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Como Realmente Amar seu Filho Adolescente (Cód: 179620)

Campbell,Ross

Mundo Cristão

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Descrição

Existem poucas coisas que são tão importantes quanto criar filhos. Mas às vezes, mesmo dando o nosso melhor, descobrimos que precisamos de ajuda para lidar com a rebeldia deles – e, conseqüentemente, com a nossa própria impaciência. Se você se encontra numa situação como essa – ainda existe uma esperança! Nesse livro inovador, o Dr. Ross Campbell ajuda você e seu filho a lidar com essa ira tão mal compreendida. Você aprenderá a respeito das etapas pelas quais toda criança passa e como a raiva se manifesta em cada uma delas. E você aprenderá maneiras práticas de como agir quando se deparar com a rebeldia em seu lar. Se você está tendo que lidar com um filho rebelde – esse livro contém as soluções que você pediu a Deus!

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Mundo Cristão
Cód. Barras 9788585670153
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 8585670150
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2005
Idioma Português
País de Origem Brasil
Número de Páginas 190
Peso 0.20 Kg
Largura 14.00 cm
AutorCampbell,Ross

Leia um trecho

Prefácio: Guiar uma criança durante os anos da adolescência é uma aventura complexa e muitos pais estão tendo hoje enorme dificuldade nesse aspecto. A cada ano que passa, a situação do adolescente piora em quase todos os aspectos. O suicídio de adolescentes vem crescendo de forma tão dramática que está classificado agora como a segunda causa principal da morte de pessoas com idades entre 14 e 20 anos. Os níveis e padrões escolares têm decrescido constantemente nos últimos anos. O abuso de drogas, delinqüência juvenil, gravidez de adolescentes, doenças sexualmente transmissíveis, e sentimentos de desespero são todos fatores com um peso surpreendente nas estatísticas. O que há de errado? A principal fonte do problema geralmente são pais que não têm uma perspectiva equilibrada sobre como se relacionar com seus filhos adolescentes. A maioria dos pais tem idéias distorcidas sobre o que é a adolescência e o que devem esperar de seus filhos nessa idade. Embora muitos pais amem verdadeiramente seus filhos, eles não sabem como expressar esse amor de modo que os adolescentes sintam-se amados e aceitos. Todavia, os pais que realmente desejem dar o que é necessário a esses jovens podem aprender a fazê-lo. Descobri que os pais que praticam os princípios discutidos neste livro obtêm bastante sucesso em ajudar seus filhos adolescentes a se desenvolverem como devem e a tornarem-se adultos responsáveis, amadurecidos e conscientes. Parte do material básico deste livro foi extraída da obra Como realmente amar seu filho.1 Uma vez que as necessidades dos adolescentes são mais complexas do que as de crianças de menos idade, será necessário aplicar a informação de modo diferente. À medida que você integrar as idéias deste livro numa abordagem sólida e equilibrada para se relacionar com seu filho adolescente, acredito que ficará bastante surpreso ao descobrir como pode ser estimulante e gratificante amar verdadeiramente a seu filho. Muitos estudos de casos de meus arquivos e de minha memória são utilizados nestas páginas com propósitos ilustrativos. Em todos os casos são usados nomes fictícios e as circunstâncias foram modificadas para proteger a identidade de meus clientes. - São Paulo: Mundo Cristão, 2005. Adolescentes: crianças em transição - Não posso acreditar que ela fez isso - explicou a sra. Batten, enquanto ela e o marido contavam sua história triste em meu escritório de aconselhamento. - Ela sempre foi uma ótima menina, sempre alegre, jamais nos deu muito trabalho. Eu pensava que estávamos dando a Debbie tudo que ela precisava: roupas, igreja, um bom lar. "Por que ela tentaria se matar? Como ela pôde tomar todos aqueles comprimidos? Será que realmente quer morrer ou só está tentando obter atenção? Estou tão confusa. E de repente ela ficou tão cheia de ódio e mal-humorada. Não consigo falar com ela e ela não fala comigo. Só quer ficar sozinha no quarto. E as notas dela baixaram