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Cretino Irresistível (Cód: 4897806)

Lauren,Christina

Universo Dos Livros

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Descrição

Uma estagiária ambiciosa. Um executivo perfeccionista. E um relacionamento ardente e totalmente perigoso!
Esperta, dedicada, prestes a cursar um MBA, Chloe Mills tem apenas um único problema: seu chefe, Bennet Ryan. Ele é exigente, insensível, sem consideração - e completamente irresistível. Um belo cretino. Bennet acaba de retornar da França para assumir um cargo importante na empresa de comunicações de sua família. Mas o que ele não poderia imaginar era que a pessoa que o ajudava enquanto ele estava no exterior era essa criatura linda, provocadora e totalmente irritante que agora ele tem de ver todos os dias. Ele nunca foi do tipo que se envolve em relacionamentos no ambiente de trabalho, mas Chloe é tão tentadora que ele está disposto a flexibilizar essa regra - ou quebrá-la de uma vez - para tê-la. Por todo o escritório! Mas o desejo que um sente pelo outro cresce tanto que Bennet e Chloe terão de decidir o que estão dispostos a perder para ganhar um ao outro.

Características

Peso 0.35 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Universo Dos Livros
I.S.B.N. 9788579305290
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 1.60 cm
Número de Páginas 272
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788579305290
Número da edição 1
Ano da edição 2013
País de Origem Brasil
AutorLauren,Christina

