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De Bagdá , com Muito Amor (Cód: 1852194)

Roth,Melinda; Kopelman,Jay

Best Seller

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De Bagdá , com Muito Amor

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Descrição

Um grupo de fuzileiros entra em uma casa abandonada em Faluja, no Iraque. Ao ouvir um ruído suspeito, os soldados destravam as armas, aproximam-se com cautela e se preparam para abrir fogo. Mas o que encontram durante aquele ataque à 'cidade mais perigosa da Terra' não é um rebelde vingativo, e sim um cachorrinho que ficou para trás depois que a maior parte da população fugiu, para escapar do bombardeio.
Apesar dos regulamentos militares que proíbem animais de estimação, os fuzileiros tiram as pulgas do filhote com querosene, eliminam os vermes com fumo de mascar e o alimentam com rações militares. Assim começa a dramática tentativa de resgate de um cão chamado Lava e a história de como o animal salva pelo menos um fuzileiro, o tenente-coronel Jay Kopelman, da devastação emocional causada pela guerra.
'De Bagdá, com muito amor' fala de soldados durões, de correspondentes de guerra e de iraquianos em perigo, contando uma história inesquecível e verdadeira de um bando de improváveis heróis que aprendem com um animalzinho refugiado, sarnento e pulguento, lições inesperadas sobre a vida, a morte, a guerra e, acima de tudo, o amor.
Não se trata apenas de um relato comovente sobre o destino de um cachorro, mas da condição humana numa guerra como a do Iraque. De Bagdá, com muito amor tem também o mérito de aproximar as pessoas de um entendimento maior sobre o choque cultural e, principalmente psicológico, que a convivência num ambiente de conflito pode causar ao ser humano.
A história foi coberta pela mídia americana, envolveu o Senado, assim como outros órgãos americanos e, entre outras coisas, favoreceu o aumento do número de adoções de animais no ano de 2006 nos EUA. De Bagdá, com muito amor certamente conquistará o coração de todos, apaixonados ou não por animais.

'Por que não empreguei meu tempo salvando gente em vez de um cachorrinho? Não sei, não me importa, mas pelo menos salvei alguma coisa', Jay Kopelman

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Best Seller
I.S.B.N. 9788576840008
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 218
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788576840008
Número da edição 1
Ano da edição 2007
País de Origem Brasil
AutorRoth,Melinda; Kopelman,Jay

