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Deixe de Ser Bonzinho e Seja Verdadeiro - Como Se Relacionar Bem Com Os Outros Sendo Você Mesmo (Cód: 5355061)

D’ansembourg,Thomas

Sextante / Gmt

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Descrição

Neste livro, Thomas D’Ansembourg mostra como melhorar sua qualidade de vida, respeitando mais os próprios desejos e evitando cair na armadilha da agressividade ou da generosidade excessiva. Por meio da Comunicação Não Violenta – técnica que tem como objetivo apaziguar os combates verbais do dia a dia –, ele ensina que a chave para resolver nossas desavenças é a maneira como falamos e escutamos as pessoas. Deixe de ser bonzinho e seja verdadeiro traz dicas simples para você se expressar de maneira positiva, manter o respeito por si mesmo sem atacar ninguém, fazer pedidos claros e aceitar críticas sem deixar que elas abalem sua autoestima. A partir de exemplos reais, o autor o incentiva a identificar seus desejos, assumir a responsabilidade por seus sentimentos e remover as máscaras que servem apenas para agradar outras pessoas.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
Cód. Barras 9788575429761
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788575429761
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Maria de Fátima Oliva do Coutto
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 208
Peso 0.26 Kg
Largura 14.00 cm
AutorD’ansembourg,Thomas

