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Comunicação e Tecnologia no Ensino de Linguas - Vol 08 Col. Metodologia do Ensino (Cód: 2605393)

Ruth Rapaport

Ibpex

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Descrição

Esta obra traz um panorama da história da comunicação humana, mostrando as suas funções, as diversas formas que pode adquirir, além de trazer o conceito de tecnologia e explicar como ocorreu seu surgimento e sua evolução.

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788599583883
Altura 0.00 cm
I.S.B.N. 9788599583883
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 166
Peso 0.25 Kg
Largura 0.00 cm
AutorRuth Rapaport

Leia um trecho

Capítulo 1 Houve um tempo em que um grunhido, um agitar de braços e uma expressão facial satisfaziam às necessidades de comunicação básica entre o ser humano e os membros de seu grupo. Como a transformação é parte natural e integrante de qualquer desenvolvimento, a forma de comunicação de nossos ancestrais também mudou, pois até os animais daquela época modificaram suas técnicas de caça e fuga. Certamente você já percebeu que neste capítulo reveremos as principais formas e os marcos históricos da evolução da comunicação. Então, vamos a eles. Comunicação 1.1 A evolução da comunicação Falando dos nossos ancestrais, é de conhecimento comum que a identificação com iguais e a necessidade de sobrevivência e perpetuação da espécie fazem com que os seres vivos procurem se agrupar. Isso não só permite melhor defesa, uma vez que diferentes estratégias podem ser elaboradas, mas também propicia a formação de um núcleo de identificação para as gerações futuras. Essa preocupação natural é revertida em ensinamentos que são transmitidos aos mais novos de diversas formas, como, por exemplo, através do toque, do(s) olhar(es) – alguns valendo até mais do que um “puxão de orelha” –, de um suspiro e, claro, do tom da voz. As adversidades daquela época e o desconhecimento de uma explicação racional para fenômenos naturais, como o eclipse e a chuva de meteoros, entre outros, impunham uma carga extra de tensão que, ocorrendo em meio a uma caçada, provavelmente causaria algumas perdas – seja de caça ou de vidas de parceiros de um grupo de caçadores. Tal situação era relatada ao restante do grupo que permanecera nas cavernas, e conjecturas, hipóteses, estratégias e conclusões eram discutidas, decididas e divulgadas a todos os membros daquele grupo e, eventualmente, aos grupos considerados aliados. O acúmulo de informações e a necessidade de transmitir às novas (e futuras) gerações as experiências adquiridas levaram nossos ancestrais a desenvolver formas de perpetuar tais relatos por meio de duas formas básicas: contar histórias (provavelmente, também foi nessa época que surgiram as primeiras histórias) e retratar os fatos em inscrições nas paredes das cavernas. Destas últimas, as mais antigas datam de 8.000 a.C.1 surgiu, assim, a primeira forma de comunicação escrita. A história da comunicação escrita, entretanto, não é tão acelerada quanto imaginamos, pois os marcos históricos seguintes aconteceram somente em 4.000 a.C., quando os chineses já dispunham de um serviço de correios e, em 3.500 a.C., quando os egípcios criaram os hieróglifos. Muito depois, em 305 d.C., surgiram as primeiras prensas de madeira, também inventadas pelos chineses. Os primeiros jornais da Europa vieram em 1450, e o primeiro jornal diário começou a ser publicado em 1650, na Alemanha2. Historicamente, a comunicação era estudada na Antiga Grécia sob a forma de poesia e retórica – a arte de discursar e persuadir – até o início do século XX, quando passou a ser vista como parte de disciplinas acadêmicas e de um processo natural e hereditário. No final Comunicação e Tecnologia no Ensino de Línguas daquele século, os avanços científicos e tecnológicos, que permitiram o surgimento de meios de comunicação em massa como o telégrafo e o telefone, estimularam o interesse pela comunicação, fazendo, assim, com que ela passasse a ser considerada um campo acadêmico por si. Desde 1920, aproximadamente, o crescimento e a aparente influência das tecnologias de comunicação vinham chamando a atenção de muitos especialistas que tentaram isolar a comunicação como um aspecto específico pertencente à sua área de especialização. Por exemplo: psicólogos, em seus estudos do comportamento e da mente, desenvolveram conceitos de comunicação úteis às suas investigações, bem como para certas formas de terapia. Cientistas sociais identificaram várias formas de comunicação pelas quais mitos, estilos de vida, hábitos sociais e tradições têm sido transmitidos de geração em geração ou de um segmento cultural a outro. Cientistas políticos e economistas reconheceram que a comunicação de vários tipos permeia as regularidades da ordem social. Sob o ímpeto das novas tecnologias – especialmente os computadores de alta velocidade – matemáticos e engenheiros têm tentado quantificar e medir componentes da informação comunicada e desenvolver métodos para traduzir diversos tipos de mensagens em quantidades e porções adaptáveis aos seus procedimentos e instrumentos. Inúmeras perguntas têm sido feitas por artistas, arquitetos, artesãos, escritores e outros em relação à influência geral dos diversos tipos de comunicação. Muitos pesquisadores, absolutamente concentrados em suas áreas, também têm procurado possíveis teorias ou leis de causa e efeito para explicar como a disposição (humor, inteligência emocional) do ser humano é afetada, por quais tipos de comunicação, em quais circunstâncias e quais as razões de tais mudanças. Na década de 1960, o educador canadense Marshall McLuhan transformou o interesse inicial na área de comunicação em uma visão que associava um grande número de fenômenos psicológicos e sociológicos à mídia utilizada na cultura moderna. A repetição constante da idéia de McLuhan3 de que “o meio é a mensagem” estimulou o surgimento de uma série de estúdios de filmes, fotógrafos, artistas e outros, que estavam absolutamente convencidos de que, conforme a “preconização” de McLuhan, a sociedade contemporânea havia transitado (ou estava transitando) de uma cultura impressa a uma visual. As formas de comunicação que despertavam interesse em McLuhan e seus seguidores eram aquelas associadas a sofisticados instrumentos tecnológicos pelos quais os jovens demonstravam um entusiasmo especial, tais como os filmes, a televisão e os gravadores.

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