderão beneficiar ou prejudicar alguém. Simplesmente sei-e-sinto que alguma coisa tem que ser feita.
Quem sou eu? Em termos de verdade profunda não passo de um sonho, de uma quimera, de um mero nome e sobrenome. Se a meu próprio respeito mal posso sugerir que “EU SOU”, que mais é preciso dizer e saber? E se ousei levantar-me contra a deusa toda poderosa do mundo moderno, é porque essa mesma deusa infelizmente agora transformada num poderoso conjunto de organizações industriais-comerciais, interesseiras e mesquinhas, como já tantas outras houve está oprimindo e aniquilando tudo aquilo que o indivíduo tem de melhor em si, ou seja, o “EU SOU” da mente primeva (subjetivismo) ou a autonatureza em sua condição original (ou objetivismo).
E que autoridade tinha para escrever o que escrevi de modo crítico? Em verdade nenhuma, malgrado ainda nada impeça que se escreva o que bem se entenda, o mesmo não acontecendo, porém, com a publicação e difusão do que se escreve. Outrora, eu também confiei na ciência moderna bem diferente da ciência eterna e superior, supondo que ela fosse um empreendimento humano, sincero e desapaixonado, que finalmente iria devolver ao homem a paz de espírito e a prosperidade. Entretanto, a paz interna e externa (ou do mundo) nunca esteve tão afastada de nós. A prosperidade material, por sua vez, não passa de uma aparência, de uma grande ilusão para atrair os incautos. A ciência moderna só beneficia os governos e poderosos de todas as latitudes.
Quando me dei conta de que a ciência moderna, pouco a pouco ia esmagando e sufocando o que de melhor havia (e há) em mim, um alerta íntimo e uma intuição espontânea sussurravam-me a todo momento e me diziam que nem tudo o que a ciência explicava e provava era válido e verdadeiro. E para não sucumbir ao canto da sereia científica, reagi e obriguei-me então a buscar. Objetivamente falando, investiguei com afinco, no intuito de comprovar se minha insatisfação tinha fundamento ou se não passava de um delírio. Valendo-me da intuição que cientificistas lucubradores consideram mera imaginação exaltada, ou servindo-me da apreciação arguta e da lógica extremada – ou uma lógica do pau na brasa, lógica cortante que também se autoconsome – eu comecei a passar em revista serenamente as pretensas provas materiais, supostamente irrefutáveis que a ciência apresentava. Quantos anos perdi buscando e rebuscando, em todas as fontes do patrimônio científico, aquilo que o homem pensante chama de verdade! Quanto sofrimento, angústia, vacilação! Com quanta confusão e contradição me deparei! Quanto tive que lutar contra a minha própria razão enganadora, até vivenciar o contrário; ou seja, que o movimento científico moderno, iniciado na renascença, era apenas mais uma tentativa de sufocar no homem aquilo que ele tinha (e tem) de bom e verdadeiro, sua própria autonatureza, seu caráter ou individualidade verdadeira, o SER em si. E não pensem que, antes de intentar qualquer crítica contra a ciência, não levei em consideração o esforço de certos homens abnegados e sinceros. Estes, de modo ingênuo, pretenderam libertar a humanidade das trevas, do fanatismo e do ignorante obscurantismo em que se encontrava, devido a outros homens mais, fanáticos e mal pensantes, que faziam parte de determinadas organizações religiosas. Entrementes, nessa minha busca, surpreendi e compreendi também que essas trevas, essas intransigências, essa maldade e fanatismos não eram devidos a um excesso de radicalismo clerical, que tanto caracterizou a Idade Média e a Renascença, mas sim a algo mais sutil, mais ladino e sagaz: ou seja, o ego-pensamento no homem – cuidado, não comparar este ego ou este lucubrador interior, incessante falastrão e enganador, com o fantasmagórico ego-pessoa, apontado pela psicanálise, psiquiatria e psicologia acadêmica. Este ego é como uma mancha, como um acréscimo espúrio que todo homem pensante traz e não traz em sua mente, em sua própria consciência absoluta. Claro que eu sempre soube que assim como houve religiosos bem intencionados, da mesma forma houve cientistas que, com as mesmas boas intenções, queriam fazer algo de bom pelo homem. O erro de ambos, contudo, era não se conhecerem suficientemente a si mesmo, em profundidade. Infelizmente, como já acontecera antes, no momento em que a suposta descoberta e a criação do cientista se transformavam em ciência organizada, os bons propósitos do esforço (ou da magia) desapareciam para dar lugar ao sectarismo, à limitação da ação (livre e original) e às sufocações da mente. Os mesmos erros que a humanidade extraviada cometia sob a opressão das organizações religiosas, isto é, não discernir, não entender, não compreender crítica e verazmente por conta própria agora se repetiam sob a influência e o predomínio da organização científica. Como se constatará mais adiante nestes escritos, é o homem em si que, mais uma vez, sozinho, se levanta contra os interesses pecuniários das organizações, com sua venda de prestígios. É a parcela sensível que se levanta contra o pretenso e falso todo pensante-pensado. E quem, como eu, já procurou aprofundar-se no verdadeiro conhecimento, epistemologia, e que nada tem a ver com as invencionices acadêmicas, esse também terá constatado que a organização, seja qual for, não interessa em nada; o que importa é o homem. O que interessa é o ser original feito homem, não a ciência moderna, coletânea de opiniões e provas capciosas de vários indivíduos, coletadas por outros mais. O que importa é a verdade intrínseca a todo homem, que é a sua autonatureza, e não as opiniões que esta ou aquela organização humana coleta, compila, e depois difunde e impõe.