Leia um trecho

Meu pai sempre dizia que a melhor maneira para aprender uma pro¬fissão é passar cada segundo observando alguém a exercendo. “Para conseguir chegar ao topo, você precisa começar lá embaixo”, ele me disse. “Seja a pessoa sem a qual o CEO não pode viver. Seja seu braço direito. Aprenda tudo sobre seu mundo, e ele irá te contratar assim que você receber o diploma.” Eu me tornei indispensável. E definitivamente me tornei o bra¬ço direito. Acontece que, neste caso, o braço direito frequentemente queria estrangular o pescoço daquele maldito. Meu chefe, o sr. Bennett Ryan. Um cretino irresistível. Meu estômago se embrulha só de pensar nele: alto, bonitão e com¬pletamente cruel. Ele era o babaca mais egocêntrico e convencido que eu já tinha conhecido. Eu ouvia as outras mulheres do escritório fofocando sobre suas escapadinhas e ficava pensando se um rosto bo¬nito era tudo que ele precisava. Mas meu pai também dizia: “você vai perceber cedo na vida que a beleza é apenas superficial, mas a feiura se estende até os ossos”. Eu tive minha quota de homens desagradáveis nos últimos anos, namorei alguns no colegial e na faculdade. Mas esse foi o campeão. – Olá, srta. Mills! – o sr. Ryan estava de pé ao lado da porta da minha sala, que servia de recepção para o escritório dele. Sua voz estava melosa, mas era uma doçura toda errada... como mel que foi congelado e que agora estava começando a rachar. Depois de derramar água no meu celular, deixar cair meu par de brincos na lixeira, receber uma pancada na traseira do meu carro na via expressa e ter de esperar a polícia para ouvir aquilo que eu já sabia – que a culpa foi do outro motorista –, a última coisa que eu precisava naquela manhã era aguentar o mau humor do sr. Ryan. Pena que ele não tem nenhum outro tipo de humor. Eu respondi o “Bom dia, sr. Ryan” de sempre, esperando que ele respondesse com seu habitual aceno de cabeça. Mas, quando eu tentei passar, ele murmurou: – Bom dia? Será que você não quer dizer “boa tarde”, srta. Mills? Que horas são nesse seu mundinho? Eu parei e encarei de volta seu olhar gelado. Ele era uns bons vinte centímetros mais alto do que eu, e, antes de trabalhar para ele, eu nunca tinha me sentido tão pequena. Fazia seis anos que eu traba¬lhava para a Ryan Media Group, a RMG. Mas, desde o retorno do sr. Ryan para a empresa de sua família, há nove meses, eu começara a usar salto alto para poder encará-lo no mesmo nível. Mesmo assim, ainda precisava levantar o queixo para olhar em seus olhos, e ele cla¬ramente sentia satisfação com isso, deixando escapar um certo brilho naqueles olhos castanhos. – Tive uma manhã meio desastrosa. Não vai acontecer de novo – eu disse, aliviada por minha voz sair sem tremer. Nunca me atrasei antes, nem uma vez, mas é claro que ele tinha de fazer uma cena na primeira vez que aconteceu. Passei por ele, guardei minha bolsa e o casaco no armário e liguei o computador. Tentei fingir que ele não estava ali de pé na frente da porta, assistindo a cada movimento meu. – Uma “manhã desastrosa” é uma descrição muito apropriada para o que eu tive de passar com a sua ausência. Tive de pedir desculpas a Alex Schaffer por ele não ter recebido os contratos assinados quando prometido: às nove da manhã, no horário da costa leste. Tive de ligar para Madeline Beaumont pessoalmente para confirmar que iríamos sim prosseguir com o trabalho como descrito. Em outras palavras, fiz o seu trabalho e o meu nesta manhã. Tenho certeza de que, mesmo com uma “manhã desastrosa”, você conseguiria chegar às oito. Tem gente que começa a trabalhar antes mesmo do café da manhã. Levantei a cabeça para encará-lo enquanto ele me julgava com os braços cruzados acima do peito grandioso – e tudo por eu estar ape¬nas uma hora atrasada. Então desviei os olhos, para não ficar encaran¬do a maneira como o terno escuro e bem cortado envolvia seus om¬bros largos. No primeiro mês em que trabalhamos juntos, houve uma convenção e fiz a besteira de visitar a academia do hotel – dei de cara com ele sem camisa e todo suado ao lado de uma esteira. Ele tinha o rosto que qualquer modelo gostaria de ter e o cabelo mais incrível que eu já vi em um homem. Cabelo de quem acabou de transar. Era assim que as garotas do andar de baixo chamavam aquele cabelo e, de acordo com elas, o título era bem merecido. A imagem dele passando a camiseta no peito ficou para sempre marcada na minha memória. Mas, é claro, ele teve de estragar o momento abrindo a boca: “É bom ver que você finalmente está tomando interesse em cuidar do seu corpo, srta. Mills”. Filho da puta. – Desculpe, sr. Ryan – eu disse, deixando escapar um pouco de veneno na voz. – Eu entendo o sacrifício que foi para o senhor usar um fax e atender ao telefone. Como já disse, não vai acontecer de novo. – Exatamente, não vai mesmo – ele respondeu, com o sorriso pre¬tensioso firme no lugar. Se pelo menos ficasse de boca fechada, ele poderia ser perfeito. Um pedaço de fita adesiva resolveria o problema. Eu tinha um rolo no meu armário que às vezes eu pegava e acariciava, pensando que um dia eu poderia fazer bom uso dele. – E, só para que você não se esqueça desse incidente, eu gostaria de ver a situação completa dos projetos da Schaffer, da Colton e da Beaumont na minha mesa até as cinco. E então você vai compensar a hora perdida desta manhã simulando uma apresentação da conta da Papadakis na sala de conferência às seis. Afinal, se você