Leia um trecho

Primeira semana da invasão de Faluja, Iraque, pelos Estados Unidos EM UMA CASA ABANDONADA na parte nordeste de Faluja, soldadosdo Primeiro Batalhão do Terceiro Regimento de Fuzileiros Navais- conhecidos como "Cães da Lava" - param e ficam imóveis ao ouvir uma série de estalidos que vêm de um quarto ondeainda não entraram.Pinos de granada? A maioria das mortes de militares em Faluja durante aprimeira semana da invasão norte-americana aconteceu dentro de casas como essa - os rebeldes se escondem nos pavimentos superiores e atiram granadas contra os fuzileiros que sobem. Há muitos feridos, atingidos na cabeça e no rosto, e mesmo que os Cães da Lava se considerem um dos grupos de fuzileiros mais durões - o nome foi escolhido por eles mesmos, devido às pontudas pedras vulcânicas do campo de treinamento no Havaí -, o fato de pertencer àquele batalhão não oferece um escudo contra os caprichosos efeitos de uma granada. O importante é ter cuidado. Ficar alerta. Ter a arma carregada e travada ao dobrar qualquer esquina. Todo cuidado é pouco. Tec, tec. Tec, tec. Tec, tec... Tec, tec. Se uma granada explode em seu rosto, pelo menos você parte da Terra na coordenada mais próxima do céu, segundo o GPS. O Iraque é considerado pela maioria dos arqueólogos bíblicos o local onde ficava o Jardim do Éden - a única reprodução fiel do céu feita por Deus, o paraíso sobre a Terra. Mas não é preciso preparar desculpas ao chegar lá, porque ali, naquela zona de conflito, é muito difícil perceber a diferença entre o bem e o mal. Tanto faz que você creia em Abraão, Maomé ou Jesus; foi ali que tudo começou e foi ali que tudo desandou. Tec, tec. Tec, tec. Tec, tec. Tec, tec. Talvez uma bomba-relógio. Se essa terra foi o paraíso, os fuzileiros não têm intenção alguma de acabar no inferno. Do lado de fora do prédio que estão revistando, helicópteros armados patrulham do céu, em busca de rebeldes escondidos, enquanto viaturas blindadas percorrem o que resta das ruas. Qualquer veículo na cidade é um alvo, por causa do risco de bombas. Todo fio solto é suspeito. Todos os prédios são revistados, e as palavras Jihad, Jihad, Jihad estão pintadas em todas as paredes. Durante os primeiros dias da invasão de Faluja, os fuzileiros encontraram depósitos de armas, coletes para homens-bomba e grande quantidade de heroína e anfetamina, aparentemente usadas para estimular a coragem dos suicidas. Encontraram cadáveres de combatentes naturais da Chechênia, da Síria, da Líbia, da Jordânia, do Afeganistão e da Arábia Saudita. Entraram em matadouros humanos, com ganchos pendurados no teto, máscaras negras, facas, esteiras ensangüentadas e vídeos que mostram decapitações. Libertaram prisioneiros acorrentados, enlouquecidos de medo. Faluja, próximo ao centro de onde tudo começou, é agora uma cidade isolada do resto do mundo, habitada somente por franco-atiradores e cães vadios que devoram os mortos. Tec, tec. Snif, snif. Tec, tec. Os Cães da Lava cerram os dentes e apertam as armas, recordando as instruções: cobrir áreas perigosas, abaixar-se, mover-se furtivamente, estar preparado para improvisar e eliminar as ameaças. Snif. Snif. Tec. Tec. Tec. Snif. Snif. Um rebelde amarrando uma bomba ao próprio corpo? Eles deviam primeiro ter limpado aquele quarto com uma granada - simplesmente jogá-la e deixá-la fazer o trabalho sujo. Mas, em vez disso, pelos motivos ainda obscuros da guerra, do medo e do destino das coisas, encostam-se nas paredes dos dois lados da porta e preparam as armas para atirar. Em seguida, enfiam os canos dos fuzis pela abertura, assumem posição de combate e apontam na direção dos ruídos, enquanto o alvo corre para o outro lado do quarto. - Mas que merda...! O cachorrinho se volta ao ouvir as vozes e os encara. - Que diabo...? Vira a cabeça, procurando compreender a intenção, e não tanto as palavras. - Deve ser brincadeira. O cãozinho solta um latido fino e saltita, contente, com as unhas fazendo tec, tec no chão, porque parece que, finalmente, alguém o encontrou. Não lembro exatamente quando cheguei à casa que serve de posto de comando no setor noroeste de Faluja, e também não lembro exatamente como cheguei lá. (...) Lembro-me de que estava exausto, e o cansaço pesava mais do que a mochila de 25 quilos que eu carregava, e quando entrei pela porta da frente tirei das costas tudo o que podia. Pensava somente em dormir. Foi quando vi Lava pela primeira vez. Mas isso não quer dizer que entrei e vi um cachorrinho gorducho enroscado num cobertor limpo, parecendo um carneiro. Não havia brinquedos que guinchavam, nem latidos esganiçados, nem olhos azuis acinzentados que me fitassem com sincera inocência. Em vez disso, de repente algo rola em minha direção como se viesse do nada, lançando tanta adrenalina em meu sistema nervoso que salto para trás e bato