Este livro preocupa-se mais com o pretenso “eu”, mau conhecedor (ou ego), que com o suposto fato científico e conhecido. Sobre os pretensos fatos, todos opinam com facilidade e, por causa deles, até praticam atos cruéis ou inadequados a fundamentarem suas opiniões. Como ego-conhecedor ou opinador, contudo, todos se desconhecem por completo.
Certos homens agrupando-se e constituindo a organização científica, acreditaram que, finalmente, estavam fundando algo que, daí por diante jamais enganaria a humanidade novamente. E dessa maneira, em conformidade a determinados métodos previamente estabelecidos, ou seja, graças ao discurso interior, à intencionalidade e às decisões catastróficas postas em prática acharam que a ciência moderna estava se estabelecendo sobre a verdade mais pura e mais fidedigna. No entanto, eles só não se deram conta que, quanto mais a ciência se enriquecia de opiniões e arremedos dialéticos, provados num nível meramente superficial, ladino e intelectual, mais o próprio homem ia perdendo seus poderes naturais, transformando-se numa marionete, escrava de suas próprias lucubrações e elaborações intelectuais. Tal situação e descuido conseguiram transformar nosso mundo atual num verdadeiro pesadelo, numa verdadeira alucinação coletiva, em nada mais leve e mais suave que tantas outras alucinações pelas quais a humanidade já passou várias vezes e em épocas diferentes. E o pior de tudo é que, atualmente, o conjunto de opiniões científicas, com suas provas enganadoras, nos subjuga a tal ponto que, mesmo que interferisse outra influência insólita qualquer, já não seríamos mais capazes de discernir ou de darmo-nos conta do engano, superando os condicionamentos.
Em outras épocas, sob a prevalência de outros despotismos intelectuais e religiosos, que sufocavam a livre expressão da inteligência humana, alguns homens atentos e esclarecidos ainda pressentiam em seu íntimo que um dia a verdade voltaria a brilhar em toda a sua plenitude. Depois, porém, surgiu uma pretensa ciência modificada (ou ciência moderna), que tentou libertar o homem de certos condicionamentos anteriores. Esta, em seu começo, sugeria ao homem e depois “provava-lhe” que ela era a única fonte válida e eficaz para compreender os enigmas da vida. Tanto se empenhou que conseguiu inclusive demonstrar e provar que, fora dela, ou fora da ciência, não havia outra interpretação para isto que chamamos natureza, mundo, universo. A verdade, portanto, era exatamente aquela que ela apresentava e dizia ter provado. E o homem mal pensante, esse eterno bobo e incauto, saindo de um círculo vicioso (ciência aristotélica e escolástica) caía em outro muito pior.
O extravio do homem nos tempos atuais é tão grande que ele perdeu toda sensibilidade, toda intuição, toda capacidade de questionar-se a si mesmo, para depois interpretar adequadamente o meio. Perdeu a possibilidade de vislumbrar algo novo, algo diferente que consiga esclarecer e apaziguar essa imensa ânsia de conhecer que traz em sua mente, lamentavelmente ego-personificada. Em verdade, o homem nunca se compreendeu a si mesmo e, por isso, nunca fez uso da verdadeira sabedoria. Apenas repetiu com seu raciocínio vulgar tudo aquilo que sempre lhe incutiram na cabeça, num ridículo e lamentável condicionamento mental. Antes, falsos religiosos, com suas crenças e falácias, condicionavam, e matavam o homem original. Hoje, cientificistas ignorantes e materialistas fazem o mesmo.
