Artboard 33Artboard 16Artboard 18Artboard 13Artboard 42Artboard 21Artboard 4Artboard 5Artboard 45Artboard 22Artboard 7Artboard 42Artboard 23Artboard 17?Artboard 28Artboard 43Artboard 49Artboard 47Artboard 15Artboard 32Artboard 6Artboard 22Artboard 5Artboard 25Artboard 1Artboard 42Artboard 11Artboard 41Artboard 11Artboard 23Artboard 10Artboard 4Artboard 9Artboard 6Artboard 8Artboard 7Artboard 3Artboard 12Artboard 25Artboard 34Artboard 43Artboard 44Artboard 16Artboard 24Artboard 13Artboard 5Artboard 24Artboard 31Artboard 1Artboard 12Artboard 27Artboard 30Artboard 36Artboard 44Artboard 9Artboard 17Artboard 6Artboard 27Artboard 30Artboard 29Artboard 26Artboard 2Artboard 20Artboard 35Artboard 15Artboard 14Artboard 50Artboard 26Artboard 14Artboard 40Artboard 21Artboard 10Artboard 37Artboard 46Artboard 33Artboard 8
e-book

Decifro-te e devoro-me (Cód: 8492564)

Rodrigo Prado Santiago

publique-se!

Ooops! Este produto não está mais a venda.
Mas não se preocupe, temos uma versão atualizada para você.

Ooopss! Este produto está fora de linha, mas temos outras opções para você.
Veja nossas sugestões abaixo!

R$ 2,99

em até 1x de R$ 2,99 sem juros

Total:

Em até 1x sem juros de


Crédito:
Boleto:
Cartão Saraiva:

Total:

Em até 1x sem juros de


Decifro-te e devoro-me

R$2,99

Descrição

Livro de poesias -


O caminho era de pedra.No meio do caminho – de Corinto a Tebas – tinha uma esfinge.E a esfinge era uma pedra, era de pedra – mas era também de perda.Então, no meio do caminho de pedra tinha uma esfinge, que era de pedra, que era de perda para o povo de Tebas.

O caminho podia ser para qualquer destino – simboliza a vida.Podia ser para Itabira.Se fosse para Itabira teria mais uma pedra (ou talvez mais duas) e estaria no meio da palavra que nomeia Itabira – Ita.No meio de ‘Ita-bira’ tinha uma pedra.E toda pedra é de terra – donde viemos e volveremos!

No meio de apenas um caminho a esfinge finge tomar conta de todos os destinos, certa que está de sua plena onipotência e onisciência.Quem vai ao seu encontro fica mudo – estrangulado - ante o absurdo de seu enigma: “ Decifra-me ou devoro-te “.Propõe - na verdade impõe - esta charada como condição para livrar o peregrino do pior destino – a morte – e Tebas, da destruição.

O peregrino caminha porque acredita que assim fugirá do seu destino – mas não sabia que este era exatamente e tão somente o caminhar; conquanto também se supunha onipresente e onisciente, não cogitava que nada estivesse alheio à sua vontade, desejos e desígnios.

A pedra da esfinge faz-se pó, silica, quando é decifrada; imaginava-se imortalizada, sol, faraó, no entanto é devorada pelo peregrino, espelho da esfinge, que acreditando fugir da sua sina, nada mais fazia do que ir ao seu encontro.Para alcançar seu destino cometeu o maior dos desatinos: conhecer-se profundamente, conhecer o homem, o outrem como imagem e semelhança de si mesmo.E o seu destino era o encontro com o amor perfeito, aquele que não tem jeito nenhum de existir porque implica na renúncia completa de si em face de outrem.

O amor perfeito é a morte do eu-peregrino por exigir sua total e incondicional abnegação.A mais próxima descrição do amor perfeito encontra-se na Bíblia, Corintos 13, de onde Édipo-pé-regrino foge para encontrar seu destino: devorar-se.

Fica cego, fica só e vira pó – assim é quando se encontra o amor perfeito, do qual só se tem, na fantasia e na poesia, uma parca ideia do que seria.

Já no mundo palpável o amor é impalpável e imperfeito; por isto não nos cansamos de buscá-lo dia após dia.O que move o homem é a ilusão de podê-lo alcançar ou senão, ao menos, de dele tentar, tentar e tentar aproximar-se.

Senão, por que viver ?

Características

Peso 0.00 Kg
Produto sob encomenda Sim
Marca publique-se!
Idioma 333
Acabamento e-book
Territorialidade Internacional
Formato Livro Digital Epub
Gratuito Não
Proteção Drm Não
Início da Venda 03/01/2015
Código do Formato Epub
Cód. Barras 9999084925648
Número da edição 1
Ano da edição 2014
Ano da Publicação 115
AutorRodrigo Prado Santiago