vai cuidar dessa conta, terá de provar para mim que sabe o que está fazendo. Meus olhos se arregalaram enquanto eu assistia ele ir embora e bater a porta do escritório. Ele sabia muito bem que eu estava apenas começando esse projeto, que também seria minha tese no MBA. Ain¬da teria meses para terminar os slides depois que os contratos fossem assinados... o que ainda não havia acontecido. Ainda não tinham nem sido rascunhados. Agora, com tudo o mais jogado no meu colo, ele queria que eu arrumasse uma apresentação em... olhei para o relógio. Ótimo, sete horas e meia, se eu pulasse o almoço. Então abri o arqui¬vo da Papadakis e comecei a trabalhar. Enquanto as pessoas começavam a sair para o almoço, eu fiquei colada na minha mesa com meu café e um pacote de salgadinho que peguei na máquina. Normalmente, eu trazia comida de casa ou saía junto com os outros estagiários para almoçar, mas naquele dia o tem¬po não era meu amigo. Ouvi a porta abrir e olhei com um sorriso no rosto enquanto Sara Dillon entrava. Sara e eu fazíamos parte do mesmo programa de estágio para MBA da Ryan Media Group, mas ela trabalhava no setor financeiro. – Pronta para almoçar? – ela perguntou. – Vou ter de pular o almoço. Hoje está sendo um dia infernal – eu disse, como quem pede desculpas, e o sorriso dela mostrou um pouco de malícia. – Dia infernal ou chefe infernal? – ela sentou na beira da minha mesa. – Ouvi dizer que ele estava meio bravo hoje de manhã. Respondi com um olhar de cumplicidade. Sara não trabalhava para ele, mas sabia tudo sobre Bennett Ryan, afinal, com seu conhe¬cido pavio curto, ele era uma lenda viva no escritório. – Mesmo se existissem duas de mim, não seria possível terminar tudo isso a tempo. – Não quer mesmo que eu traga alguma coisa? – seus olhos se moveram em direção à sala dele. – Tipo, um assassino de aluguel? Ou um pouco de água benta? Tive de rir. – Não, tudo bem. Sara sorriu e saiu. Eu tinha acabado de terminar meu café quando me inclinei e percebi que minha meia tinha rasgado. – E ainda por cima – comecei a falar quando ouvi Sara voltando –, consegui rasgar a meia. Na verdade, se tiver chocolate no restaurante, você pode me trazer uns vinte quilos para eu poder aliviar minha tensão? Olhei para cima e vi que não era Sara parada ali na minha frente. Meu rosto ficou vermelho e abaixei a saia de volta no lugar. – Desculpa, sr. Ryan, eu... – Srta. Mills, já que você e as outras secretárias têm tanto tempo para discutir suas lingeries problemáticas, além de preparar a apresen¬tação da Papadakis, preciso que você também vá até a sala do Willis e me traga a análise de mercado e segmentação da Beaumont – ele ajeitou a gravata, olhando para seu reflexo na minha janela. – Você acha que consegue fazer isso? Será que eu estava ouvindo direito? Ele tinha acabado de me cha¬mar de “secretária”? É verdade que parte do meu estágio era fazer um pouco do trabalho básico de um auxiliar, mas ele sabia muito bem que eu tinha trabalhado para essa empresa por vários anos antes de conseguir minha bolsa da JT Miller na Northwestern University. Agora, faltavam apenas quatro meses para eu conseguir meu diploma em administração. Quatro meses para pegar meu diploma e dar o fora daqui, pensei. Olhei para cima para encontrar seus olhos. – Pode deixar, vou pedir para a Sam trazer... – Isso não foi uma sugestão – ele me interrompeu. – Quero que você vá pegar os documentos – ele olhou para mim por um instante com o queixo apertado antes de se virar e voltar para sua sala, batendo a porta atrás de si. Qual é a merda do problema dele? Era realmente necessário bater a porta como uma adolescente temperamental? Peguei meu casaco e comecei a andar até o escritório adjunto, que ficava em outro prédio. Quando voltei, bati à porta dele, mas ninguém respondeu. Tentei girar a maçaneta. Estava trancada. Ele estava provavelmente dando uma rapidinha com alguma princesa da diretoria enquanto eu corria por Chicago que nem uma louca. Enfiei o envelope pardo na abertura do correio, esperando que os papéis se espalhassem por toda a parte e ele tivesse de se abaixar para arrumar tudo. Seria merecido. Até gostei dessa imagem dele de quatro no chão, juntando os documentos. Por outro lado, conhecendo a pessoa, ele provavelmente iria me chamar naquele buraco estéril para limpar a bagunça enquanto ele assistia. Quatro horas mais tarde, eu tinha terminado a atualização das contas, meus slides estavam praticamente em ordem e eu estava quase rindo histericamente pensando no quão terrível o dia tinha sido. Mas tive de passar um tempo planejando o assassinato sangrento do garoto do xerox. Um trabalho simples, foi tudo que pedi. Faça umas cópias, encaderne umas folhas. Era para ter sido uma coisa fácil. Entrar e sair. Mas não. Levou duas horas. E agora eu estava atrasada! Corri através dos corredores escuros do prédio, que já estava va¬zio, com o material da apresentação quase caindo debaixo do braço, e olhei para o relógio. Seis e vinte. O sr. Ryan ia me comer viva. Eu estava vinte minutos atrasada e, como aprendera naquela manhã, ele odiava atrasos. “Atraso” era uma palavra que não existia no Dicionário para cretinos de Bennett Ryan. Também não havia “coração”, “bonda¬de”, “compaixão”, “pausa para almoço” ou “obrigado”. Então, lá estava eu, apressada pelos corredores vazios, correndo com meus saltos gigantescos para encontrar o carrasco. Respire, Chloe. Ele pode sentir o cheiro do medo.