Artboard 33 Artboard 16 Artboard 18 Artboard 42 Artboard 21 Artboard 5 Artboard 45 Artboard 22 Artboard 42 Artboard 23 Artboard 17? Artboard 28 Artboard 43 Artboard 49 Artboard 47 Artboard 38 Artboard 32 Artboard 22 Artboard 5 Artboard 25 Artboard 1 Artboard 42 Artboard 11 Artboard 41 Artboard 23 Artboard 4 Artboard 9 Artboard 6 Artboard 7 Artboard 3 Artboard 12 Artboard 25 Artboard 34 Artboard 43 Artboard 44 Artboard 39 Artboard 24 Artboard 13 Artboard 24 Artboard 31 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 36 Artboard 44 Artboard 17 Artboard 6 Artboard 27 Artboard 30 Artboard 29 Artboard 26 Artboard 2 Artboard 20 Artboard 35 Artboard 15 Artboard 14 Artboard 50 Artboard 26 Artboard 40 Artboard 21 Artboard 10 Artboard 37 Artboard 46 Artboard 8

Como Iniciar Uma Conversa e Fazer Amigos (Cód: 4076118)

Gabor, Don

Sextante / Gmt

Ooopss! Este produto está temporariamente indisponível.
Mas não se preocupe, nós avisamos quando ele chegar.

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 24,90

em até 1x de R$ 24,90 sem juros
Cartão Saraiva: 1x de R$ 23,66 (-5%)

Total:

Em até 1x sem juros de


Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total:

Em até 1x sem juros de


Como Iniciar Uma Conversa e Fazer Amigos

R$24,90

Descrição

Muitas pessoas perdem a oportunidade de fazer novas amizades ou contatos profissionais por não saberem como iniciar e manter uma conversa. Essa dificuldade se estende para a internet, canal de comunicação cada dia mais popular em função das redes sociais, como Facebook e LinkedIn.

Neste livro, Don Gabor ensina que começar um diálogo é mais simples do que parece e que depende apenas de tomar a iniciativa, demonstrar interesse pelo outro e valorizar as pessoas e a si mesmo como indivíduos únicos.

Contudo, o medo de ser rejeitado faz com que muitas pessoas evitem o primeiro contato, desperdiçando a chance de iniciar novos relacionamentos.

Não importa se você quer conhecer alguém, se aproximar de seus colegas de trabalho ou ter um diálogo mais estreito com sua família: a melhor maneira de alcançar esses objetivos é conhecer as técnicas de conversação.

Usando exemplos tirados da vida real, este livro vai ajudá-lo a identificar as estratégias de comunicação mais adequadas à sua personalidade. Também dará dicas sobre linguagem corporal e lhe mostrará como criar um perfil interessante nos sites de relacionamentos.

Com a prática, você ganhará confiança e construirá relacionamentos mais profundos e significativos.

Características

Peso 0.25 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575428061
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 208
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Andrea Holcberg
Cód. Barras 9788575428061
Número da edição 1
Ano da edição 2012
AutorGabor, Don

