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Garota Exemplar (Cód: 8003642)

Flynn, Gillian

Intrinseca

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Descrição

Desde sua publicação, em 2012, “Garota Exemplar” tornou-se sucesso de público e crítica, alcançando o topo das mais prestigiadas listas de mais vendidos ao redor do mundo e consagrando sua autora, Gillian Flynn, como a mais aclamada escritora de suspense da atualidade. O livro começa no dia do quinto aniversário de casamento de Nick e Amy Dunne, quando a linda e inteligente esposa de Nick desaparece da casa deles às margens do rio Mississippi. Sinais indicam que se trata de um sequestro violento e Nick rapidamente se torna o principal suspeito. Sob pressão da polícia, da mídia e dos ferozmente amorosos pais de Amy, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamento inapropriado. Ele é evasivo e amargo — mas seria um assassino? Ao mesmo tempo, passagens do diário de Amy revelam um casamento tumultuado — mas ela estaria contando toda a história? Alternando entre os pontos de vista de Nick e Amy, Flynn cria uma aura de dúvidas em que o cenário muda a cada capítulo. À medida que as revelações surgem, fica claro que, se existe alguma verdade nos discursos de Nick e Amy, ela é mais sombria, distorcida e assustadora do que podemos imaginar. Magistralmente bem construído do início ao fim, “Garota Exemplar” é um daqueles livros impossíveis de largar e sobre o qual se quer debater assim que a leitura termina.

Características

Produto sob encomenda Sim
Editora Intrinseca
Cód. Barras 9788580576054
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 9788580576054
Profundidade 1.00 cm
Acabamento Brochura
Número da edição 1
Ano da edição 2014
Idioma Português
Número de Páginas 442
Peso 0.59 Kg
Largura 16.00 cm
AutorFlynn, Gillian

