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Coleção o Método (Cód: 123556)

Morin, Edgar

Sulina

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Descrição

A Editora Sulina lança no Brasil uma inovação planetária: a coleção completa dos 6 volumes de 'O Método' em exclusiva caixa.

Vol. 1 - A Natureza da Natureza
3ª. edição de 2005
480 paginas
O que é um método? Um caminho já trilhado? Uma bússola magnetizada pela certeza? Um conjunto de receitas disponível nas boas livrarias? A palavra sagrada do guia ditada após seu retorno da grande aventura do conhecimento? Uma versão prosaica da poesia de Dante para os que desejam atravessar as esferas do saber? Nada disso. Edgar Morin, com este Método 1 - a natureza da natureza, faz da palavra 'método' um caleidoscópio.
A 'natureza da natureza' é o primeiro tomo de uma longa empreitada epistemológica. Em cinco volumes, Edgar Morin radiografa a 'vida da vida', o 'conhecimento do conhecimento', as 'idéias' e a 'humanidade da humanidade'. Como num holograma, pode-se dizer que os outros quatro volumes já estão neste primeiro, assim como este se encontra nos outros. Porém, cada parte é autônoma, única, imprescindível, sendo que o todo é muito mais do que a soma das partes.
O Método, de Edgar Morin, é a principal confirmação das hipóteses examinadas pelo autor: a possibilidade e a necessidade de um conhecimento polissêmico, em feixe, inter, multi e transdisciplinar. Mais do que um conteúdo, este método é uma forma. Muito mais do que um molde, é uma fonte. Como tal, alimenta e origina, nutre-se e flui, recebe e dissemina. Por tudo isso, o método nunca é um fim em si, mas sempre um eterno recomeço. Primeiro passo.

Vol. 2 - A Vida da Vida
Não são poucos os que esperam de um método a certeza ou, em outras palavras, o caminho seguro para descobertas consoladoras. As metodologias científicas tornaram-se receitas com efeito de erudição para pesquisas destinadas a confirmar 'verdades caseiras'. Mas o grande desafio do conhecimento continua a ser o outro lado das aparências que tranqüilizam. É nessa linha que se inscreve a obra desestabilizadora de Edgar Morin.
Shakespeare, por meio de Hamlet, formulou as questões essenciais: 'E nós, pobres joguetes da natureza, precisamos contemplar nosso ser tão horrivelmente agitado com pensamentos além do alcance de nossas almas? Dize-me: para que tudo isto? A que fim obedece? Que deveríamos fazer? Morin sustenta a necessidade de instalar a poesia no coração da vida, inclusive da ciência. Assim pensar a vida da vida implica 'poetizar' a prosa da existência.
Sinteticamente falando, o próprio Morin constrói um raciocínio: 'Ninguém pode basear-se, hoje, na sua pretensão ao conhecimento, numa evidência indubitável ou num saber definitivamente verificado. Ninguém pode construir seu conhecimento sobre uma rocha de certeza. A minha pesquisa de Método parte, não da terra firme, mas do solo que desmorona. O fundamento deste trabalho é perda do fundamento científico, a ausência de qualquer outro fundamento, mas não o nada. A situação dos conhecimentos científicos, de que se alimenta essencialmente a minha investigação, não constitui a sua 'base'. É a transformação desses conhecimentos que constitui o seu motor. As idéias destrutivas tornam-se aí idéias reconstrutoras.'

Vol. 3 - O Conhecimento do Conhecimento
Aventurar-se através do cérebro, do conhecimento e do espírito são manifestações inerentes ao ser humano, mas nem todos se esforçam para realizar uma viagem fantástica sobre os mistérios irredutíveis de cada um.
Um pensador que, antes de escrever um livro sobre o conhecimento, pergunta-se: 'quem sou?' não por mera afetação, mas por curiosidade e desconhecimento de si próprio dos seus mistérios irredutíveis, é cada vez mais raridade.
Em 'O Método 3, O Conhecimento do Conhecimento', Edgar Morin, conduz o leitor a perguntar-se: o que é uma conversa? Que vem a ser a inteligência no cotidiano?
O conhecimento necessita de consenso e de conflito. Refletir para sonhar, atingir o rigor da pesquisa 'científica' para libertar o homem das suas crenças ingênuas no positivismo da própria ciência. Conhecer o pensamento para pensar o conhecimento e colocar a ciência a serviço da humanidade, eis o desafio e o desejo de Edgar Morin, para quem o método tem mais verdades do que portos seguros.