numa parede. Uma bola peluda, não muito maior do que uma granada, desliza pelo chão, freia de repente junto de meus coturnos e começa a girar em círculos à minha volta, como um brinquedo de corda. Aquilo me assusta, é claro. Por estar cansado e inquieto, qualquer coisa que se aproxima de mim me dá nos nervos; por isso me afasto da parede e pego o fuzil, embora perceba que é apenas um cãozinho. Bem, antes de me xingar por apontar uma arma para um filhotinho encantador, lembre-se de que eu acabei de chegar das ruas. Lá fora a situação é de arrepiar, como se uma praga, um dilúvio ou a poeira de um ataque atômico tivesse invadido tudo. A maioria dos habitantes da cidade fugiu antes do ataque liderado pelos Estados Unidos, e o silêncio depois do bombardeio é tão penetrante que até mesmo um jornal soprado pelo vento faz os nervos rangerem, clamando por um abrigo seguro. (...) Por isso, quando aquela coisa inesperada, aquele bichinho, rola em minha direção, naquele lugar estranho, trato de pegar minha arma. Devo ter gritado, ou feito algo parecido, porque, ao som de minha voz, o cachorrinho me olha, ergue o rabo e começa a rosnar alguma coisa que em língua de cachorro deve ser: "Estou pronto para dar um chute na sua bunda." Os pêlos em volta do pescoço se eriçam, como se ele quisesse ficar maior, e depois ele começa a rosnar em tom belicoso, saltando com as pernas esticadas. Bato com o coturno no chão para ver se ele fica quieto, mas o cachorrinho não se importa e intensifica o rosnado, que sai de seus pulmões em staccato. - Ei. Penduro o fuzil no ombro e me curvo. O cãozinho salta para trás no ritmo de seu rosnado, mas não tira os olhos de mim. - Ei. Fique quieto. Ele parece um ursinho panda e, ao soltar o último rosnado, estende o focinho para cima até que as patas dianteiras se levantem do chão. Apesar do ar de desafio, há medo em seus olhos. É apenas um bebê, muito novinho para saber disfarçar o medo. Logo noto a bravura e o terror o envolvendo por todos os lados, enquanto testosterona e adrenalina disputam toda a sua atenção. Percebo isso rapidamente. Enfio a mão no bolso, grrrr, tiro um projétil, grrrr, e o estendo para ele na esperança de que pense que é comida. O cachorrinho pára de rosnar e vira a cabeça, o que faz com que eu me sinta um manipulador, mas um sábio também. - Bom garoto. Ele fareja o ar acima da cabeça, sem encontrar nada, e em seguida aponta o nariz para o projétil. Aquilo desperta seu interesse e ele se curva para frente, a fim de cheirar melhor o metal, o que me surpreende, até notar minhas mãos imundas, quase negras - depois de uma semana sem lavá-las -, e perceber que ele está cheirando a sujeira e a morte entranhadas em minha pele. Curvo-me para frente, mas o medo o domina e ele sai correndo pelo corredor. - Ei, volte aqui. Fico parado e o vejo chocar-se contra a parede. Franzo a testa, deve ter doído, mas ele se levanta, sacode o corpo e sai correndo de novo. - Ei, venha cá! O cãozinho pára, olha para mim, de orelhas em pé, o rabinho girando rapidamente, a língua cor-de-rosa pendurada do lado da boca, como se estivesse enlouquecido. Percebo que ele quer que eu corra atrás dele, como se compreendesse que foi enganado, porém tivesse vergonha de confessar, e então disfarçasse com aquela cara de "nunca tive medo de você". Também conheço essa. Ele salta em círculos com aquelas patas quase do tamanho da cara, bate de novo na parede e ricocheteia, meio tonto. Fico hipnotizado por aquela coisinha. Só de observá-lo me esqueço de todo o resto, então o ergo do chão com uma das mãos e finjo que não notei sua colisão contra a parede. - Você é durão, hein? Ele cheira a querosene. - Qual é a loção de barba que você usa? Noto que seu peso é menor do que o de uma garrafinha de meio litro de água, enquanto ele se contorce para lamber meu rosto enegrecido pelos resíduos de explosivos, fuligem de casas destruídas pelas bombas e pó do chão em que precisei me jogar inúmeras vezes para me proteger. - De onde você veio? Sei muito bem de onde ele veio e também para onde vai. Já vi isso antes: fuzileiros baixando a guarda e fazendo amizade com nativos - moças bonitas, crianças, bichinhos peludos, sei lá o quê. Não é permitido. Segurando o rapazinho durão que parece ter acabado de sair de uma caixa debaixo da árvore de Natal, trato de raciocinar com frieza. Não é permitido, Kopelman. Mas ele continua a lamber, remexer-se e retorcer-se para todos os lados, e eu me lembro bem dessa parte porque gostei de senti-lo em minhas mãos, de ver que ele me perdoava por têlo assustado, gostei de não me importar se voltaria vivo para casa ou se me sentiria um ser humano depravado - bastava que ele se remexesse em minhas mãos, removendo de meu rosto toda a sujeira. Outra manhã, acordo achando que alguém encurtou meu saco de dormir, porque não