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Conecte - Construindo O Sucesso Através De Pessoas, Propósitos E Realizações (Cód: 3654164)

Harrell,Keith; Hill,Hattie

Alta Books

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Descrição

Não é preciso muito para entender porque The Wall Street Journal chama Keith Harrell de “uma estrela com atitude”. Também conhecido como Dr.Atitude, Keith Harrell ajuda você a percorrer o caminho para o sucesso. Keith é um autor campeão de vendas, um treinador de atitudes e um palestrante motivacional nacionalmente reconhecido por suas apresentações inovadoras e iluminadas para grandes empresas como Coca-Cola, IBM, Micro-soft e Southwest Airlines.
Seu livro campeão de vendas, Atitude é tudo! 10 mandamentos para o sucesso,ajudou seus leitores a melhorar suas atitudes impactando seus níveis de rentabilidade. Em Atitude é tudo! Keith ensinou seus leitores a desenvolverem o controle sobre suas carreiras e vidas, transformando atitudes positivas em ações de sucesso. Mas atitude é só a metade da equação. Uma vez que você tenha empregados super motivados, precisará que eles se CONECTEM aos objetivos e missões da empresa para alcançar o sucesso máximo.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Alta Books
Cód. Barras 9788576085676
Altura 24.00 cm
I.S.B.N. 9788576085676
Profundidade 3.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2011
Idioma Português
Número de Páginas 244
Peso 0.20 Kg
Largura 17.00 cm
AutorHarrell,Keith; Hill,Hattie