Leia um trecho

Parte Um – Rapaz perde garota Quando penso em minha esposa, penso sempre em sua cabeça. No for-mato dela, para começar. Na primeira vez em que a vi, foi a parte de trás da cabeça que eu vi, e havia algo adorável nela, em seus ângulos. Como um reluzente grão de milho duro ou um fóssil no leito de um rio. Era o que os vitorianos chamariam de uma cabeça belamente formada. Dava para imaginar o crânio com bastante facilidade. Eu reconheceria sua cabeça em qualquer lugar. E o que havia dentro dela. Também penso nisso: sua mente. Seu cérebro, todas aquelas espirais, e seus pensamentos disparando por essas espirais como centopéias rápidas e frenéticas. Como uma criança, eu me imagino abrindo seu crânio, desenrolando seu cérebro e vasculhando--o, tentando capturar e fixar com alfinete seus pensamentos. No que você está pensando, Amy?A pergunta que eu fiz com maior frequência durante nosso casamento, embora não em voz alta, não à pessoa que poderia responder. Suponho que essas indagações pairem como nuvens negras acima de todos os casamentos: No que você está pensando? Como está se sentindo? Quem é você? O que fizemos um ao outro? O que iremos fazer?Meus olhos se abriram exatamente às seis da manhã. Não houve bater de cílios como asas, nenhuma piscadela suave em direção à consciência. O despertar foi mecânico. Um assustador abrir de pálpebras de boneco de ventríloquo: o mundo é negro, e então, hora do show! 6-0-0, dizia o relógio — na minha cara, a primeira coisa que vi. 6-0-0. Foi uma sensação diferente. Raras vezes acordei em um horário tão redondo. Sou um homem de levantares quebrados: 8h43, 11h51, 9h26. Minha vida não tinha alarmes. Naquele exato momento, 6-0-0, o sol se ergueu acima da silhueta dos carvalhos, revelando todo o deus raivoso de verão que havia nele. Seu reflexo cruzou o rio na direção de nossa casa, um comprido dedo apontado para mim através das leves cortinas do nosso quarto. Acusando: Você foi visto. Você será visto. Fiquei enrolando na cama, que era nossa cama de Nova York em nossa casa nova, que ainda chamávamos de casa nova, embora já estivéssemos de volta havia dois anos. É uma casa alugada bem na beira do rio Mississippi, uma casa que grita Novo-Rico Suburbano, o tipo de lugar a que eu aspirava quando criança, lá do meu lado da cidade com casas com andares em diferentes níveis e carpetes felpudos. O tipo de casa que é de imediato familiar. Uma casa genericamente imponente e nada desafiadora, nova, nova, a nova casa que minha esposa iria detestar — e detestou. “Devo deixar minha alma do lado de fora antes de entrar?” Foi sua primeira frase ao chegar. Tínhamos um acordo: Amy exigiu que alugássemos em vez de comprar um imóvel em minha pequena cidade natal em Missouri, com sua firme esperança de que não ficássemos presos aqui por muito tempo. Mas as únicas casas para alugar estavam reunidas naquele condomínio falido: uma cidade-fantasma em miniatura composta por mansões detonadas pela recessão, com preço reduzido, de propriedade dos bancos. Um bairro que foi fechado antes mesmo de abrir. Era um acordo, mas Amy não via aquilo assim, de modo algum. Para ela, era um capricho punitivo de minha parte, um egoísta dedo na ferida. Eu a estava arrastando, como um homem das cavernas, para uma cidade que ela evitara agressivamente, e a obrigaria a viver no tipo de casa da qual costumava debochar. Suponho que não seja um acordo se apenas um dos dois vê dessa forma, mas nossos acordos eram sempre assim. Um de nós sempre estava com raiva. Normalmente Amy. Não me culpe por essa injustiça específica, Amy. A Injustiça do Missouri. Culpe a economia, culpe o azar, culpe meus pais, culpe seus pais, culpe a internet, culpe as pessoas que usam a internet. Eu era escritor. Um escritor que escrevia sobre TV, filmes e livros. Na época em que as pessoas liam coisas em papel, na época em que alguém se importava com que o eu pensava. Eu chegara a Nova York no final dos anos noventa, o último suspiro dos dias de glória, embora ninguém soubesse disso naquele tempo. Nova York estava abarrotada de escritores, escritores de verdade, porque havia revistas, revistas de verdade, muitas delas. Isso quando a internet ainda era um animalzinho exótico mantido na periferia do mundo editorial — jogue um biscoitinho para ele, veja como dança com sua coleirinha, ah, que bonitinho, ele decididamente não vai nos matar no meio da noite. Pense só nisto: uma época em que garotos recém-formados podiam ir para Nova York e ser pagos para escrever. Não tínhamos ideia de que estávamos iniciando carreiras que desapareceriam em uma década. Eu tive um emprego durante onze anos, e então deixei de ter, rápido assim. Por todo o país, revistas começaram a fechar, sucumbindo a uma súbita infecção produzida pela economia detonada. Os escritores (meu tipo de escritores: aspirantes a romancistas, pensadores reflexivos, pessoas cujos cérebros não funcionam rápido o bastante para blogar, linkar e tuitar, basicamente falastrões velhos e teimosos) já eram. Assim como chapeleiros femininos ou fabricantes de chibatas, nosso tempo chegara ao fim. Três semanas após eu ter sido demitido, Amy perdeu o emprego também, se é que era um emprego. (Agora posso sentir Amy olhando por sobre meu ombro, sorrindo com ironia do tempo que eu passei discutindo minha carreira, meu infortúnio, e de como descartei sua experiência em uma frase. Isso, ela lhe diria, é típico.

Avaliações

Avaliação geral: 4.7

Você está revisando: Garota Exemplar

Julia Luna recomendou este produto.
03/11/2015

Um dos meus livros favoritos e minha autora favorita tbm

O livro chegou rápido
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Juliana recomendou este produto.
30/06/2015

Excelente!!!

Chegou rápido e perfeito sem nenhum dano. Amei.
Esse comentário foi útil para você? Sim (2) / Não (0)
ale2812 recomendou este produto.
02/05/2015

interresante

detalhado parece impressionante gosto de livros que mostram oq nos verdadeiramente pensamos
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