consegui esticar totalmente as pernas. É Lava, que deu um jeito de entrar no saco e enroscar-se no fundo, feito uma bola. "Cara, isso tem de acabar." Ele está roncando, e eu não quero perturbá-lo; ainda é muito cedo para levantar, e por isso fico ali sentindo o calor da respiração dele em meus pés. E, ao mesmo tempo, o Regulamento Geral 1-A começa a rodar em minha cabeça. Ficam proibidas para os membros das forças armadas as atividades mencionadas no Regulamento Geral 1-A, inclusive adotar animais de estimação ou mascotes e cuidar ou alimentar quaisquer tipos de animais domésticos ou selvagens. Embora a maioria dos fuzileiros que dormem a meu redor admita que se sente bem fazendo finalmente o que foram treinados para fazer, a verdade é que eles não estão à vontade com essa sensação de bem-estar. Todos os regulamentos e o treinamento são valiosos aqui, mas o que vamos fazer depois? Não tenho idéia do que fazer com Lava, mas ele adora a viagem barulhenta e movimentada, e, enquanto eu dirijo, ele se aboleta em meu colo, maravilhado com o que vê pela janela, e rosna para os milhares de refugiados evacuados de Faluja que vamos deixando para trás. Imagino mais uma desculpa para a lista dos motivos de minha desobediência às regras militares: eu não posso evitar essa situação. Não me lembro exatamente de quando as desculpas começaram, mas foi em algum momento entre a tarde em que eu vi os cães comendo cadáveres humanos e a hora em que descobri Lava dormindo enroscado em meu saco de dormir. Depois disso, as desculpas surgiram em profusão: porque os soldados iraquianos estavam fracassando; porque eu estava cansado; porque muitas crianças não haviam sido evacuadas pelos pais ao receberem o aviso; porque meus charutos tinham acabado; porque eu já não conseguia dormir a menos que uma bolinha peluda se aninhasse junto a mim, respirando em meus pés. No momento em que recebi minhas ordens para deixar Faluja, eu já tinha tantas desculpas que simplesmente as juntei todas num grande pacote de vagas justificativas e coloquei Lava na viatura blindada comigo. Fronteira com a Síria AGORA VOLTARAM OS métodos básicos - artefatos mais difíceis de neutralizar e de uso mais simples -, amarrando bombas a transportadores inocentes, incluindo cães, vacas, burros e seres humanos portadores de síndrome de Down. Em geral, pegam um cachorro na rua, enchem-no de explosivos e o soltam no meio de vítimas em potencial. A bomba é então detonada por controle remoto. Em Ramadi, rebeldes amarraram explosivos em um burro e o soltaram perto de um posto de controle norte-americano, onde o animal explodiu. Em Al Mashro, a polícia "aprisionou" uma vaca que caminhava adornada de bombas por uma estrada. O novo método se tornou tão difundido que o jornal diário em língua árabe Al Mada publicou uma caricatura editorial mostrando um rebelde que tentava convencer um cachorro aterrorizado fazendo uma preleção: "É tudo muito simples. Basta que você vista este cinto com explosivos, recite os slogans do partido, e que Alá tenha piedade da alma de seu pai!" E eu começo a pensar, sentado aqui esperando o e-mail, se é isso que os homens-bomba dizem a si mesmos - que, como não podem controlar a morte, todas as outras coisas, menos a morte, são um desperdício de energia. Isto é, explodir a si mesmo deve doer, não é verdade? Mesmo que seja por uma fração de segundo, ainda há aquela fração de segundo a contemplar quando sua pele se separa dos ossos e o cérebro vai para um lado e os dedos dos pés para outro, e todas as formas de tortura imaginadas pelo homem se juntam em uma única fração de segundo que você foi programado para evitar desde que um esperma encontrou o óvulo. Mas, mesmo assim, eles se matam. Desligam a fiação interna e puxam o detonador. E você tem de perguntar: Por quê? Imagino que simplesmente se cansaram de esperar. Eu devia ter deixado Lava em Faluja, quando saí de lá. Claro, teria sido difícil, mas a culpa só nos atormenta quando prestamos atenção a ela, como um carrapato grudado no pescoço. Assim eu não teria passado todas aquelas noites preocupado em saber quem estava cuidando de Lava, o que aconteceria se as pessoas erradas o descobrissem e como o matariam se o encontrassem. Não teria de passar tempo brincando com ele, alimentando- o e tratando de encontrar um jeito de vaciná-lo e de arranjar comida com os treinadores militares. Mas tudo o que fiz por ele fiz por mim mesmo, porque me ajudou a esquecer todas as misérias daquele lugar, e passava os dias e as noites esperando por uma notícia, qualquer uma, mesmo a pior. Lava e eu, pouco depois que ele foi encontrado em uma casa abandonada em Faluja, Iraque. O cachorrinho foi salvo da morte certa. Quem cuidou dele foram os Cães da Lava do Primeiro Batalhão do Terceiro Regimento de Fuzileiros Navais da Baía Kanehoe, Havaí.