terrivelmente." - Não posso acreditar que ela fez isso - explicou a sra. Batten, enquanto ela e o marido contavam sua história triste em meu escritório de aconselhamento. - Ela sempre foi uma ótima menina, sempre alegre, jamais nos deu muito trabalho. Eu pensava que estávamos dando a Debbie tudo que ela precisava: roupas, igreja, um bom lar. "Por que ela tentaria se matar? Como ela pôde tomar todos aqueles comprimidos? Será que realmente quer morrer ou só está tentando obter atenção? Estou tão confusa. E de repente ela ficou tão cheia de ódio e mal-humorada. Não consigo falar com ela e ela não fala comigo. Só quer ficar sozinha no quarto. E as notas dela baixaram terrivelmente." A sra. Batten estava sentada na cadeira, com os ombros caídos, sem o brilho que costumava ter nos olhos. Enquanto me contava os problemas da filha, eu sabia que se sentia tão confusa e solitária quanto Debbie. Esse é um exemplo típico da falha em compreender como amar um adolescente. - Quando a senhora notou essas mudanças em Debbie? - perguntei. - Cerca de dois ou três anos atrás - respondeu-me a sra. Batten. - Mas foi tão gradual que não pensamos haver nada errado até recentemente. Deixe-me pensar. Ela tem quinze anos agora. Durante os últimos meses da sexta série percebemos que ela estava ficando entediada; primeiro com a escola. As notas dela pioraram. Uma professora queixou-se da falta de atenção e de participação de Debbie nas aulas. Ela mostrou-se muito preocupada com nossa filha na ocasião. Foi pena não termos dado atenção às suas palavras. Era uma professora tão boa. "Depois Debbie foi ficando aos poucos aborrecida com a vida. Ela deixou de realizar suas atividades favoritas, uma a uma, e pareceu perder o interesse em tudo, inclusive na igreja. Ela começou a evitar as amigas e a passar cada vez mais tempo sozinha. Começou a falar cada vez menos. "Mas tudo piorou na sétima série. Nossa filha afastou-se completamente das velhas amizades e começou a andar com um grupo de meninas que estavam sempre com problemas. A atitude de Debbie foi piorando à medida que se tornava mais parecida com as novas amigas. E elas muitas vezes a envolviam em problemas... sérios problemas." - Tentamos praticamente tudo - continuou a dizer a sra. Batten. - Primeiro batemos nela. Depois começamos a tirar-lhe privilégios e liberdades. Fizemos preleções. Tentamos recompensá-la por bom comportamento. Falamos com todos que achamos que poderiam nos ajudar. Acredito realmente que fizemos o possível. Será que Debbie pode ser ajudada? - Estamos desesperados - interveio então o sr. Batten. - Será que não fomos bons pais? Nós certamente tentamos fazer o possível. Isso é hereditário? Pode ser físico? Devemos fazer um exame da taxa de açúcar ou um eletroencefalograma? Seria bom que ela tomasse vitaminas ou sais minerais? Nós amamos nossa filha, doutor Campbell. O que pode ser feito? É um caso perdido? Entrevistei Debbie depois que os pais saíram. Ela era uma garota bonita e agradável. Embora indiscutivelmente inteligente, tinha dificuldade para falar de maneira clara e audível, comunicando-se mais por meio de resmungos e muitos "uh-uhhs". Debbie não possuía a espontaneidade e o entusiasmo naturais que gostamos de ver numa menina adolescente. Era evidentemente infeliz, e era difícil comunicar-se com ela. Entretanto, quando Debbie sentiu-se mais à vontade, começou a falar com maior liberdade e nosso contato visual melhorou. A garota manifestou em seu comportamento e suas palavras que perdera o interesse em tudo de que gostava antes, afirmando finalmente: - Nada tem importância na verdade. Ninguém liga para mim e eu não me importo com nada. Nada vale a pena. À medida que a conversa continuava ficou claro que Debbie estava sofrendo de um problema cada vez mais freqüente e grave em adolescentes - depressão. Poucas vezes ela se sentia satisfeita consigo mesma e com a vida. Durante anos Debbie desejara um relacionamento íntimo e cordial com os pais, mas nos últimos meses desistira gradualmente desse sonho. Cada vez mais procurou se aproximar das pessoas de sua idade, julgando que a aceitariam com maior afeição; mas a sua infelicidade se aprofundou. Debbie representa uma