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Didatica e Avaliação em Biologia - Vol. 05 - Col. Metodologia do Ensino (Cód: 2623889)

Cassiano Cesar Horst Calluf

Ibpex

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Didatica e Avaliação em Biologia - Vol. 05 - Col. Metodologia do Ensino

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Descrição

O objetivo desta obra é justamente auxiliar esses profissionais a elaborarem aulas dinâmicas, que despertem o interesse dos alunos por essa ciência.
Procurando aproximar a realidade da sala de aula daquela que vivenciamos no cotidiano, temas como a poluição do meio ambiente, as fontes de energia renováveis e a química das panelas são abordados. A intenção da autora é demonstrar a aplicabilidade de fórmulas e conceitos básicos da área a fenômenos verificados no dia-a-dia. Ao aproveitar tanto as sugestões de práticas de laboratório quanto as de jogos em sala de aula, torna-se mais fácil para o professor de Química dinamizar o ensino dessa disciplina

Características

Peso 0.19 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Ibpex
I.S.B.N. 9788576490104
Altura 23.00 cm
Largura 16.00 cm
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 114
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788576490104
Ano da edição 2007
País de Origem Brasil
AutorCassiano Cesar Horst Calluf

Leia um trecho

Capítulo 1 Muito se fala nos meios educacionais na palavra que abre esse capítulo: didática. Ao buscarmos o significado da palavra ao dicionário, encontramos: “A técnica de dirigir e orientar a aprendizagem”. Os próprios educandos reconhecem e utilizam o termo (muitas vezes, não sabendo seu significado correto) quando querem elogiar ou maldizer o trabalho de um certo professor: “O professor X realmente tem didática, pois aprendemos bastante com ele”; por outro lado: “O professor Y não tem didática, pois não conseguimos aprender com ele”. Na prática, por meio de uma análise mais apurada do uso do termo, o seu entendimento pelos estudantes não está completamente errado. É sobre esse assunto tão intrigante que falaremos neste capítulo. A didática e o aprendizado em Biologia Reconhecendo que o educando é a parte mais importante do processo educacional, devemos reconhecer a importância de uma “pesquisa” acerca dos seus professores, ou seja, uma avaliação do corpo docente de uma instituição tem em seus alunos os melhores indicadores do processo efetivo da construção do conhecimento. Contudo, essa avaliação deve ser analisada e ponderada, pois o fato de um certo docente ter dificuldades relacionais com uma turma de alunos não revela uma dificuldade didática. Refletindo sobre o processo de ensino-aprendizagem, ele se traduz em uma relação entre duas partes, tal como uma amizade, um namoro,um casamento. É do conhecimento empírico que, para a maioria das pessoas, o sucesso dos relacionamentos deve ter algumas premissas básicas: entendimento, respeito, afetividade etc. Da mesma forma, os itens citados são válidos para uma relação professor-aluno: de nada adianta um professor dominar totalmente o conteúdo se não consegue transmiti-lo aos alunos porque não gosta, por exemplo, do espaço de uma sala de aula ou porque não se sente estimulado a repassar o seu conhecimento. Ora, é lógico que não podemos ser utópicos ou ingênuos de pensar que em todos os momentos os educandos estarão predispostos a acompanhar a aula e a aprender. No entanto, é aí que entra o verdadeiro professor: aquele que faz com que certo conteúdo seja, ao menos, interessante à turma, não importando qual seja ele. Para conquistar esse “prêmio”, o professor deverá utilizar sua imaginação atrelada a sua vontade de ensinar e, com a soma desses dois fatores, chegar a uma igualdade: didática. Colocamos aqui não o entendimento da didática ensinada nos cursos superiores de licenciatura, no qual um dos seus enfoques principais é procurar ensinar ao graduando como ministrar aulas, enfatizando posturas adequadas em sala de aula, como utilizar recursos audiovisuais etc. Não estamos afirmando que isso