O homem escapou da tirania religiosa, política e até mesmo filosófica de antigamente, para deixar-se enlaçar agora pelo mais perigoso despotismo intelectual de todos os tempos: a tirania do absolutismo científico, próprio de cientificistas obtusos e de governantes, políticos aproveitadores e mal intencionados. Obviamente, não incluo nesta minha denúncia os cientistas verdadeiros. Tal visão científica das coisas, e que nada tem a ver com a ciência eterna, não só escravizou o homem, mas também, e principalmente, distorceu e deturpou a simplicidade e a beleza espontânea que existiam e ainda existem em seu meio ambiente. E estas estão sempre prontas a se revelarem a quem as saiba ver-e-sentir, sem tanto pensar.
A ciência moderna, a partir de suas teses e antíteses pretensamente impecáveis e “provadas”, através de sua metodologia capciosa em cinco tempos, conseguiu reconstruir artificialmente a própria vida objetivada, reconstruções e distorções essas que já tinham ocorrido ao longo dos séculos, mas não de maneira tão lamentável. Ela conseguiu elaborar uma vida artificial, praticamente infernal, o nosso mundo-cão cotidiano, chegando ao cúmulo de conseguir provar que essa é a única e verdadeira vida, fora da qual não existe outra, a não ser a aniquilação ou o nada que a ciência preconiza. E não só “provou”, mas induziu a que o homem de todas as latitudes passasse a pensar única e exclusivamente pelo prisma científico, tudo isso resultando numa percepção absurda que atormenta os seres humanos. Sim, porque o que pensamos, isso acabamos mal vendo e percebendo. Por conseguinte, este livro procura também desmascarar o tão exaltado homem de laboratório, forjador de falsas provas forçadas.
Tanto o entender dos verdadeiramente inteligentes como o atuar mágico (ou a espontaneidade), intrínseco a todos os seres e coisas da natureza, e que também corresponde à atuação natural do universo, ainda livre de leis físico-matemáticas, foi sufocado e aparentemente suplantado pelo pensamento lógico e pelo atuar intencional, restrito, matemático e artificial dos fazedores de ciência. E tudo isto resultou em determinismo.
Na verdadeira natureza (autonatureza) tudo é livre e espontâneo, e os fatos, aparentemente se desenrolam sem que se leve em conta os “como” e os “porquês” do racionalismo humano. Na verdadeira natureza ou universo prevalecem a mais pura liberdade, espontaneidade, harmonia e paz. Na natureza mágica, já deturpada e desvirtuada pelo homem antigo, passaram a prevalecer a lei da retribuição (ou carma) e a lei da geração condicionada, lei dos engendramentos psicofísicos ou lei da causalidade, também conhecida como lei da interdependência, assim enunciada: “isto sendo em pensamento, aquilo aparece, se sobrepõe, se objetiva, se concretiza, desde que para tal se faça alguma coisa propositadamente, se execute o ato intencional. isto não sendo pensado, aquilo não surge, não aparece, não se sobrepõe porque aí também não se executa o ato intencional”.
Essa lei da geração condicionada explica porque os mecanismos inferenciais tiveram tanto sucesso na ciência, mormente quando a ciência acrescentou a eles as suas cinco etapas metodológicas: (1) a observação impessoal, (2) a elaboração da hipótese, (3) a experimentação laboratorial e reprodução do fenômeno, (4) o equacionamento quantitativo-matemático do resultado alcançado, e finalmente (5) a prova final de todas essas lorotas. Isso se enquadra completamente na lei da geração condicionada ou dos Engendramentos Psicofísico ou: isto sendo em pensamento, aquilo aparece, se sobrepõe, se objetiva, se materializa, desde que para tal se execute o ato intencional da experimentação laboratorial. E isso está ligado ao mecanismo inferencial em que partindo-se de pretensos sinais, se alcance o mentiroso objeto escondido.
