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Cuco - o Primeiro Erro Foi Convidá-la Para Entrar (Cód: 4088020)

Crouch,Julia

Novo Conceito

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Descrição

Polly é a mais antiga amiga de Rose. Então quando ela liga para dar a notícia que seu marido morreu, Rose não pensa duas vezes ao convidá-la para ficar em sua casa. Ela faria qualquer coisa pela amiga; sempre foi assim.

Polly sempre foi singular — uma das qualidades que Rose mais admirava nela — e desde o momento em que ela e seus dois filhos chegaram na porta de Rose, fica óbvio que ela não é uma típica viúva. Mas quanto mais Polly fica na casa, mais Rose pensa o quanto a conhece. Ela não consegue parar de pensar, também, se sua presença tem algo a ver com o fato de Rose estar perdendo o controle de sua família e sua casa.

Enquanto o mundo de Rose é meticulosamente destruído, uma coisa fica clara: tirar Polly da casa está cada vez mais difícil.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Novo Conceito
Cód. Barras 9788581630229
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788581630229
Profundidade 3.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Tiago Novaes Lima
Número da edição 1
Ano da edição 2012
Idioma Português
Número de Páginas 464
Peso 0.65 Kg
Largura 16.00 cm
AutorCrouch,Julia

Leia um trecho

Capitulo 1 Quando rose soube que Christos havia sido morto, não pensou duas vezes: Polly e os meninos deveriam vir e ficar. Agora ela e Gareth tinham espaço, e Polly era sua melhor amiga desde a escola primária. Não havia dúvidas: eles deviam vir ficar e deixar que Rose cuidasse deles. A ligação telefônica soou no último dia de fevereiro. Anna e a pequena Flossie estavam dormindo, e Rose e Gareth haviam acabado de acender uma vela e abrir uma garrafa de vinho na mesa da cozinha. A imagem de tal rotina noturna permanecera em suas mentes ao longo dos dois anos e meio que passaram reformando esta casa nas colinas de Wiltshire. Agora, apenas um mês depois de finalmente se mudarem para lá, a visão se estabelecera como um fato concreto. O telefone ecoou pelo assoalho ladrilhado, irrompendo no interior do silêncio rural que ainda consideravam um pouco enervante. Gareth quisera um característico toque de telefone ressonante, como aquele com o qual crescera no interior rural do estado de Nova York. Um que pudesse ser ouvido onde quer que estivesse. Afirmou que aquilo significava para ele uma intenção consciente, um estado de estar ali porque planejou, e não por acaso. Rose não conseguia entender como ele concluíra aquilo, mas um toque alto era prático, já que não obtiveram ali no campo nenhum sinal de telefone celular. Levando consigo o cálice de vinho, Rose foi atender o telefone. — Christos está morto — foi a primeira coisa que Polly disse. Rose teve de sentar-se no balcão da janela, a pedra fria gelando as suas pernas. — O quê? — É claro, não acreditava. — Ele morreu. Em um acidente de carro. Estava bêbado. — O que foi? — Gareth levou a cadeira e foi se sentar ao lado de Rose, tomando a sua mão enquanto ela ouvia aquilo e tentava respirar. Rose pensou em Christos, o grandalhão. Christos era, de todos que conhecia — exceto Gareth e as meninas — a última pessoa que podia imaginar não vivendo. A vida era sua marca. Uma vez, sabendo que ela sentia desejo por vieiras quando estava grávida de Anna, ele cozinhara para ela uma dúzia inteira. “Você precisa escutar o seu corpo, porque ele te conhece melhor do que você”, dissera com sua infalível lógica grega. Ela e Gareth tinham quadros dele espalhados pela casa inteira. Explosões de cor, vida, sexo e comida iluminavam o interior frio que construíram, contrastando belamente com a contenção e a simetria do trabalho de Gareth, mais cerebral. Chegavam mesmo a possuir uma das pinturas mais eróticas que Christos havia feito — de Polly, por sinal — pendurado no closet. — Quando? — Rose quis saber. Ela precisava de fatos que a ajudassem a assimilar aquilo. — Duas semanas. Rose pensou ouvir o barulho do mar do outro lado da linha, estourando na rocha do litoral. Imaginou Polly sentada no terraço da casa em Cárpatos, aquele que conduzia direto para a praia. É possível que tivesse um cálice de Metaxana mão. Mas era fevereiro, ela provavelmente não se encontrava do lado de