ocorrência comum e trágica entre as meninas adolescentes. Debbie parecia feliz e contente durante seus primeiros anos. No decorrer desses anos, mostrava-se uma criança complacente, que fazia poucas exigências aos pais, professores ou outros. Ninguém suspeitava então que ela não se sentia genuinamente amada e aceita pelos pais. Embora eles a amassem profundamente e cuidassem dela, Debbie não se sentia amada de verdade. Ela sabia do amor e do cuidado dos pais de maneira intelectual, e nunca diria a alguém que eles não a amavam; mas não tinha o sentimento precioso e essencial de ser completa e incondicionalmente amada e aceita. Essa situação é difícil de entender porque os pais de Debbie são na verdade ótimos. Eles amam a filha e cuidam das necessidades dela da melhor forma que podem e sabem. O sr. e a sra Batten tentaram pôr em prática tudo que aprenderam e seguiram também bons conselhos dados por especialistas. Além disso, eles têm um bom casamento. Seu relacionamento é estável e eles se amam. Cada um trata o outro com respeito. Mesmo assim, os Batten, como muitos pais hoje em dia, estão com grande dificuldade para criar os filhos e entender como orientá-los positivamente através dos vários estágios de suas vidas até o início da idade adulta. Com as pressões cada vez maiores sobre as famílias, é fácil tornar-se desanimado, confuso e pessimista. O número crescente de divórcios, as crises econômicas e financeiras, o decréscimo na qualidade da educação e o declínio da confiança nos líderes - tudo isso exerce pressão emocional sobre as pessoas. À medida que os pais sofrem uma crescente tensão física, emocional e espiritual, torna-se cada vez mais difícil cuidar de nossos adolescentes. Acredito que a criança, especialmente na idade da adolescência, é quem paga o maior preço nestes tempos difíceis. Os adolescentes são as pessoas mais vulneráveis em nossa sociedade e o que eles mais precisam é de amor. Os pais de Debbie desempenharam a responsabilidade de criar uma filha da melhor maneira possível - mas alguma coisa não deu certo. Debbie não se sentia genuinamente amada. Seria culpa dos pais? Devem ser condenados por isso? Não acredito que devam. O sr. e a sra Batten sempre amaram Debbie, mas jamais souberam como transmitir esse amor. Como acontece com a maioria dos pais, eles têm apenas uma vaga noção das necessidades de uma criança - proteção, abrigo, alimento, roupas, educação, orientação, amor etc. Eles satisfizeram essencialmente todas essas necessidades exceto o amor incondicional. Os adolescentes ainda são crianças Os adolescentes são crianças em transição. Eles não são jovens adultos. Suas necessidades, inclusive as emocionais, são infantis. Um dos erros mais comuns dos pais, professores e outros, com relação aos adolescentes, é considerá-los como pequenos adultos. Muitas pessoas responsáveis por adolescentes negligenciam suas necessidades infantis de sentir amor e aceitação, de serem cuidados e de saber que alguém gosta realmente deles. Um grande número de adolescentes sente hoje que ninguém se interessa realmente por eles. Como resultado, muitos têm sentimentos de autodepreciação, desesperança, inutilidade, e baixa auto-estima. Atualmente os adolescentes são descritos por muitos como a "geração apática". Essa apatia está na superfície, debaixo dela existe ódio e confusão. Por que isso acontece? Porque são muitos os adolescentes que se enxergam de maneira negativa, como inúteis e pouco apreciados. Tal autoconceito é um resultado natural de não se sentir verdadeiramente amado e cuidado. Dois dos resultados mais assustadores dessa apatia são a depressão e a revolta contra a autoridade. Os adolescentes apáticos podem se tornar presa fácil para pessoas inescrupulosas que usam os jovens para seus próprios fins. Eles são suscetíveis à influência de pessoas autoritárias, que são, elas mesmas, anti-autoridade, contra a autoridade legítima. Como resultado disso, nossa sociedade está se tornando cada vez mais intolerante com a autoridade. Essa é uma ameaça perigosa em uma sociedade democrática na qual a segurança baseia-se na confiança e na responsabilidade pessoal. Mas existem maneiras, que serão discutidas mais