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Ford - o Homem Que Transformou o Consumo e Inventou A Era Moderna (Cód: 7462533)

Snow, Richard

Saraiva

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Descrição

Muito se sabe sobre a montadora Ford e seus primórdios, mas ainda pouco se sabia como tudo começou. Nascido em um mundo movido a vapor, Henry Ford, um jovem fazendeiro, juntou trabalho duro, imaginação e suas habilidades inatas de mecânico, transformando a indústria no início do século XX e se tornando um ícone com suas invenções e adaptações que marcaram o mundo moderno.
Mesmo quando não foi ele que inventou, Ford enxergou e exerceu o imenso potencial de cada uma das novidades da sua época. Enquanto alguns ainda encaravam o automóvel como uma máquina inútil e sem aplicação prática, Ford construiu o primeiro em sua casa com 28 mil dólares, fundando a Ford Motor Company em 1903.
Richard Snow tece uma narrativa fascinante da ascensão de Ford, bem como a sua personalidade criativa por meio de sua maior invenção, o Modelo T. O livro sai do mito, investiga o homem e também as consequências de seus inventos, e apresenta uma abordagem inteiramente nova para a biografia de um personagem que está presente na vida de todos nós.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Saraiva
Cód. Barras 9788502225343
Altura 22.40 cm
I.S.B.N. 9788502225343
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2014
Peso 0.44 Kg
Largura 15.20 cm
AutorSnow, Richard

Leia um trecho

CAPÍTULO 1

O retorno
Salvar a lavoura, depois salvar todo o passa do;
Entre a má quina a vapor e a Apple;
“Ninguém entendia na da de carros”; Fordismo.

Em um dia de verão de 1919, um homem de meia idade saiu de seu escritório em Detroit e dirigiu até Dearborn, a 16 quilômetros de distância, para ver a casa em que havia nascido. Era uma casa de campo, longe de seus dias de glória, e qualquer transeunte que o visse rondando o local se perguntaria por um instante o que aquele visitante estaria fazendo ali. Ele não chamava a atenção, mas obviamente era próspero, provavelmente trajando um dos ternos cinza elegantes e discretos aos quais sempre dava preferência. De estatura pouco acima da média, ele mantinha uma postura tão ereta que quem o conhecia o descrevia como um homem “alto”. Era relativamente bem apessoado, mas o que poderia ser um rosto comum já havia, de algum modo, se revelado impossível de serem capturados de forma satisfatória por pintores, jornalistas e até mesmo fotógrafos. As atividades esportivas nunca lhe haviam despertado interesse, embora ele tivesse um porte atlético e adorasse desafiar os amigos para uma corrida; cada vez que se deslocava de um ponto de observação a outro, no terreno da casa, movia -se de forma brusca e rápida, quase como que atendendo a um tiro de largada. Não se tratava de um arquiteto, mas de alguém que sabia como as coisas eram construídas e que estudava minuciosamente as esquadrias das janelas, a chaminé, a inclinação do telhado. Essa poderia ser a sua última chance de ver a casa que estava prestes a ser demolida. Isso, em grande parte, por sua culpa. O fluxo de tráfego havia crescido tanto na última década que os fundadores da cidade de Dearborn haviam decidido que a estrada que margeava a construção de 60 anos precisava ser alargada. Um em cada dois carros que contribuíam para aquele tráfego levava o seu nome. Henry Ford estava fabricando a metade dos automóveis existentes nos Estados Unidos. Poucas pessoas têm como desafiar esse tipo de progresso, mas Ford tinha. Ele recuou a casa 600 m, distanciando -a, assim, da nova estrada. Mas depois de colocada em segurança, a casa não o deixaria mais em paz. Primeiro, ele simplesmente a reformou – um serviço de carpintaria aqui, uma pintura nova ali –, mas isso não bastava. Ford chegou à conclusão de que queria que a casa fosse mobiliada como era na década de 1870, quando ele era apenas um menino interessado em máquinas que desmontava relógios em seu quarto. Agora o tenaz perfeccionismo do homem passara a dominá-lo. Não bastava um mobiliário de época, com móveis típicos da década de 1860. Tinha de ser a mesma mobília. Nos invernos de Michigan, Ford se aquecia junto a um fogão Starlight, na sala da frente. Após meses de procura, ele acabou encontrando um exemplar quase perfeito – só que era pequeno demais, não era um Modelo 25. Depois havia a questão da passadeira das escadas, de uma cor carmim ferrugem da qual Ford se lembrava perfeitamente. Ele colocou um dos seus 50 mil empregados para “vasculhar” as lojas de antiguidades – inicialmente, em nível local, depois, até em Cincinnati – à procura de uma igual. As louças da família: Ford se recordava da passadeira da escadaria, mas não dos pratos em que comia. Os empregados escarafuncharam o local em que ficava a porta de acesso ao quintal, e encontraram um caco de cerâmica de tamanho suficiente para revelar o padrão. Ford mandou reproduzir um aparelho de jantar completo. Conseguiu encontrar as camas, as cadeiras e os sofás, e mandou reformar o estofamento. Os agentes de Ford conseguiram a cômoda certa e ele especificou exatamente os tipos de agulha e linha que deveriam ficar guardadas em uma das gavetas. Porém, se desviou da absoluta fidelidade no caso do órgão da família. O instrumento nascera com um pedal, mas Ford mandou eletrificá-lo – afinal, ninguém conseguiria ver a diferença –, e quando se transportava de volta à sua juventude, ele se sentava ao teclado por horas, dedilhando laboriosamente com um ou dois dedos as primeiras canções que ouvira: Turkey in the straw, Flow gently sweet Afton. No andar de cima, as camas foram arrumadas com lençóis novos e limpos; nos fundos, foram colocadas as pilhas de madeira para fazer fogo, exatamente como quando ele era menino; os reservatórios de querosene de todos os candeeiros foram abastecidos, e os pavios, aparados e preparados para ser acesos. Ford tinha mais do que o necessário para mobiliar a sua casa de campo e manteve o excedente dos objetos em seu escritório até 1922, quando uma de suas empresas de tratores se mudou, desocupando uma área de 1,2 hectares. Com essa reserva disponível, as ambições do fabricante de automóveis extrapolaram as fronteiras do lar de sua juventude e açambarcaram o mundo de sua juventude. Mais uma vez, os seus agentes se colocaram em campo, dessa vez às centenas. O chefe lhes dissera que eles deveriam retornar com “uma série completa de cada artigo jamais utilizado ou produzido nos Estados Unidos, da época dos primeiros colonizadores até o presente”. E as coisas começaram a chegar: gaiolas de pássaros, sofás e tábuas de lavar roupas patenteadas; carruagens, rifles, descascadores de maçãs; ceifeiros, enfardadeiras e o trailer onde Ford fazia refeições quando trabalhava na Detroit Edison nos anos de 1900. Ford acabou acumulando uma quantidade de objetos suficiente para mobiliar – com tudo, de biruta e para -raios a relógio para console de lareira e alto -forno – 107 prédios.

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