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Gestão de Custos (Cód: 2605326)

Carlos Ubiratan da Costa Schier

Ibpex

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Descrição

O objetivo deste livro é oferecer ao leitor conteúdo teórico e prático acerca da gestão de custos, com vistas à aplicação desses conhecimentos no universo organizacional

Características

Produto sob encomenda Não
Editora Ibpex
Cód. Barras 9788587053244
Altura 23.00 cm
I.S.B.N. 8587053248
Profundidade 1.00 cm
Número de Páginas 189
Peso 0.44 Kg
Largura 16.00 cm
AutorCarlos Ubiratan da Costa Schier

Leia um trecho

1.1 Considerações básicas sobre custos Identificamos como fator de relevante importância a gestão de custo nas empresas. Isso em decorrência da necessidade de as organizações buscarem otimização de resultados, inserção em novos mercados, desenvolvimento de novos produtos, expansão e até mesmo simplesmente continuarem ativas. Normalmente associamos, num primeiro momento, o conceito de gestão de cus tos diretamente ao processo produtivo industrial, o que na realidade não é verdadeiro, pois no desenvolvimento de todas as atividades, independente do setor de atuação (comércio, indústria ou prestação de serviços), o tema custos é de importância relevante para consecução dos objetivos empresariais e como tal deve ser tratado. Além da preocupação em aumentar o faturamento, o que se mostra natural e é a primeira medida que os empresários tentam aplicar, devemos atentar para outros fatores que, em conjunto ou individualmente, influenciam sobremaneira o desempenho das organizações no que se refere à adequação das operações para que os objetivos sejam alcançados. Um dos fatores que julgamos ser de extrema importância na gestão de qualquer tipo de negócio, de qualquer segmento e em qualquer ramo de atuação, é, sem dúvida alguma, a gestão de custos. Por isso, neste livro, de forma simples, clara e objetiva, procuramos desmistificar as dificuldades sobre o aprendizado de custos. Apresentamos, numa seqüência lógica e didática, todo o processo de gestão de custos, delimitando sua importância e aplicação em todas as suas fases, bem como procuramos exemplificar cada uma delas com o objetivo de facilitar a sua aplicação na prática. Na área de custos, assim como em qualquer área técnica, existe uma linguagem peculiar, convencionada, utilizada no dia-a-dia e que visa facilitar o desenvolvimento e a análise dos resultados das atividades inerentes ao processo de gestão de custos. Assim, para facilitarmos a compreensão de quaisquer textos, matérias ou processo de custos, disponibilizamos os termos mais utilizados com base em consenso de profissionais da área e seguindo conceituação de Eliseu Martins, que de forma simples trata a terminologia usada no meio. 1.2 Termos mais utilizados na gestão de custos A terminologia que apresentamos a seguir será utilizada no conteú do destaobra e é encontrada praticamente em todas as obras disponíveis que tratam do tema, além de ser empregada no dia-a-dia, nas organizações. 1. Gasto – compra de produto ou serviço qualquer que gera desembolso imediato ou futuro para a empresa, representado por entrega de ativos (normalmente dinheiro). Os gastos ocorrem a todo momento e em qualquer setor de uma empresa. Esse conceito tem emprego amplo e aplica-se a todos os bens e serviços adquiridos. Como exemplo, temos: aquisição de matéria-prima, consumida no processo produtivo; compra de material de expediente, consumido no processo administrativo; consumo de energia elétrica, que é gasta em um mês e paga no mês subseqüente. 2. Desembolso – pagamento resultante da aquisição de bem ou serviço. São saídas em dinheiro ou cheque que ocorrem devido ao pagamento de uma aquisição efetuada à vista ou de uma obrigação assumida anteriormente. Como exemplo, podemos citar: compra de mercadorias para estoque à vista; compra de matéria-prima a prazo; pagamento de salários; aquisição de veículos. Pode ocorrer antes, durante ou após a entrada da utilidade comprada, sendo, portanto, defasado ou não do momento do gasto. 3. Investimento – gasto ativado em função de sua vida útil ou de benefícios atribuíveis a futuro(s) período(s), o que significa aquisição de bem ou produto que gerará benefício financeiro no futuro. Todos os sacrifícios havidos pela aquisição de bens e serviços (gastos) que são “estocados” nos ativos da empresa para baixa ou amortização, quando de sua venda, de seu consumo, de seu desaparecimento ou de sua desvalorização, são especificamente chamados de investimentos. 4. Custo – gasto relativo a bem ou serviço utilizado na produção de outros bens e serviços. É importante observarmos que há um mecanismo interativo entre essas condições operacionais, pois o custo é também um gasto, só que reconhecido como tal, isto é, como custo, no momento da utilização dos fatores de produção (bens e serviços) para a fabricação de um produto ou execução de um serviço. Ou seja, aquilo que é utilizado na produção: matéria-prima consumida; materiais auxiliares; mão-de-obra produtiva. Como é isso?! Vamos detalhar. a) A energia elétrica é um gasto no ato da aquisição, que passa imediatamente para custo (por sua utilização) sem transitar pela fase de investimento. b) Uma máquina provoca um gasto em sua entrada, tornado investimento (ativo) e parceladamente transformado em custo, via depreciação, à medida que é utilizada no processo de produção de utilidades. 5. Despesa – bem ou serviço consumido direta ou indiretamente para a obtenção de receitas. A comissão do vendedor, por exemplo, é um gasto que se torna imediatamente uma despesa. As despesas são itens que reduzem o patrimônio líquido e que têm essa característica de representar sacrifícios no processo de obtenção de receitas. Todo produto vendido e todo serviço ou utilidade transferidos provocam despesa. A isso chamamos custo do produto vendido. A mercadoria adquirida pela loja comercial provoca um gasto, um investimento que se transforma numa despesa no momento do reconhecimento da receita trazida pela venda, sem passar pela fase de custo. Logo, o nome custo das mercadorias vendidas não é, em termos técnicos, rigorosamente correto. Todos os custos que são ou foram gastos transformam-se em despesas quando da entrega dos bens ou serviços a que se referem. Muitos gastos são automaticamente transformados em despesas, outros passam primeiro pela fase de custos, e outros ainda fazem uma via sacra completa, passando por investimento, custo e despesa. 6. Perda – bem ou serviço consumido de forma anormal e involuntária. Não se confunde com a despesa, nem com o custo, exatamente por sua característica de anormalidade e involuntariedade; não é um sacrifício feito com intenção de obtenção de receita. Exemplos comuns: perdas com incêndios; obsoletismo de estoques; vazamento de materiais líquidos ou gasosos; material com prazo de validade vencido; greves; sinistros. 7. Desperdício – gasto incorrido nos processos produtivo ou de geração de receitas e que possa ser eliminado sem prejuízo da qualidade ou quantidade dos bens, serviços ou receitas geradas. Exemplos: retrabalho decorrente de defeitos de fabricação; estocagem e movimentação desnecessárias de materiais e produtos. 8. Custo de aquisição ou de produção – é o valor de entrada pela aquisição ou produção de bens ou serviços. 9. Custo de aquisição de materiais – inclui o valor pago ao fornecedor, subtraído dos impostos recuperáveis e acrescidos dos valores em que a empresa incorrer para colocar esses materiais em condições de uso. 10. Custo de produção – inclui o custo de aquisição de materiais, acrescido dos demais gastos incorridos na produção. 11. Insumo – bem adquirido para consumo no processo de produção de novos bens ou prestação de serviços.

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