tudo é desnecessário, e sim que é um entendimento mais “clássico” do processo de didática do ensino. Não importando a maneira ou postura (dentro de parâmetros louváveis, é claro) que o educador adote, nunca devemos perder o enfoque de que o objeto o qual queremos atingir é o aluno e, mesmo com diversos recursos e posturas adequadas, podemos chegar a não fazê-lo. Ruiz2 comenta que é preciso revisar alguns pontos acerca da função da escola. Existe, segundo o autor, a velha frase difundida pelos alunos: “A escola é legal, as aulas é que são chatas!” Ora, se a escola comporta-se muito bem como um ambiente socializador, por que não tem retorno tão afável na relação professor-aluno? Como tornar a sala de aula um espaço agradável? Essa é uma pergunta muito bem-vinda para muitas escolas e professores do País. Devemos analisar vários pontos: podemos começar pela própria avaliação praticada. O professor a usa como um instrumento de coação, punição, quando deveria usá-la como uma ferramenta auxiliadora no processo de ensinar, para verificar as dificuldades dos alunos e, juntos, poderem progredir. Outro ponto a ser considerado é a metodologia utilizada: o professor promove diálogos com os alunos acerca dos conteúdos propostos ou abusa da estratégia frontal como grande recurso metodológico? O educador deve atuar como um mediador, como um problematizador do ensino, articulando os seus saberes com os saberes prévios dos alunos, para que juntos construam a informação desejada.Antunes coloca suas observações acerca da relação professor-aluno e da indisciplina. Uma sala de aula totalmente silenciosa, em que não há argumentações por parte dos educandos, diálogos, discussões saudáveis, poderá permitir ou promover o conhecimento? O problema está na reflexão de muitos dos educadores, que consideram essa situação como a mais viável, pois não conseguem exercer a sua autoridade (não confundir com autoritarismo). Uma situação contrária à anterior, ou seja, uma sala na qual os alunos são agitados, dialogam, discutem é sempre tida como uma sala “ruim” de se trabalhar. Com certeza, se o professor não consegue dominar a situação, transparece aos alunos sua fraqueza e, em vez de ter aliados no processo educacional, ele vai construir inimigos. Ora, se for realmente analisado, como uma sala com 30, 40 ou 50 alunos consegue ficar em total e perfeito silêncio? Imagine a seguinte situação: você se reúne com 40 amigos, e vocês precisam ficar 50 minutos calados. Com certeza, você vai achar essa situação bastante desconfortável. Agora, imagine adolescentes que estão descobrindo o mundo e que precisam de adultos como você para auxiliá-los. Estamos defendendo que toda sala de aula, para ter rendimento, precise ser barulhenta, mas o que deve ser feito é transformar a vontade de conversar dos alunos em instrumento de aprendizagem, ou seja, a participação é necessária em diversos momentos, como a associação dos conhecimentos repassados pelo professor àqueles prévios dos alunos. A aula deve ser um momento agradável, o que nos leva a pensar que o professor precisa usar a imaginação para encontrar um meio de repassar o conteúdo aos alunos de forma que os deixe tão interessados como se estivessem assistindo a um programa de que gostem ou a uma partida de futebol; em outras palavras, deve haver entretenimento. Já se foi o tempo em que o professor ensinava e o aluno apenas repetia de forma mecânica, sem se preocupar com a aplicabilidade do conteúdo. A Biologia, como você sabe, é recheada de conteúdos fascinantes que dizem respeito a diversos assuntos. Por exemplo, como não encantar um aluno do 2º ano do ensino médio quando lhe é dado o conteúdo de corpo humano, tendo em vista que o objeto principal do estudo é o seu próprio corpo? Como já foi citado, a relação professor-aluno deve ser bilateral, ou seja, ambos são partícipes do processo em igual importância: de um lado, o professor, detentor e mediador do conhecimento; do outro, o aluno, receptor do conteúdo e, esperamos, utilizador e crítico deste, realizando transposições, inter-relações