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Drogas - Encyclopaedia - L&pm Pocket (Cód: 4345780)

Iversen,Leslie

L&PM

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Descrição

No decorrer da história, os usos medicinais e não medicinais de drogas estiveram estreitamente interligados.

Originalmente, a palavra droga refere-se a qualquer agente químico utilizado para causar alterações bioquímicas e fisiológicas no organismo. Apesar de o termo ser comumente utilizado como sinônimo de substância ilícita, neste livro ele volta a ter seu sentido mais universal, abrangendo desde os primeiros medicamentos fitoterápicos, passando pelo álcool, pela penicilina e chegando até o anticoncepcional e as drogas sintéticas. Um breve texto acrescentado a esta edição ajuda a elucidar a questão dos narcóticos no Brasil. Mesclando doses precisas de história, farmacologia, medicina e direito, o ph.D. Leslie Iversen leva o leitor a uma viagem pelo mundo dos remédios e das drogas recreativas, que há tantos séculos acompanham o homem em suas dores e em seus prazeres.

Características

Peso 0.15 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora L&PM
I.S.B.N. 9788525427106
Altura 17.80 cm
Largura 10.70 cm
Profundidade 0.90 cm
Número de Páginas 144
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Flavia Souto Maior
Cód. Barras 9788525427106
Ano da edição 2012
AutorIversen,Leslie

Leia um trecho

Capítulo 1 - História

A palavra “droga” refere-se a uma substância química tomada de forma deliberada para obter efeitos desejados. Algumas drogas são usadas do ponto de vista médico para tratar doenças, enquanto outras são tomadas devido a seus efeitos prazerosos. Ambos os usos têm origens antigas. Os primeiros humanos eram caçadores-coletores; tinham que aprender quais dentre as diversas plantas em seu ambiente eram boas para comer e quais eram venenosas. Por tentativa e erro, eles também acumularam gradualmente conhecimento sobre quais plantas ou outros materiais naturais podiam ajudar a aliviar a dor ou tratar os sintomas de doenças. Porém, o consumo de plantas medicinais não é restrito a humanos. Estudos sobre o comportamento de chimpanzés revelaram que animais doentes às vezes selecionam plantas que normalmente não fazem parte de sua dieta pelos efeitos antiparasitários. Antes de haver uma língua escrita, o conhecimento era repassado de forma oral de uma geração para a outra. Com o tempo, passou a ser uma ocupação especializada dos curandeiros, xamãs ou feiticeiros, que combinavam conhecimentos médicos com a prática de magia e ritos religiosos e tornaram-se figuras poderosas na comunidade. A crença em espíritos que podiam interferir na vida para o bem e para o mal, e assim causar doenças, era quase universal, portanto não é surpresa que o conhecimento sobre drogas estivesse ligado a esse papel supersticioso.

Medicina e magia No início, os homens não consideravam a morte e a doença fenômenos naturais. Enfermidades comuns como resfriados e constipação eram aceitas como parte da existência e tratadas com os remédios fitoterápicos disponíveis. Doenças sérias e debilitantes, no entanto, eram colocadas em uma categoria muito diferente. Tinham origens sobrenaturais. Podiam ser resultado de um feitiço jogado por algum inimigo sobre a vítima, da visita de algum demônio malévolo, ou obra de um deus ofendido que projetou algum objeto – uma flecha, uma pedra, um verme – no corpo da vítima ou removeu algo, geralmente a alma do paciente. O tratamento aplicado nesse caso seria atrair a alma errante de volta a seu habi-tat dentro do corpo, ou extrair o intruso malvado, fosse uma flecha ou um demônio, utilizando contrafeitiços, encantos, poções, aspiração ou outros meios.
Enciclopédia Britânica (1999)
A primeira farmacopeia


Entre os primeiros registros escritos sobre remédios fitoterápicos estão os da China antiga. O primeiro livro foi Shen-Nung Pen T’sao Ching, publicado durante a dinastia Han, no século II. Ele listava 365 remédios fitoterápicos e tornou-se base importante para o desenvolvimento da medicina chinesa. O livro foi complementado muitas vezes. Uma revisão especialmente relevante, Pen T’sao Keng Mu(A grande farmacopeia), preparada por Li Shin Chen durante a dinastia Ming, no século XVI, era composta por 52 volumes e listava 1.898 remédios que tinham como origem plantas, animais e minerais. Li foi um dos primeiros a estudar as drogas de forma científica. Ele estudou pessoalmente a ação de diversos remédios tradicionais. Como resultado, descartou muita informação inútil e eliminou algumas preparações tóxicas. A farmacologia é o estudo científico das drogas, de modo que talvez Li possa ser considerado o primeiro farmacologista. Medicamentos fitoterápicos continuam sendo importantes na medicina chinesa moderna, e muitas substâncias ativas dessas fontes foram introduzidas na medicina ocidental. Na medicina chinesa, várias drogas são misturadas e preparadas em fórmulas complexas de acordo com princípios filosóficos, para restaurar a harmonia do yin e do yang e o equilíbrio entre os cinco órgãos, os cinco planetas e as cinco cores. A arte chinesa de receitar remédios é complexa e muito dife- rente do uso das drogas na medicina moderna ocidental, na qual substâncias químicas puras são usadas para tratar aspec- tos particulares das doenças. Na Índia, o antigo sistema aiurvédico de medicina originou-se há 3 mil anos. Ele continua sendo extensamente praticado na Ásia e também costuma utilizar drogas naturais, muitas vezes em misturas complexas. No entanto, diferentemente dos efeitos de certa forma benignos e não tóxicos da maioria dos medicamentos chineses, a abordagem aiurvédica muitas vezes parece ser mais agressiva – utilizando-se de vômito induzido por drogas, limpeza do intestino com laxantes e enemas e sangrias como tratamentos comuns. Também existem inúmeros textos médicos do Egito antigo (2000 a.C.-1500 a.C.) descrevendo o uso de muitos medicamentos fitoterápicos e naturais: sene, mel, tomilho, zimbro, olíbano, cominho e coloquíntida (para a digestão), raiz de romã e meimendro (para vermes), além de linho, bugalho, breu, maná, baga-de-loureiro, acanto, babosa, alcaravia, cedro, coentro, cipreste, sabugueiro, erva-doce, alho, alface selvagem, agrião, cebola, papiro, papoula, açafrão, sicômoro e melancia. Farmacopeias fitoterápicas sistematizadas também surgiram independentemente em outras culturas. Na Grécia, Dioscórides publicou a influente De materia medicaem 55 d.C., e a obra foi considerada autoridade absoluta durante os dezesseis séculos seguintes. O pai da medicina moderna, Hipócrates, fundou uma das primeiras escolas de medicina “racional” ou “científica”, e usou várias centenas de medicamentos naturais. Na Roma Antiga, Plínio (60 d.C.) publicou Naturalis Historia, a maior compilação de conhecimento de fitoterápicos e outros remédios naturais. A medicina fitoterápica também floresceu em outros lugares, de maneira notável no mundo árabe e na Europa da era medieval. O texto escrito pelo britânico Nicholas Culpepper (1616-1654) foi um dos mais famosos. Ele combinou medicamentos fitoterápicos com astrologia.