Vol. 4 - As Idéias
Pensar o mundo na contramão dos modos de pensamento congelados pelos diversos tipos de poder que o homem inventa ao longo inventa de sua caminhada. Eis a proposta de Edgard Morin em O Método. Este quatro volume, As idéias é um dos mais cristalinos e implacáveis contra os males da intolerância intelectual: dogmatismo, racionalismo, maniqueísmo, esnobismo, ideologismo etc. Morin mostra que a aventura do conhecimento enriquece-se no simplismo e na busca perpétua da complexidade, adversária declarada das doutrinas e das verdades que se recusam a comparecer diante do tribunal permanente de evolução.
Pensador complexo, militante da solidariedade, curioso por natureza, interdisciplinar por clarividência, Morin ousa enfrentar todos os cartéis intelectuais, encastelados em suas vaidades e metodologias seguras, para inocular o vírus da dúvida onde a certeza ameaça matar as novas e preciosas descobertas. Sem qualquer concessão ao relativismo ingênuo ou ao imobilismo de qualquer ordem, Edgar Morin propõe-se a tudo relativizar em nome do jogo poderoso e fundamental das idéias em movimento.
Capaz de compreender os mitos, de apostar em todo os sonhos e de abrir-se ao religioso, Edgar Morin sabe também enfrentar a escravização pelos mitos, a prisão nos sonhos, a cegueira das religiões. E das doutrinas e ideologias, revestidas com a carapaça religiosa. Na era das celebridades, o autor de o Método desconstrói os ídolos, satiriza as modas, combate as afetações, fustiga as guerras de seitas teóricas/ideológico/doutrinárias e estimula, sempre, incansavelmente, a reflexão livre, corajosa, desviante, mesmo que isso leve aos ostracismo. O Método é uma das obras, na encruzilhada da filosofia, da epistemologia, da sociologia e da antropologia, mais importantes do século XX.

Vol. 5 - A Humanidade da Humanidade
Quem somos nós? A mais velha e essencial pergunta da filosofia serve de alavanca para este quinto e profundo volume de O Método. Nele, Edgar Morin cumpre mais uma etapa num ciclo de produção e de criação começado há quase três décadas. Para a Editora Sulina/Meridional, que realizou a imensa tarefa de editar esta suma contemporânea, o motivo é de orgulho. Cinco anos de trabalho para lançar os cinco tomos de O Método. O banquete está servido. À mesa... de cabeceira.
Cinco anos de aprendizado, de discussão, de tradução, de revisão, de edição e de caminhada. Cinco anos que levaram das 'idéias' ao 'conhecimento do conhecimento', passando pela 'vida da vida', a 'natureza da natureza' e chegando a este 'a humanidade da humanidade - a identidade humana'. Cinco anos de encontro com a obra e a vida de um homem. Cinco anos de descoberta da humanidade do conhecimento, da vida da natureza e das idéias da humanidade. Uma viagem por caminhos que se bifurcam: a lição pela poeira das estradas cósmicas da inteligência e da reflexão.
O Método 5, a humanidade da humanidade, a identidade humana, tenta pensar as contradições do ser humano em situação, aberto e fechado ao exterior, racional e irracional, paradoxal e lógico, humano e inumano, esperançoso e com medo da decadência, sempre novo e eternamente o mesmo. Cada época exige uma obra literária que a condense e um texto de reflexão que a explique e compreenda. Os cinco volumes de O Método sintetizam o final do século XX e o começo dos século XXI. Trata-se de um livro feito de encruzilhadas, uma suma bio-antropo-físico-filo-sócio-epistemológica de um período de transição, feita por pensador com mente de cientista e alma de poeta.

Vol. 6 - Ética
Este sexto e último volume de O Método constitui o ponto culminante da grande obra de Edgar Morin, traduzida em inúmeros países. O autor fez da complexidade um problema fundamental a ser abordado e elucidado. Ganhou seguidores e suscitou um movimento pela 'reforma do pensamento'. Neste sexto tomo, o mais concreto e talvez o mais acessível, Edgar Morin parte da crise contemporânea, ocidental, da ética para voltar a ela, ao final, depois de uma análise antropológica, histórica e filosófica do problema.
O dever não pode ser deduzido de um saber, mas dele necessita. A consciência moral não pode ser deduzida da consciência intelectual, mas dela necessita. Ou seja, necessita de pensamento e de reflexão. Na verdade, as boas intenções podem determinar más ações e a vontade moral pode gerar conseqüências imorais. Daí a pertinência do preceito moral de Pascal: deve-se trabalhar para pensar bem. Cumprir o dever nem sempre é simples ou evidente, mas incerto e aleatório. Por isso, a ética é complexa.
Para além do moralismo e do niilismo, o autor, sem cair na pretensão clássica de fundamentar a moral, busca encontrar e regenerar as suas fontes na vida, na sociedade e no indivíduo, dado que o humano é, ao mesmo tempo, indivíduo/sociedade/espécie. Morin trata aqui os problemas permanentes da ética cada vez mais agravados pelas relações entre ética e política, ciência e ética. Este livro faz uma grande aposta: a compreensão de uma ética complexa.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Sulina
Cód. Barras 9788520503959
Altura 0.00 cm
Profundidade 0.00 cm
VOLUME 6 Volumes
Peso 2.67 Kg
Largura 0.00 cm
AutorMorin, Edgar

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