Leia um trecho

Parte 1 - Como iniciar conversas com confiança O primeiro contato: Linguagem corporal Uma de nossas habilidades de conversação mais importantes não tem a ver com nossa língua, e sim com nosso corpo. Pesquisas mostram que 70% da comunicação é não verbal. É comum a “linguagem corporal” transmitir nossos sentimentos e nossas atitudes antes mesmo de abrirmos a boca, além de projetar nossa receptividade às outras pessoas. A maioria dos conversadores medíocres não percebe que a linguagem corporal não receptiva (braços cruzados, fraco contato visual, ausência de sorriso) muitas vezes é a causa de conversas breves. Somos julgados pelos primeiros sinais que apresentamos e, se a primeira impressão não for amistosa e cordial, dificilmente teremos uma boa conversa. As técnicas de “suavização” apre-sentadas a seguir podem ajudá-lo a causar uma boa primeira impressão. Os “suavizadores” da linguagem corporal O “suavizador” é um gesto que torna as pessoas mais reativas ou receptivas a você. Como nossa linguagem corporal comunica algo antes de falarmos, é importante projetarmos uma imagem receptiva. Ao usar uma linguagem corporal aberta, você está enviando a mensagem: “Sou amigável e quero me comunicar, se você quiser.” Sorriso Um sorriso amável é um forte indício de uma atitude amistosa e da disposição de se comunicar. É um sinal não verbal e receptivo transmitido na esperança de que a outra pessoa retribua o gesto. Quando sorri, você demonstra que reparou no outro de maneira positiva. A pessoa se considera lisonjeada e geralmente se sente bem. O resultado? Um sorriso como retribuição. Sorrir não significa fazer uma cara forçada ou fingir que está sempre feliz. Contudo, quando vir uma pessoa que conhece ou com quem gostaria de fazer contato, sorria. O sorriso é uma forma de demonstrar que estamos abertos à conversa. O rosto humano transmite uma grande quantidade de sinais verbais e não verbais. Se transmitir mensagens amistosas, receberá como resposta mensagens amistosas. Quando um sorriso caloroso é acompanhado por um “olá” amigável, você será surpreendido por reações similares. O sorriso é a maneira mais fácil de mostrar a alguém que o notou. O gesto indica uma aprovação, o que deixará a outra pessoa mais à vontade para conversar com você. Mantenha os braços abertos Provavelmente você já foi recebido por alguém “de braços aber-tos”, o que significa que a pessoa ficou feliz em vê-lo. Numa festa ou em qualquer situação social ou profissional, manter os braços descruzados demonstra que você é amigável e está disponível para fazer contato. Durante uma conversa, esse gesto transmite a ideia de que você é receptível e está disposto a ouvir. Por outro lado, se você ficar o tempo todo em pé ou senta-do com os braços cruzados, dará a impressão de que não quer fazer contato. Basta tapar a boca (e por conseguinte esconder o sorriso) com uma das mãos ou colocar a mão no queixo e você irá assumir a pose clássica de “pensativo”. Agora responda à seguinte pergunta: Você costuma interromper alguém que parece estar concentrado em seus pensamentos? Provavelmente, não. Além disso, manter os braços cruzados pode dar a impressão de que está nervoso ou tem uma postura crítica e cética, o que acaba desencorajando o outro a se aproximar e conversar com você. Algumas pessoas dizem que ficam de braços cruzados porque se sentem mais confortáveis, e não porque se recusam a conversar. Talvez seja verdade. No entanto, já que ninguém tem a habilidade de ler pensamentos, e sim de interpretar a linguagem corporal, manter os braços cruzados transmite a ideia de querer distância. Não se esqueça de que braços descruzados indicam receptividade e disposição para novos contatos. Incline o corpo para a frente Inclinar-se ligeiramente para a frente quando alguém está falando com você indica interesse de sua parte e demonstra que está prestando atenção ao que o outro diz. Isso em geral faz com que a pessoa se sinta lisonjeada e continue a conversar. É comum as pessoas se reclinarem na cadeira com a mão sobre a boca, o queixo ou com as duas mãos atrás da nuca numa posição “relaxada”. Infelizmente essa postura transmite a ideia de descrença, tédio ou julgamento. A maior parte das pessoas não se sente à vontade quando acredita estar sendo julgada, portanto essa posição tende a inibir a continuidade do diálogo. Definição do espaço pessoal O espaço pessoal, ou a distância entre duas pessoas de pé, é uma característica importante da linguagem corporal. Entretanto, essa distância pode variar conforme a cultura, a condição social, o gênero e a preferência de cada indivíduo. Entender, adaptar-se e respeitar o espaço pessoal de cada um elimina o desconforto que as pessoas podem sentir quando acham que estão perto ou longe de seu interlocutor. Os limites do espaço pessoal dependem do tipo de conversa que você tenha. • Distância íntima –0 a 40 centímetros: conversas entre casais, familiares e pessoas que estão se abraçando, tocando-se ou sussurrando. • Distância pessoal– 40 a 90 centímetros: conversas entre amigos, familiares ou pessoas que querem se conhecer melhor. • Distância social– 90 centímetros a 1,5 metro: conversas formais entre pessoas num ambiente profissional ou social formal. Para conhecer as distâncias em diferentes países, veja o Capítulo 18. Contato físico Na cultura ocidental, a forma mais aceitável de primeiro contato entre duas pessoas que acabam de se conhecer é um aperto de mãos afetuoso. Normalmente isso vale para pessoas do mesmo sexo ou de sexos opostos em situações profissionais e sociais. Um aperto de mãos firme é uma forma de demonstrar uma atitude amigável em relação à pessoa que você está conhecendo. Seja o primeiro a estender a mão ao cumprimentar alguém e acompanhe esse gesto com um “oi” amigável, um sorriso simpático e seu nome. Assim, você dará o primeiro passo para abrir os canais de comunicação entre você e a outra pessoa. Alguns homens acham deselegante tomar a iniciativa de es-tender a mão a uma mulher. Dizem que há o risco de parecerem estúpidos caso ela não retribua o gesto. Emily Post, renomada consultora de etiqueta, diz que é perfeitamente aceitável que um homem ofereça a mão a uma mulher e que, na maioria dos casos, seria indelicado que qualquer um dos dois se recusasse a retribuir esse gesto amigável. Por questões culturais ou por diferença de idade, algumas mulheres podem achar que estão sendo oferecidas se tomarem a iniciativa de estender a mão a um homem. Acreditam que podem ser “mal-interpretadas”. Nesse caso, o problema é que há duas pessoas com medo de apertar a mão uma da outra. Embora existam algumas exceções por conta de costumes religiosos, a maioria das pessoas a quem consultei sobre esse assunto concorda: não importa quem toma a iniciativa, todo mundo gosta desse tipo de contato físico. O aperto de mãos é um gesto seguro e inofensivo e cria um ambiente de igualdade e receptividade entre as pessoas. Outras formas de contato físico devem ser exercidas levando-se em consideração questões culturais, mas sempre de maneira afetuosa e respeitosa. Vale ressaltar que é importante terminar as conversas com um aperto de mãos. Não se esqueça do sorriso caloroso e de uma frase amigável, como “Gostei muito de conversar com você” ou “Vamos combinar de nos encontrarmos outra vez”. É uma excelente maneira de encerrar a conversa, fazendo com que você e seu interlocutor se sintam bem.