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Discursos e Relatórios na Convenção (Cód: 436752)

Robespierre,Maximilien de

Contraponto

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Descrição

Há nomes que nem o tempo nem as paixões conseguem apagar da memória coletiva. Um deles é o de Robespierre. Viveu 36 anos, e apenas os últimos cinco foram marcantes. Antes de sua eleição para os Estados Gerais, em 1789, nada de particular distinguia aquele jovem advogado provinciano, natural do departamento de Arras, autor de poesias sentimentais, obscuro súdito de uma das Casas Reais mais antigas e prestigiosas da Europa.
Quando Robespierre dá os primeiros passos na arena política, em uma Paris já conturbada, encontra um desdém hostil. É desengonçado, veste-se mal. Logo, no entanto, no Clube dos Jacobinos e na Assembléia Nacional, suas intervenções impõem um silêncio atento. Com o passar do tempo, cada discurso seu se torna um acontecimento político: estrondosos aplausos de um lado, protestos furiosos de outro. Sua ascensão fulminante provocará a pergunta de Necker: 'Como pôde um rábula de Arras tornar-se em algumas semanas o senhor absoluto da França?'
Coisas de uma Revolução. Em curto espaço de tempo, a Monarquia e a nobreza foram abolidas, o rei decapitado, os privilégios feudais revogados, as casas senhoriais incendiadas, as terras da Igreja confiscadas. O sufrágio universal foi implantado, a Declaração Universal dos Direitos do Homem foi redigida e publicada. Em nome do predomínio da Razão, modificaram-se até os sistemas de medida do tempo e do espaço, bem como a religião oficial. Três palavras – liberdade, igualdade, fraternidade – passaram a assombrar a velha Europa. “Guerra aos castelos, paz às choupanas”: era o refrão repetido nas organizações populares de então. Com o avanço da Revolução, cresce a glória de Robespierre, homem forte do Comitê de Salvação Pública, núcleo do poder revolucionário a partir de outubro de 1793. Nada muda em sua maneira de viver. Solteiro, continua a ocupar o mesmo pequeno quarto que alugara, na casa de um marceneiro, ao chegar a Paris. Permanece um homem pobre, o “Incorruptível”, admirado pelo povo simples. No auge de seu prestígio, não reivindica para si nenhum cargo formal que o destacasse dos demais. Esse exercício cotidiano da virtude pessoal se soma ao dom da oratória, em um ambiente marcado pela presença de grandes talentos.
Robespierre se entregou, como ninguém, à Revolução e encarnou, como ninguém, seu espírito. A salvação da República era sua lei suprema. Foi o único dirigente que permaneceu do início ao fim à frente do vertiginoso processo de mudanças. Tomou posse como deputado aos Estados Gerais em 5 de maio de 1789 e foi executado na guilhotina em 28 de julho (10 Termidor) de 1794, sem julgamento formal. Sua morte foi a morte da Revolução.
Desde então, o nome de Robespierre tem sido rodeado pela lenda. Restauradores e conservadores, a história oficial, inúmeros livros e a Igreja apresentaram dele um retrato medonho. Mas a fascinação que despertara nunca desapareceu. Quem foi esse homem cuja obra se confunde com sua própria ação? Para responder, temos agora este volume de discursos e relatórios preparados no calor dos acontecimentos. Reunidos, eles testemunham as vicissitudes de uma Revolução autêntica e, ao mesmo tempo, constituem um surpreendente corpo doutrinário, representativo do pensamento original dos revolucionários de 1789.


César Benjamin

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Contraponto
Cód. Barras 9788585910266
Altura 0.00 cm
I.S.B.N. 8585910267
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 208
Peso 0.42 Kg
Largura 0.00 cm
AutorRobespierre,Maximilien de

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