Leia um trecho

Em minha carreira como executivo de vendas, treinador corporativo e palestrante profissional, converso com muitas pessoas, de diversos campos profissionais e empresas. Sempre pergunto: “De que tipo de treinamento você precisa? Por que você quer que eu fale com o seu grupo ou vá a sua empresa?” E, como sou conhecido como Dr. Atitude, a resposta é quase sempre a mesma: “O nosso pessoal precisa de mais atitude.” – Keith, temos empregados e gerentes ótimos, e alcançamos bem alguns objetivos – ouvi certa vez de um gerente. – Mas as pessoas não sabem muito bem o que estão fazendo. Suas tarefas não têm o padrão que precisamos alcançar. Nós estamos perdendo o foco, e achamos que uma mudança de comportamento pode ajudar. CONECTE Quando examinei sua empresa, concordei que muitos dos empregados deixavam a desejar no quesito atitude. – É claro que eu posso motivá-los, e posso mostrar como manter uma atitude positiva em qualquer situação. Mas o que você e sua empresa planejam fazer com essas pessoas supermotivadas quando eu acabar meu trabalho? Que tipo de treinamento vamos oferecer para manter esse padrão de sucesso? Ele me olhou, confuso. – O que você quer dizer? – A atitude é somente parte do problema. As realizações vêm das atitudes, mas o progresso contínuo, a melhora ininterrupta, esse é um processo de longo prazo. Seus empregados precisam se conectar com os objetivos da empresa e com a sua missão, e também uns com os outros, e com a sua liderança. Uma boa atitude ajuda a conexão acontecer mais facilmente, mas o esforço não pode ser de mão única, nem do lado dos empregados nem da empresa. “Você tentou a conexão pela empresa, criando metas e missões, trazendo alguém como eu”, continuei. “Mas deve lembrar que, para se conectar, deve conquistar o coração das pessoas, não só suas mentes. Que tipo de relacionamento positivo e superior vai fazer com que seus empregados se esforcem mais por você? Porque isso precisa ser feito. A atitude trará a eles o sentimento, mas a conexão com a equipe, com a empresa e com as razões para querer o sucesso é que trará as condições para resultados incríveis e persistentes.” Por mais que queiramos alcançar o sucesso, o que realmente deveríamos procurar é o poder de conexão. Essa habilidade está no âmago do sucesso pessoal e profissional. Se conectar é como misturar ar à gasolina do seu carro. Você pode pensar que ele anda por causa da gasolina, mas não é verdade. Para que o combustível dê partida no motor, ele tem que ser misturado com ar antes de ir para o carburador. O ar é a conexão, e a atitude é a fagulha. Quando você tem o combustível certo (o relacionamento, o propósito, o objetivo, a ideia, etc) e adiciona ar (conexão), a fagulha de uma atitude vencedora vai impulsionar suas realizações e levará você ao sucesso. Nascemos para nos conectarmos A conexão está em nosso DNA. Quando as crianças nascem, precisam se conectar com suas mães para ter comida e proteção. Essa é só uma conexão física; a nossa necessidade de conexão emocional é exatamente tão importante quanto, se não mais, para a nossa sobrevivência. Se os bebês não formarem conexões emocionais com seus cuidados, ficam prejudicados. É a chamada progressão insuficiente, e pode matar, ou deixar graves cicatrizes emocionais em crianças que crescem em orfanatos ou outros locais e situações onde não recebem o amor e a conexão de que precisam. Fazemos qualquer coisa por uma conexão. Você já viu o filme Náufrago? O personagem de Tom Hanks, Chuck, fica preso em uma ilha deserta por sete anos. Ele consegue cuidar de suas necessidades físicas – faz uma fogueira, encontra comida e abrigo etc. Mas seu maior desafio é a solidão. Ele não tem ninguém a não ser ele mesmo. O desespero chega a fazê-lo pintar um rosto e aplicar grama, imitando cabelo, em uma bola de vôlei a que chama de Wilson. Wilson é o único amigo de Chuck em todos esses anos. Ele conversa com ela, briga, faz as pazes e ri com ela – como se fosse uma pessoa de verdade. Quando Chuck finalmente tenta sair da ilha em uma jangada, leva Wilson consigo. Mas Wilson cai e é arrastado pela correnteza. Chuck é tomado por uma dor insuportável quando percebe que seu “amigo” se foi. A nossa necessidade humana básica de conexão pode ser uma força para o bem ou para o mal. As pessoas podem fazer coisas bem idiotas simplesmente para se conectar com o outro. Se procurar ler sobre crianças que se envolvem com gangues, verá que na maioria dos casos elas não são atraídas pelo crime, nem pelo poder. A gangue oferece a elas um sentimento arrebatador de conexão, de pertencimento. Por outro lado, estudos recentes mostram que, mesmo nos bairros mais pobres, conexões sociais fortes e positivas, como as oferecidas por grupos da igreja, de jovens e outras organizações, podem reduzir as taxas criminais, o uso de drogas e diminuir os índices de gravidez na adolescência, bem como aumentar o aproveitamento escolar. DESCONECTAR-SE É MUITO FÁCIL Quando nos conectamos, temos poder e vontade. Quando nos sentimos desconectados, ficamos incompletos, e uma grande parte da nossa motivação desaparece. Parece que hoje estamos mais desconectados do que nunca. Raramente nos vemos face a face, ou mesmo verbalmente, sem a participação de algum item eletrônico. Nós trocamos e-mails, mensagens de celular, fazemos teleconferências ou deixamos mensagens de voz. Nós fazemos compras pela internet e passamos noites jogando no computador com adversários virtuais, ou nos esquecendo do mundo em frente à TV. Quando saímos na rua, usamos fones de ouvido. Não nos damos ao trabalho de nos conectar com as pessoas bem na nossa frente, porque estamos muito ocupados com nossos aparelhos! Essas pseudoconexões eletrônicas podem até trazer a sensação de estarmos ligados a alguém, mas acabam provocando um vazio emocional. É como fast food: pode parecer bom no momento, mas não vai alimentar você, e não substitui uma refeição de verdade. Todas essas formas de comunicação eletrônica nunca poderão substituir uma ligação humana profunda. Li a história de um homem cuja casa ficou sem energia elétrica durante uma tempestade de gelo. Ele descreveu como ele, a esposa e os filhos deixaram seus computadores, televisões e aparelhos de MP3 e ficaram juntos na sala. Sem nada para fazer, a família optou por jogos de tabuleiro à luz de vela. Eles riram, conversaram, falaram sobre suas vidas e tiveram um momento ótimo. Se conectaram em um nível pessoal. Todos queremos uma conexão assim, seja com nossa família, nossos colegas de trabalho ou nossos clientes.

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