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E o Grande Dia Chegou! (Cód: 3694731)

Coube Jacob, Stella

Idea Editora

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Descrição

Era uma vez um grupo de mães que acompanhava seus filhos pequenos nos jogos de futebol de salão. Uma das mães cuja filha era titular entre os meninos questionou: se os homens se reúnem para jogar futebol e se divertir, porque não montamos um grupo de dança, para aprender a sambar melhor e dividir momentos, produzir espetáculos, gerar movimento, alegria e cultura para nossas vidas? Surge então o grupo 'The Pinks and the Tontas', cuja história trajetória e superação é contada de maneira alegre e descontraída ( e com algumas receitas, pois além de profissionais, são donas de casa também), Contagiante!

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Idea Editora
Cód. Barras 9788588121454
Altura 18.00 cm
I.S.B.N. 9788588121454
Profundidade 2.00 cm
Acabamento Capa dura
Número da edição 1
Ano da edição 2011
Idioma Português
Número de Páginas 175
Peso 0.40 Kg
Largura 18.00 cm
AutorCoube Jacob, Stella

Leia um trecho

Um olhar sobre as Pinks Ir além do óbvio requer uma boa dose de ousadia. Ultrapassar os limites que impomos a nós mesmos exige coragem. Some-se a isso uma determinação férrea e um bocado de paixão pela vida. Eis aí a receita para ser Pink. Conheci o grupo Pink numa segunda-feira, depois de um dia cheio de atividades, incluindo o trabalho e o leva-e-traz dos filhos. Lá estavam as treze mulheres e, à primeira vista, chamou-me a atenção a diversidade do grupo. Advogadas, donas de casa, esteticista, psicóloga, comerciante, dentista, economista, funcionária pública, pedagoga, aeroviária; algumas casadas, outras não; mães de filhos das mais variadas faixas etárias. O grupo não poderia ser mais heterogêneo. O que poderia haver em comum entre aquelas mulheres tão diferentes? Mas não precisou muito para a imagem de diversidade ser substituída pela ideia de unidade. Elas falavam com entusiasmo sobre os seus projetos, evidenciando uma energia que chegava a ser palpável. Escolheram a dança como principal maneira de expressão, mas estão abertas a qualquer projeto que passar pela cabeça. O grupo é composto de mulheres que apostam na amizade como algo essencial e capaz de fazer a diferença na vida de uma pessoa. Trazem a convicção de que qualquer esforço para ser feliz vale a pena. São mulheres que descobriram, na possibilidade de conviver umas com as outras, que a vida se torna muito mais leve quando compartilhada. O que se vê não são super-mulheres, mas sim mulheres fortes, que não têm medo de se reinventar a todo instante, e que têm consciência do poder revolucionário que detêm nas mãos. Isso não significa que ali as fragilidades não encontrem espaço para serem expostas. Pelo contrário. Não há assuntos proibidos. Fala-se de tudo: das culpas, das inseguranças, dos maridos, das dificuldades com os filhos adolescentes, da ânsia pela satisfação pessoal. E sempre com aquele bom humor próprio de quem já viveu o bastante para saber que nada é tão sério que mereça ser levado a sério. Há no grupo um vínculo quase sobrenatural. Além do pacto de amizade – nem é preciso dizer –, há um pacto de cumplicidade e aceitação mútua, no qual têm igual acolhimento as virtudes e os pecados. E, convenhamos, há algo melhor do que sentir-se querida, apesar de suas contradições? A disposição de formar um vínculo afetivo onde cada uma, sendo única, é um elemento fundamental na formação do todo, é tão espontânea quanto visceral. O esforço incessante pela superação dos limites é a marca dessa turma pra lá de animada. E é exatamente desse empenho que nasceu o livro “E o Grande Dia Chegou!”, cuja pretensão não é outra senão de servir como estímulo às muitas Pinks que andam por aí. O Grupo Pink não é apenas um grupo, é uma verdadeira entidade. Uma entidade