Explicando essas sugestões em outros termos, certos homens inconformes, sem saber exatamente o que estavam fazendo simplesmente puseram tal lei em funcionamento como nunca se havia visto antes. Tudo começou assim: inicialmente surgiram e intrometeram-se alguns inimigos da humanidade e inimigos do que é natural, que, não satisfeitos com o atuar espontâneo e natural da vida e do universo, começaram a elaborar invencionices, e dogmas compactos e irremovíveis, de tipo religioso, numa absurda tentativa de dar um sentido único àquilo que não aceita condutas e direções fixas. Portanto eles se serviram do desvirtuamento de “revelações superiores”, valeram-se de argumentos infantis e fantasiosos, e do medo, que muito favoreceram a eles mesmos, permitindo-lhes que se agrupassem em poderosos organizações religiosas mal intencionadas. Depois, vieram outros que, pretendendo combater as superstições ou o pensamento mágico do homem e, inclusive, o atuar natural e espontâneo da natureza, recorreram ao pensamento lógico-racional, exclusivamente, sem compreendê-lo a fundo, alegando que ele era o único meio de que a mente dispunha para alcançar a verdade fora e dentro do homem. Desconheciam, portanto, quem era esse suposto pensador lógico (ego) que tanto desejava que a lógica prevalecesse sobre a liberdade das coisas e seres. Como resultado final, a lógica-razão acabou convertendo-se em dona absoluta da vida e da morte. Contudo, ela não passa de um ardil, de uma sombra caduca transformando seus frutos nos piores dogmas de todos os tempos, completamente irremovíveis e fazendo de certos cientistas seres cegos, radicais e intransigentes.
Exprimindo-me de outra forma, certos falsos religiosos antigos, pretendendo subjugar o saber-sentir-intuir, livre e espontâneo dos seres humanos, sem qualquer prova, elaboraram o dogma gratuito e infundado, gerador de temor e falsas submissões. Mais tarde, esse sentir-saber-intuir ou atuação mágica da natureza também acabou sendo suplantado e substituído pelo pensamento lógico e o atuar mesquinho (intencional) de alguns, que anelando tudo explicar, pretenderam estabilizar dentro de esquemas fixos e fechados, (resultando em determinismo, entropia), aquilo que não aceita nem limitação, nem petrificação, nem esquemas. Elaborou-se, portanto, o dogma científico, também infundado como os anteriores, porém desta vez com “provas”, as quais, se pesquisadas a fundo, são meras fantasmagorias convincentes. E assim o homem enveredou uma vez mais pela senda do extravio e do obscurantismo, num verdadeiro retrocesso mental, apesar do aparente progresso material. O mundo-cão que o homem lógico-racional reconstruiu sobre a vida real é um verdadeiro campo de concentração. Uma monstruosa engrenagem da qual somente os canalhas ultra-refinados sabem tirar proveito.
Quem limita a vida à ciência pretensamente pura ou quem passa a fazer parte apenas do círculo do pensamento científico-racional é como se entrasse no inferno de Dante, em cujo pórtico dizia ele estar escrito: “abandonai toda esperança, vós que entrais…”
E a propósito ainda dessa inscrição, Mortimer Taube, em seu livro “Computers and Common Sense”, também disse muito apropriadamente:
“Você conhecerá a verdade, e a verdade o tornará livre; é uma fé inabalável que me faz crer que o processo de investigação racional e o aumento da difusão do conhecimento são os objetivos mais nobres do homem. É como conseqüência desta fé que julgamos necessário denunciar o grau de corrupção que reveste atualmente as palavras ‘ciência’ e ‘cientista’. Pode ser que essas palavras sejam um dia reabilitadas e recuperem seu significado tradicional, mas esta possibilidade é duvidosa.”
Tendo, portanto, surpreendido esse logro ou engano em que o homem outra vez caíra, e tendo feito uma tentativa de revisão crítica do conhecimento científico, como aconselhava Whitehead, decidi resumir aqui minhas “peneirações” em palavras. Mas para dar um toque crítico e contrário às minhas denúncias e conclusões não definitivas, recorri à ajuda muito oportuna de um amigo, colega de estudos, humanista e buscador da verdade. Ele também já compreendera que a ciência moderna, não obstante as boas intenções e honestidade de alguns, estava sufocando toda e qualquer outra manifestação humana que não promanasse da ciência estabelecida e consagrada.

Características

Produto sob encomenda Sim
Marca publique-se!
Cód. Barras 9999050237928
Início da Venda 02/08/2013
Coleção / Série Ciência, a Nova Religião
Territorialidade Internacional
Formato Livro Digital Epub
Proteção Drm Sim
Idioma 332
Código do Formato Epub
VOLUME II
Peso 0.00 Kg
AutorBono, Ernesto

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