Leia um trecho

A violência é a expressão de uma frustração impossível de ser manifestada em palavras. É por isso que jamais conseguimos descrever com exatidão o que sentimos ou o que queremos. Ao crescer, nos privamos dos próprios sentimentos e necessidades para tentar escutar os de nossos pais, irmãos, professores, etc.: “Faça o que mamãe disse... Faça o que sua professora mandar... Faça o que esperam de você.” E, assim, prestamos atenção aos sentimentos e às necessidades de todos – chefes, clientes, vizinhos, colegas de trabalho –, exceto de nós mesmos. Para nos integrarmos, acreditamos que é necessário nos privar daquilo que necessitamos. Um dia essa ruptura cobra seu preço: timidez, depressão, dúvidas, hesitação diante de tomadas de decisões, incapacidade de fazer escolhas, dificuldade de se comprometer, perda da alegria de viver. Esperamos que alguém nos salve, que nos diga o que fazer. Ao mesmo tempo, não suportamos mais escutar nenhuma recomendação. Estamos saturados de ouvir: “Você precisa... Você devia... Acho melhor...” Temos fundamentalmente necessidade de nos encontrarmos, de nos ancorarmos em nós mesmos, de sentir lá no fundo que somos nós que falamos, que decidimos e não mais nossos hábitos, nossos condicionamentos, nosso medo do olhar do outro. Mas como fazer isso? A mente foi desenvolvida, treinada e aprimorada para se tornar eficaz, produtiva e rápida. Quanto ao nosso coração, nossa vida afetiva e nossa vida interior, nenhum deles recebeu tamanha atenção. Aprendemos a ser espertos e razoáveis, a tomar decisões acertadas depois de bastante reflexão, a analisar e rotular todas as coisas e separá- las em categorias bem distintas. Desde a infância nossa compreensão intelectual é estimulada e aprimorada, e acabamos nos tornando mestres em lógica e raciocínio. No entanto, nossa compreensão emocional foi pouco ou nada incentivada, quando não abertamente desencorajada. Atualmente, observo em meu trabalho quatro características desse funcionamento mental que, em geral, geram violência contra nós mesmos ou contra os outros. Apresento-as a seguir. Juízos, rótulos e categorias Fazemos julgamentos de valor constantemente. Julgamos o outro ou determinada situação em função do pouco que vimos, e a partir desse pouco estabelecemos a realidade. Um exemplo comum: vemos na rua um jovem de cabelos cor de abóbora, estilo moicano, e piercings no rosto. “Olha lá aquele punk, mais um desses revoltados, um marginal, um parasita da sociedade.” Num piscar de olhos, emitimos um julgamento. No entanto, não sabemos nada a respeito dessa pessoa, que talvez esteja engajada em projetos criativos, em um grupo de teatro ou em pesquisas científicas, contribuindo, assim, com o seu talento para o progresso do mundo. Mas porque algo em seu aspecto nos suscita medo, desconfiança e necessidades que não sabemos identificar, por ele ser diferente de nós, o julgamos. Veja como nosso julgamento agride a beleza, a generosidade e a riqueza que certamente existe nessa pessoa e que não percebemos. Por outro lado, vemos uma senhora elegante, de casaco de pele, num carro luxuoso e comentamos: “Que perua! Ali vai mais uma que adora ostentar!” Mais um juízo formado a partir do pouco que vimos do outro. De novo atacamos a beleza interior não percebida nessa pessoa. Talvez ela seja generosa com seu tempo e seu dinheiro e se dedique a trabalhos voluntários e assistenciais. Não sabemos nada sobre ela. Mais uma vez a aparência de alguém nos desperta desconfiança, raiva, medo, tristeza ou necessidades que não sabemos decodificar – seja a necessidade de dialogar, de compartilhar, de acreditar que é dever de cada pessoa contribuir de forma ativa para o bem-estar comum. Então julgamos e restringimos o outro a uma categoria. “Não se vê direito senão com o coração. O essencial é invisível aos olhos”, já dizia Antoine de Saint-Exupéry. Mas por acaso observamos o outro de verdade, com o coração? Preconceitos, crenças estabelecidas e automatismos Ao longo da vida, aprendemos a agir com base em hábitos arraigados, ações irref letidas, crenças e preconceitos não comprovados. Não faltam exemplos: “Homem não presta. Mulher dirige mal. Funcionário público não faz nada. Todo político é corrupto. As coisas sempre foram desse jeito. Uma boa mãe deve parar de trabalhar para criar os filhos. Nesta família não se pode tocar nesse assunto.” Essas expressões são essencialmente ref lexos de nossos medos. Agindo assim, aceitamos crenças, costumes e conceitos sem sequer questioná-los, nos fechando para novas interpretações. Ao fazermos isso, agredimos os homens que são íntegros e fazem o bem; as mulheres que dirigem com atenção e seguem as regras de trânsito, respeitando os demais motoristas e pedestres; os funcionários públicos que se dedicam com empenho e entusiasmo ao trabalho; os políticos que exercem suas funções com integridade visando ao bem comum. Sistema binário ou dualidade: ou isso ou aquilo A fim de nos proteger, criamos o hábito de dividir tudo em certo e errado, em positivo e negativo. Uma porta deve estar aberta ou fechada, um ato é justo ou injusto, temos razão ou estamos completamente errados, isso se faz ou não se faz, algo está na moda ou é cafona, é maravilhoso ou completamente insignificante. Com as variantes sutis: ou se é bem-dotado intelectual ou fisicamente, matemático ou artista, pai de família responsável ou vagabundo inveterado, rueiro ou caseiro, poeta ou engenheiro, trabalhador ou malandro. Essa é a armadilha da dualidade. Como se fosse impossível ser ao mesmo tempo um intelectual brilhante e bom em trabalhos artesanais, um matemático rigoroso e artista original, um ser humano responsável e com uma imaginação fervilhante, um poeta sensível e engenheiro sério. Como se a realidade não fosse infinitamente mais rica e diversificada que as pobres e limitadas categorias nas quais tentamos aprisioná-la, porque tamanha inconstância, diversidade e vitalidade nos desconcerta e nos amedronta. Praticamos essa lógica da exclusão e da divisão com base na velha maneira de pensar “ou isso ou aquilo”. Brincamos de “Quem está errado, quem tem razão?”, jogo que, em vez de valorizar tudo o que nos agrega, estigmatiza tudo o que nos separa. Veremos mais adiante quanto nos deixamos enredar na armadilha desse sistema binário e quanta violência ele exerce sobre nós e sobre os outros. O exemplo mais recorrente é: ou cuidamos dos outros ou de nós mesmos e, por consequência, ou nos privamos de nós mesmos ou dos outros. Como se não pudéssemos a um só tempo cuidar dos outros e de nós, estar perto do outro sem esquecer nossa individualidade. A linguagem que nos isenta de responsabilidade Utilizamos uma linguagem que nos exime de sermos responsáveis por aquilo que fazemos ou vivemos. Aprendemos a jogar a responsabilidade de nossos sentimentos sobre os outros ou sobre um fator externo. “Estou com raiva porque você...”, “Estou triste porque meus pais...”, “Estou deprimido porque o mundo, a poluição, a camada de ozônio...”, etc. Não assumimos a menor responsabilidade por aquilo que sentimos. Ao contrário, encontramos um bode expiatório e nos livramos de nosso mal-estar jogando a culpa no outro, que serve de para-raios para nossas frustrações. “É a regra...”, “São as ordens...”, “A tradição exige que...”, “Não pude agir de outro jeito...”, “Não tive escolha” – é assim que fugimos da responsabilidade por nossos próprios atos. Veremos quanto essa linguagem nos desconecta de nós mesmos e dos outros e nos escraviza sutilmente por parecer uma linguagem responsável.

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