etc., dando realmente significado ao conteúdo recebido. Segundo Moretto, “aprender significativamente é dar sentido à linguagem que usamos, é estabelecer relações entre os vários elementos de um universo simbólico, é relacionar o conhecimento elaborado com os fatos do dia-a-dia, vividos pelo sujeito da aprendizagem ou por outros sujeitos”. O sucesso do ensino implica no estabelecimento de objetivos claros para as aulas, pois assim é possível traçar com tranqüilidade as estratégias de ensino adequadas às respectivas aulas e o que poderia ser o mais importante no processo educacional: a reavaliação, o rever em cima do processo de ensinar. Desse modo, o educador tem mais segurança no processo e passa essa mesma segurança aos alunos, que acabam por confiar no “esquema do jogo”. Com certeza essa é uma das grandes chaves para o sucesso da educação.Mais especificamente, analisando a didática do ensino de Biologia, esta pode ser realizada de várias maneiras, considerando a realidade atual. Obviamente, devemos analisar as estruturas, os recursos que o professor terá disponíveis para utilização no meio pedagógico. Por exemplo o uso de computadores conectados em rede para uso de programas com animações torna-se uma maneira muito diferenciada de explicar fenômenos biológicos, tais como entender a dinâmica fisiológica de um porífero, percebendo a entrada de água através de seus poros, líquido este que será responsável pela sua sobrevivência e perpetuação da espécie. O datashow é outro recurso didático muito importante para o professor que trabalha com uma disciplina em que a imagem é tudo; assim, pode-se mostrar diversas figuras que, com certeza, por mais talento artístico que um professor tenha para desenhá-las, elas nunca terão a mesma qualidade de uma foto, como a de seres marinhos. Muito utilizado ainda hoje, principalmente por professores da rede pública de ensino, aos quais geralmente faltam recursos mais sofisticados para promover a aprendizagem, é o retroprojetor ou projetor de transparências. Trata-se de um aparelho bastante pedagógico, que pode ser utilizado tanto para imagens quanto para informações resumidas em texto.E o que dizer do laboratório de Ciências ou Biologia, que, talvez, seja a “menina dos olhos” de muitos colégios? (É interessante enfatizar, mesmo não sendo o objetivo desta obra a diferença crucial entre os laboratórios citados: um laboratório de Ciências é aquele chamado de “multiuso”, ou seja, além de servir ao ensino fundamental para a própria disciplina de Ciências, os professores de Física, Química e Biologia disputam o mesmo espaço para aplicar suas aulas.) Pela grande experiência do próprio autor, um espaço único para aulas de Biologia trata-se de um recurso de grande sucesso para aprendizagem, pois é possível demonstrar determinado assunto visto na prática e também, de modo muito interessante e produtivo, iniciar e/ou finalizar um certo conteúdo no próprio laboratório. Finalizando, como argumentam Delizoicov e Angotti5:No entanto, não é suficiente ‘usar o laboratório’ ou ‘fazer experiências’, podendo mesmo essa prática vir a reforçar o caráter autoritário e dogmático do ensino de Ciências e, também, descaracterizar o empreendimento da Ciência. Atividades experimentais planejadas e efetivadas somente para ‘provar’ aos alunos leis e teorias são pobres relativamente aos objetivos de formação e apreensão de conhecimentos básicos em Ciências. Considera-se mais conveniente um trabalho experimental que dê margem à discussão e à interpretação de resultados obtidos (quaisquer que tenham sido), com o professor atuando no sentido de apresentar e desenvolver conceitos, leis e teorias envolvidos na experimentação.Contudo, mesmo tendo os recursos citados, é um erro o professor pensar que os aparelhos e outros meios é que “darão conta do recado”, ou seja, ainda continua sob sua responsabilidade o domínio da aula e da turma, não podendo apenas se contentar com a utilização dos recursos (isso torna-se muito mais importante quando se trata do espaço do laboratório, seja de qual tipo ele for).