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E Então Paulette... (Cód: 4896191)

Constantine, Barbara

Intrinseca

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Descrição

Ferdinand está sozinho. Após ficar viúvo e depois de seu filho mais novo se mudar com a mulher e os dois filhos para a cidade, a fazenda em que vive produz apenas saudade e memórias. Sua vida pacata e solitária, no entanto, está prestes a ser transformada. Após uma grande tempestade, Ferdinand descobre que a casa de sua vizinha está condenada e praticamente inabitável. Incentivado pelos netos, Ludo e Luzinho, convida Marceline – e sua cadela, seu burro e seu gato – para morar com ele. Pouco tempo depois, seu amigo Guy perde a companheira tão amada, Gaby, e dá a impressão de estar, aos poucos, desistindo de viver. A solução parece ser a vida partilhada na fazenda, que,assim, ganha mais um morador, com novos hábitos e habilidades. Então chegam as irmãs Lumière, com suas manias e histórias, e também os jovens Muriel e Kim. A fazenda volta a se encher de possibilidades e expectativas. E, enfim, chega Paulette... Um delicioso e comovente romance sobre como a solidariedade, o amor e a amizade podem transformar histórias, salvar vidas e fazer ressurgir esperanças.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788580573343
Altura 21.00 cm
I.S.B.N. 9788580573343
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Tradutor Mauro Pinheiro
Número da edição 1
Ano da edição 2013
Idioma Português
Número de Páginas 224
Peso 0.25 Kg
Largura 14.00 cm
AutorConstantine, Barbara

Leia um trecho

Com a barriga bem imprensada contra o volante e o nariz no para-brisa, Ferdinand se concentra na estrada. O ponteiro está colado nos 50 km/h. Velocidade ideal. Não somente economiza gasolina, mas ainda lhe dá tempo para observar a paisagem desfilando, admirar o panorama. E, sobretudo, parar caso seja necessário, sem o risco de se acidentar. Neste momento, surge um cachorro correndo, ali, bem a sua frente. Reflexo. Ele pisa fundo no freio. Os pneus cantam. O cascalho salta. Os amortecedores gemem. O carro balança e acaba se imobilizando no meio da estrada. Ferdinand se inclina na janela. — Aonde você vai desse jeito, rapaz? Aposto que está atrás de uma cadelinha. O cachorro se afasta, passa a galope pelo carro e vai se deitar um pouco mais adiante, no matagal que cobre a vala. Ferdinand salta do carro. — Mas você é o cachorro da vizinha. O que é que está fazendo aqui, sozinho? Ele se aproxima, estende a mão devagar, afaga sua cabeça. O animal está tremendo. Instantes depois, já amansado, o cachorro aceita segui-lo. Ferdinand o faz subir no banco de trás e sai com o carro. Ao chegar à entrada de um caminho de terra, ele abre a porta. O cachorro desce, mas vem se colar a sua perna, ganindo, parecendo amedrontado. Ferdinand empurra a pequena porteira de madeira, incitando-o a entrar. O cão rasteja a seus pés, sempre ganindo. Ferdinand segue pelo atalho entre duas cercas vivas, chegando diante de uma casinha. A porta está entreaberta. Ele grita… Oi… Tem alguém aí?… Sem resposta. Olha ao redor. Ninguém. Empurra a porta. No fundo, distingue em meio à penumbra uma forma estendida sobre a cama. Ele a chama. Nada se move. Ele inspira. Há um fedor lá dentro… Ele inspira outra vez. Ai, ai… Está fedendo a gás! Precipitando-se até o fogão, aperta a vedação do botijão, aproxima-se da cama. Senhora, senhora! Começa a bater no rosto da mulher. De início, levemente, mas como ela não reage, bate mais e mais forte. O cachorro late, pulando ao redor da cama. Ferdinand também entra em pânico e começa a esbofeteá-la com toda vontade. Grita para que acorde. Gritos e latidos se misturam. Senhora Marceline! Au! Au! Abra os olhos pelo amor de Au! Acorde, eu lhe peçAu Au! Ela acaba emitindo um breve gemido. Aliviados, Ferdinand e o cachorro suspiram ao mesmo tempo.

Avaliações

Avaliação geral: 5

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Brenda Gomes recomendou este produto.
31/10/2016

Livro maravilhoso. É de uma delicadeza sem fim.

É uma história simples sobre o amor entre pessoas tão diferentes. Muito doce.
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