que veio para fazer barulho, diga-se de passagem. Afinal, estamos falando de mulheres. The Pink and The Tontas Samba, futebol e uma fanática torcida de corujas. Resultado dessa mistura? O surgimento do grupo “The Pink and The Tontas”. Era uma vez um grupo de mães que acompanhava seus filhos pequenos nos jogos de futebol de salão que disputavam pela escola onde estudavam. Gritavam, torciam, discutiam, comemoravam como se as crianças estivessem disputando o maior campeonato de suas vidas. Elas só não entravam em campo porque o juiz não permitia. Nesse elenco de garotos, havia uma menina. Por causa de seu talento e garra, era titular do time. E era também a sua mãe quem acalentava o sonho de aprender a dançar... Sambar para ser mais exato. Essa mulher acreditava, ainda, que se os homens tinham as partidas de futebol com os amigos para se reunirem, se divertirem e tudo mais, as mulheres deveriam seguir o “bom exemplo” e também montar seu elenco. Assim, papo vai e jogo vem, elas decidiram partir para o ataque. Uma equipe de futebol? Impossível! Mas um grupo de dança... Um time precisa ter regras; o grupo definiu as suas. Eram simples, bem ao estilo feminino: como o momento era para diversão, os maridos estariam fora daquela jogada, mas os filhos participariam de todos os lances. Aquelas mulheres já entravam em campo dando um olé... Um time precisa ter um local para treinar: os encontros aconteceriam uma vez por semana na casa da tal menina. Os primeiros passos Em agosto de 2005 e de forma bastante amadora, contrataram um professor e começaram a ter aulas. As crianças vinham sempre e brincavam muito. O professor, de vez em quando, deixava-as a bailar... Elas logo aprenderam que não havia muita diferença entre aprender a dançar e “dançar”. Seguiam firmes sobre as linhas traçadas: reunião e diversão. Naquelas aulas, dançavam pouco, mas conversavam muito. Divertiam-se apontando para a localização do palco e do público em um show que fariam em uma data definida pela palavra “nunca”. Detalhe: palco e público eram meros coadjuvantes para ajudar a marcação e posição de cada uma nas coreografias. Na carta de intenção do grupo, não constava o item “fazer apresentações”. Mas de boas intenções... Em outubro de 2005, a comemoração do aniversário de uma das crianças deixou claro que não bastava ser mãe coruja e torcedora aloprada. Era preciso criar uma nova jogada para enlouquecer a plateia. Como no local havia um palco e as músicas eram conhecidas, elas pediram replay e foram mostrar seus melhores lances: os passes que haviam aprendido nas aulas. Ficaram chocadas. Música tocando, convidados olhando, e nada. Nenhum passo, nenhuma sequência ou ginga. Ficaram rindo e passando vergonha. De repente, um desafio foi lançado: quem toparia pagar (outro) mico e tentar fazer uma apresentação? Surpresa: o grupo todo topou a parada. A ordem, então, era correr atrás. O destino havia sido convidado para a festa e, como é de seu costume, interveio e mudou a vida daquele time. 6 de Dezembro de 2005. Data histórica para aquelas torcedoras fanáticas. Com a presença da chuva e com a casa cheia, dez mulheres voltaram àquele mesmo palco para surpreenderem e arrasarem no inesquecível “Embromation”, o show. A apresentação foi um espetáculo contagiante de animação, participação e alegria. Dançando por cerca de 20 minutos sem parar, aquelas mulheres mostraram que coragem e ousadia definem uma equipe, e que talento se adquire, quem sabe, com o tempo. As Pinks suaram o uniforme, enquanto o professor mostrou que rebolado é muito mais que treino, é dom. Ele foi o capitão, mas foram elas que levaram o público ao delírio ao mostrar que é possível inovar, se divertir e se realizar dentro das regras e sem se importar com o julgamento da torcida. Naquela noite, a felicidade daquelas “bailarinas” convenceu outras mães de que alguns “micos” valiam a pena serem