adiante, de prevenir a apatia em adolescentes e promover atitudes sadias, enérgicas, produtivas e criativas. Influência do lar É difícil ter filhos adolescentes na época atual. Uma razão importante para isso é que a maior parte do tempo do adolescente é gasta sob o controle e a influência de outros - professores, amigos, vizinhos e personalidades da televisão. Muitos sentem que por mais que façam bem o seu trabalho como pais, seus esforços têm pouco efeito sobre os filhos adolescentes. Mas o oposto é verdade. A evidência indica que o lar sempre vence em cada caso. O lar é mais forte do que qualquer outra influência para determinar quão seguro, feliz e estável é o adolescente; como ele se relaciona com os adultos, com os de sua idade ou as crianças; quanta confiança tem em si mesmo; e como ele responde a situações novas ou estranhas. Apesar das muitas distrações na vida de um adolescente, o lar tem a influência mais profunda sobre ele. Um adolescente pode ser maior, mais esperto, mais forte, ou, em outros aspectos, superior a seus pais. Mas, emocionalmente, ele ainda é uma criança. Ele continua a ter necessidade de sentir-se amado e aceito pelos pais. A não ser que tenha essa inestimável segurança do amor e da aceitação dos pais, ele não será nem fará o melhor que pode fazer. Não poderá alcançar o seu potencial. Poucos adolescentes têm a felicidade de sentir-se realmente amados e aceitos como deveriam ser. É certo que a maioria dos pais possui sentimentos profundos de amor para com os filhos; no entanto, eles supõem que expressam esse amor de maneira natural e eficiente. Esse é sem dúvida o maior erro cometido pelos pais hoje em dia. A maioria dos pais simplesmente não transmite ou expressa seu amor aos filhos adolescentes. A razão disso é que eles não sabem como fazê-lo. Quando trabalho com adolescentes que apresentam problemas, um fator se apresenta constantemente como causa ou o agravante de sua situação difícil - o sentimento de não serem amados ou cuidados pelos pais. É disso que trata este livro. É uma obra que ajuda os pais a amar seus filhos adolescentes para que eles venham a ser melhores, ajam melhor e cresçam até o máximo de seu potencial. Oro para que este não venha a tornar-se apenas um livro de respostas para o pai cansado e confuso, mas também um livro de esperança. Eu, de minha parte, amo os adolescentes. Eles são praticamente as melhores pessoas que conheço. Quando recebem o que necessitam emocionalmente, são capazes de responder de maneira tão sadia e alegre que às vezes parece que meu coração vai arrebentar. É verdade, eles são, definitivamente, capazes de nos levar ao máximo de nossos limites de tolerância e paciência. É também verdade que algumas vezes perdemos o controle e a cabeça, achando que simplesmente não temos os recursos necessários para satisfazer as necessidades deles. É até possível que desejemos fugir ou desistir. Mas, meu caro pai, fique firme! Sua perseverança vale realmente a pena, pois é uma maravilha sem preço ver nossos adolescentes se transformarem em adultos agradáveis e produtivos. Devemos, porém, ser realistas. Isso não acontece à toa. Temos de pagar o preço. Espero realmente que este livro seja uma fonte de esperança para você. A última coisa que desejo é fazê-lo sentir-se culpado. Todos cometemos erros. Assim como não existem crianças perfeitas, também não há pais perfeitos. Não permita que a culpa de erros passados prejudique seus esforços para educar bem seus filhos na adolescência. A maioria dos problemas nessa idade pode ser aliviada ou corrigida, fazendo desaparecer as tensões no relacionamento entre os pais e os adolescentes. Existem, todavia, alguns problemas da adolescência que são causados ou agravados por males neurológicos ou depressão fisiológica. Esses problemas médicos precisam ser tratados antes de se tentar corrigir a relação entre pais e adolescentes. No entanto, a maioria dos problemas dos adolescentes não requer ajuda profissional. O relacionamento com seu filho adolescente pode melhorar quando você conseguir transmitir seu amor por ele, de maneira genuína e efetiva. E é disso que trata este livro.

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