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Fazendo As Pazes Com a Vida - Como Superar Os Momentos Difíceis e Reencontrar a Alegria de Viver (Cód: 4067574)

Vanzant,Iyanla

Sextante / Gmt

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Fazendo As Pazes Com a Vida - Como Superar Os Momentos Difíceis e Reencontrar a Alegria de Viver

R$29,90

Descrição

Vou compartilhar como a mestre espiritual internacionalmente reconhecida se vê sentada na beira da cama, numa casa hipotecada de 1 milhão de dólares, pensando em suicídio.

Mas também vou falar sobre o poder da amizade, da fé e da oração.

Vou falar sobre traição e a devastação que ela causa a todos os envolvidos. Quero partilhar o que aprendi sobre ter ou não uma visão da vida e sobre o preço de estar atrelado a uma percepção que não é sua.

Quero contar o que aprendi a respeito de falhas de personalidade, fraquezas humanas, mente corrompida, coração partido e espírito depauperado. Estes são os pedaços da minha vida que me levaram ao completo e total colapso.

Quero contar o que aprendi sobre alegria e dor, medo e coragem, raiva e paixão e, sobretudo, paz.

Características

Peso 0.38 Kg
Produto sob encomenda Sim
Editora Sextante / Gmt
I.S.B.N. 9788575427996
Altura 21.00 cm
Largura 14.00 cm
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 304
Idioma Português
Acabamento Brochura
Tradutor Maria de Fátima Oliva Do Coutto
Cód. Barras 9788575427996
Número da edição 1
Ano da edição 2012
AutorVanzant,Iyanla

Leia um trecho

CAPÍTULO 1 - AQUI E LÁ SÃO O MESMO LUGAR Em geral, é difícil identificar o momento exato em que sua vida desmorona. Na maioria dos casos, não acontece de repente. Se você perguntar a quem viveu a experiência de perder tudo o que amava ou todas as suas crenças, é bem provável que o maior número de pessoas diga que o colapso da vida até então conhecida não foi originado por um telefonema nem por uma carta, uma revelação ou uma compreensão. Agora tenho consciência de que minha vida foi desmoronando aos pouquinhos. Pedaço por pedaço. Uma experiência, uma situação e uma circunstância de cada vez, até eu me descobrir em meio a uma pilha de promessas quebradas, relacionamentos despedaçados e sonhos destruídos. Nunca imaginei que aquela situação se repetiria em minha vida. É duro ver uma vida desmoronar e mais duro ainda é vivenciar sua ruína. Mais devastador até é constatar que quando sua vida começa a se desfazer, dia a dia, pedaço a pedaço, não há nada, nada mesmo, que você possa fazer para interromper o processo. Você apenas assiste ao que está acontecendo, consciente do que se passa. E deseja que qualquer outra coisa aconteça, exceto aquilo. Você entende... Em algum ponto lá no fundo, sabemos que a vida não foi construída para se desmantelar. Não é isso que deve acontecer. O propósito da vida oferecida por Deus é crescer, brotar, florescer. No entanto, a verdade é que vidas desmoronam... Agora compreendo que desmoronam quando precisam ser reconstruídas. Vidas desabam quando os alicerces sobre os quais estão assentadas precisam ser refeitos. Não porque Deus nos castigue pelo que fizemos ou deixamos de fazer, mas porque precisam desabar. E isso porque, para começar, não foram construídas do modo correto. Cheguei a essa conclusão depois de muitos dias, semanas, meses e anos tentando consertar as rachaduras dos meus alicerces. Em certo momento, eu me sentei, indefesa, examinando os cacos da minha mente, do meu coração e da minha existência, e reconheci que uma vida arruinada é um teste de fé da mais alta importância. Naquele momento de provação, acreditei que me sobravam poucas opções. Podia tomar o monte de pílulas que eu tinha na mão esquerda ou levar à têmpora o revólver que segurava na minha mão direita e puxar o gatilho. Só queria que a dor da devastação cessasse. Havia outra opção, mas foi a última de que me julguei capaz: sentir a dor, o medo e a destruição de tudo o que me atingia, na esperança de que algo milagroso acontecesse. É evidente que não tomei as pílulas nem puxei o gatilho. Em meio aos cacos mentais e emocionais, de repente tive consciência da inutilidade de qualquer tentativa de solucionar o sofrimento. Esse momento de impotência me conduziu à entrega. Enfiei o rosto no travesseiro e chorei horas a fio. Um simples ato de entrega humana, um instante em que me mostrei disposta a confiar em mim e em meu Criador, de quem eu esperava o socorro. Ele chegou, e só levou cinco anos e meio para me alcançar. Quando me vejo cara a cara com a verdade, o coração dispara e as orelhas ardem. Houve um tempo em que associei essa reação física ao medo. Agora sei que não se tratava de medo. Quando me defronto com a verdade, minha imensa humanidade se dissolve e experimento a energia de minha alma erguer-se dentro de mim. Eu sabia havia muito tempo – cinco anos, para ser exata – que precisava compartilhar a história de minhas experiências mais recentes. As que vivi depois de me tornar famosa. A verdade é que eu desobedecia à minha orientação interior. Amigos e familiares haviam me aconselhado a escrever sobre tudo o que eu aprendera ao deixar o Oprah Winfrey Show, quebrar a cara com meu próprio programa, terminar o casamento com o amor de toda a minha vida, perder minha filha e melhor amiga para um câncer de cólon e ver minha vida desabar ao longo dos dois anos seguintes. Mas eu me negava a fazer isso. Com todas as forças!