fora. Fazia frio na Grécia em fevereiro? Rose não sabia — só estivera lá no verão, e a última vez tinha sido há dois anos e meio. Deu-se conta de que ela e Polly não se falavam havia seis meses. No entanto, por mais afastadas que estivessem, elas sempre pareciam capazes de retomar de onde tinham parado. Rose e Polly eram intimamente ligadas. Tinham crescido juntas; viveram juntas desde o final da adolescência até os seus vinte e muitos. Ambas se casaram com artistas e se surpreenderam por terem, as duas, se amoldado tanto e de modo antiquado a seus maridos e filhos. — Ele sempre dirige muito rápido por estas estradas — prosseguia Polly. — Ele pensa que conhece as estradas por ter nascido aqui. Mas não conhece. É tudo papo furado. — Pobrezinha — Rose não sabia mais o que dizer. Fez-se silêncio. Apenas o ruído do mar: quebra recuo; quebra, recuo. Rose pousou a mão sobre o bocal do telefone e contou a notícia a Gareth. Gareth engasgou, cerrou os olhos e desabou o rosto entre as palmas, pressionando as pontas dos dedos contra a testa. Ele e Christos foram amigos, antes de Polly. Na verdade, foi graças a Christos que Rose e Gareth se conheceram. Rose retornou a Polly. “Como você está?” Procurou sufocar o choque e a tristeza, para o bem de sua amiga. Não estava autorizada a sofrer tanto por Christos quanto Polly. — Fizemos o enterro e recebi votos de uma vida abundante um milhão de vezes de todas as tias e primos e de sua maldita mãe. Estamos aguardando o fim do culto memorial, e depois vou embora daqui. — E os meninos? Como estão eles? — Rose teve dificuldade para que a voz saísse, ao perguntar. Nico e Yannis eram os dois filhos de Polly e Christos. Rose e Anna tinham passado duas semanas mergulhando e tomando sol com eles, naquele verão em que a visitaram, pouco antes de o projeto da casa deslanchar. Rose lembrava-se de Nico, sete anos, emergindo para a superfície em sua frente com uma perfeita concha de ouriço-do-mar, seu sorriso tão largo quanto à curva arenosa da baía atrás dele. O júbilo de Christos pela descoberta de seu filho alcançou-os no mar espumante. Rose arrepiou-se ao pensar que deveria tê-los visitado com mais frequência. Agora não havia oportunidade de voltar atrás. — Tudo o que queria era tocar nele — disse Polly. — E isso me espanta. Antes não queria tanto, quando podia, mas agora é só nisso que consigo pensar. É como se um incêndio tivesse queimado tudo. — E os meninos? — Rose voltou a perguntar. — Eles são pequenos demais para entender direito o que isso significa. Eles vão se dar conta logo, mas por enquanto não têm ideia da permanência disso. Droga. — Seguiu-se o ruído de um cálice espatifando contra a pedra. — Viajo amanhã até aí — ofereceu-se Rose, captando o olhar de alerta que Gareth lançou com os olhos marejados. Soube no minuto em que falou que a ideia de largar tudo e levar o bebê para a orla leste da Europa era ridícula. Gareth deveria retornar ao trabalho; ela precisaria cuidar de todo o resto. — Não — Gareth sinalizou com os lábios. Apesar da pintura no closet — que pendurara em parte para agradar a Rose, e em parte porque era uma amostra das melhores obras de Christos — ela jamais gostara de Polly. Ele dissera uma vez que ela lhe dava arrepios, o que era uma afirmação bem severa quando vinda de Gareth.— Não. Você fique onde está. Eu e os meninos estamos voltando. Vamos cair fora daqui — respondeu Polly. — Bem, então vocês devem vir e ficar aqui — rebateu Rose, olhando diretamente para Gareth. — E permanecer o tempo que quiserem. Gareth afastou-se para encher mais um cálice de vinho para si, dando as costas para Rose. Mas o que ele poderá dizer? Rose pensou. Ele simplesmente terá de aceitar.

Avaliações

Avaliação geral: 4

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Amanda Gama recomendou este produto.
26/06/2016

Incrível

Eu super recomendo. A história te prende totalmente. Se você tiver um senso crítico, vai perceber todo o mistério e o suspense envolvido. Poderíamos esperar mais do final, mas ainda assim é um dos melhores que já li.
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Marcela recomendou este produto.
04/04/2014

Morno

O livro cria grandes expectativas para um final vago.
Esse comentário foi útil para você? Sim (8) / Não (1)
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