vividos. O grupo aumentou. As aulas continuaram em 2006, e o grande evento Pink foi o Arraiá das Tontas, com participação de quase 200 pessoas. Foi também em 2006 que o grupo passou a comemorar todos os aniversários com salgadinhos, refrigerantes e muitos bolos. Ser Pink é ter o foco no prazer de fazer o que se gosta. Dançar e comer. Seria uma contradição, uma inovação ou uma questão de valores? No final de 2006, já com outra professora no comando e com saudades da emoção do “Embromation”, o grupo marcou uma festa de Carnaval para o início de fevereiro e entrou de férias. Ao retomarem as aulas, perceberam que tinham pouco tempo para organizar um evento com a marca Pink. Precisaram se reunir diariamente para definir e produzir a decoração e o figurino, além de montar e ensaiar as coreografias. Cuidando de todos os detalhes, as meninas aprenderam a força da palavra comprometimento. E a festa foi tão bonita e cheia de samba no pé que arrebatou novas integrantes. Entre elas, uma divindade. Portadora da vida, ainda assim ela causa apreensão e põe em risco eventos a céu aberto. É melhor ter sua companhia apenas no dia seguinte às datas festivas. Mas ela é indomável e gosta de uma boa festa. Do alto do salto, nunca se fez de rogada: marcou presença toda vez que conseguiu entrar de penetra. E não abriu mão de seus pingos em uma tentativa de competir com os passos do grupo. O ano continuou com muita celebração: muitos aniversários foram temáticos e exclusivos. Fantasias divertidas, acesso restrito, diversão garantida. As crianças começaram a crescer e não vinham mais aos encontros. Contagiadas pela euforia e habituadas à determinação de cada uma, as Pinks partem para novos campos. E como quem canta seus males espanta, elas contratam uma professora de canto. Três apresentações fizeram daquele final de ano um momento de notas doces e tranqüilas. Mas, elas constataram que, para continuar evoluindo neste projeto, haveria a necessidade de um novo arranjo. E tempo e dedicação já estavam comprometidos com a dança. A experiência aumentou a confiança e a autoestima do grupo. Encarar uma peça de teatro passou a ser uma possibilidade real com data definida: o futuro. Em 2008, uma nova professora assumiu o comando e trouxe consigo um amigo. A sintonia com as Pinks foi perfeita e, em apenas três meses, o grupo promoveu um chá de cozinha, uma festa cigana e a celebração do solstício. Ser ousada começava a ter um preço. A entrada permanecia aberta, mas algumas escolheram a saída. E o teatro continuou no banco de reserva, aguardando o momento de entrar em campo. Agosto de 2008. Nova apresentação: sim ou não? “Sim” significa dedicação, comprometimento, emoção. “Não” significa adiamento. Muito mais confiantes e glamorosas, as Pinks voltaram ao mesmo local para a apresentação do “Embromation, Volume II”. O mês era dezembro. Com a benção das águas, o espetáculo mostrou muita “evolution” e pouca “embromation”. Convite, vídeo, homenagens, figurino, e coreografias, deixavam claro as transformações ocorridas. O show não deixou dúvidas sobre a capacidade e talento das Pinks, e abriu as portas para que sonhassem mais alto e perigosamente. Havia chegado a hora do teatro. Ano novo, vida nova. Mas com jeito de flashback. Para as Pinks, a sensação era a mesma vivida em 2005, quando havia apenas um sonho e uma vontade: o sonho de encenar uma peça e a vontade de encarar um imenso desafio. Foram em busca de novos personagens e encontraram um diretor disposto a acompanhá-las nesse caminho desconhecido e assustador. Qual o papel do medo neste enredo? Papel de destaque tão grande que pode ter sido a causa de algumas desistências. As que seguiram em frente o definiram assim: “Se não temos medo? É claro que temos! Mas ele não pode nos deter. Persistiremos com nossa melhor assinatura: a de sermos Pinks”.

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