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Filosofia e Teologia - Tensões e Convergências de uma Busca Comum (Cód: 2231606)

Pannenberg,Wolfhart

Paulinas

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Descrição

A questão das relações da ciência e da filosofia com a fé, colocada inicialmente há mais de dois mil anos, no confronto da tradição judaico-cristã com o helenismo, constitui até hoje um problema central na evolução cultural do Ocidente.
A obra de Pannenberg ora publicada em português tornou-se um dos clássicos mais autorizados na atualidade, não só em si mesma, pela precisão dos esclarecimentos históricos que lhe sustentam a tese, como pela convergência que deixa transparecer com as soluções dos mais eminentes teólogos católicos que estudam essa matéria, a começar por Joseph Ratzinger, hoje bispo de Roma, com o nome de Bento XVI.
Depois de haver colocado claramente o problema em suas diversas facetas, na introdução e nos primeiros capítulos, Pannenberg acompanha historicamente sua evolução, desde o cristianismo primitivo, através da Idade Média, e estuda com relativa profundidade a problemática moderna, a partir de Descartes e Kant, até os diversos filósofos contemporâneos.
Sua tese é de que, na elaboração da teologia a partir da Bíblia, não se pode fazer economia de uma reflexão filosófica, sob pena de se cair no fundamentalismo ou na impossibilidade de resolver as questões fundamentais para as quais todo ser humano, em todas as culturas, procuram respostas, senão evidentes, pelo menos coerentes e convincentes. Dessa forma a teologia, por razões antropológicas, não só depende da filosofia como constitui um aporte que reforça a reflexão filosófica e lhe permite se aproximar do desejo de compreensão do mundo que está origem de toda filosofia, desde os tempos dos gregos.
Explora ao máximo o princípio de que é o discurso sobre Deus na origem de toda explicação do mundo que constitui o ponto de encontro crucial entre teologia e filosofia. Como diz, a razão concreta mais importante para o envolvimento da teologia cristã com a filosofia foi, originalmente, e ainda hoje é, a doutrina cristã do Deus de Jesus de Nazaré como o Deus único e verdadeiro de todos os seres humanos. Com a palavra 'Deus' não se faz referência apenas a um tema específico. Falar de Deus significava falar da origem criacional de tudo o que é real. Por essa razão não se terá pensado, realmente, a idéia 'Deus' enquanto não se tiver concebido tudo o que é real - o ser humano e o cosmo - como tendo sua origem em Deus.
Quando Deus e a totalidade do que é real não são pensados nessa conjunção e correlação recíproca, o falar sobre Deus torna-se uma palavra vazia ou uma concepção sem base concreta, que então está sujeita à crítica, ao ser interpretada, por exemplo, como antropomórfica, como produto da projeção religiosa. Quando se sabe o que se quer dizer com 'Deus', não se pode mais pensar a realidade do mundo e do ser humano sem conceber Deus como sua origem, e inversamente só se pode pensar Deus de maneira a conceber, ao mesmo tempo, a totalidade do que é real como originada dele.
É por isso que a filosofia, desde a época dos pré-socráticos, viu sua tarefa em pensar a realidade no todo, ou seja, na unidade do cosmo. Isso foi o correlato da pergunta filosófica por Deus. Até o passado mais recente - ou seja, até Nietzsche -, o tema abrangente da filosofia era determinado por essa correlação da idéia de Deus com o conceito do mundo.

Características

Peso 0.44 Kg
Produto sob encomenda Não
Editora Paulinas
I.S.B.N. 9788535619904
Altura 23.00 cm
Largura 15.50 cm
Profundidade 0.00 cm
Número de Páginas 336
Idioma Português
Acabamento Brochura
Cód. Barras 9788535619904
Número da edição 1
Ano da edição 2008
AutorPannenberg,Wolfhart